Punição

Coluna postada em 22/09/2016 por fernando

A Chapecoense foi punida pelo STJD com a suspensão do técnico Caio Júnior por quatro jogos e terá de jogar dois jogos em casa com portões fechados. Cabe recurso. Teve multa em dinheiro também.

Os fatos estão relacionados ao jogo contra o Palmeiras no qual a arbitragem foi temerária, errou muito, o que gerou revolta da diretoria e da comissão técnica.

Lembrando que o presidente Sandro Pallaoro também foi punido recentemente com a suspensão de suas atividades e mais uma multa. Recorreu.

O departamento jurídico da Chapecoense vai recorrer novamente.

As penas pesadas impostas a Chapecoense seriam um reflexo exatamente do que?

Técnico punido. Presidente punido, multa pesada em dinheiro, arena de portas fechadas.

Seria uma forma de atrapalhar os planos da Chapecoense em se manter na Série A? Não creio.

Seria uma retaliação a oposição do presidente da nossa Federação ao comando da CBF? Começo a acreditar que sim.

Seria a Chapecoense uma espécie de bode expiatório na parte disciplinar para mostrar aos outros como eles mandam? Pode ser também.

O fato é que a situação está muito estranha e o peso das medidas contra a Chapecoense e as penas mais brandas aplicadas a outros clubes em situações bem semelhantes nos fazem pensar.

Dois pesos e duas medidas. O fato é que a Chapecoense precisa aprender com isso. Ficar atenta as manobras de bastidores e evitar ao máximo situações limites, mesmo quando é prejudicada impiedosamente pela incompetência dos árbitros mal preparados.

Já escrevi aqui várias vezes, que não existe no mundo alguém que tenha tanto poder imediato como um árbitro de futebol. O que ele decide na hora é lei e o que ele escreve na súmula tem uma força gigantesca.

A Chapecoense é uma entidade cumpridora dos seus deveres. Deve se defender de ações que tentam desequilibra-la e jamais aceitar a posição de injustiçada.

A associação que está mostrando ao futebol brasileiro como se administra com recursos muito menores do que os gigantes, que paga suas contas em dia, que cumpre o que promete, que não para de crescer como time e marca, não pode ser freada por perseguições, sejam elas motivas sabe-se lá por quais motivos. Aqui não!

Independiente 0×0 Chapecoense

Coluna postada em 21/09/2016 por fernando

Primeiro tempo

 

Gostei muito da primeira etapa da Chapecoense em Alvellaneda na Argentina. Ficou no 0×0.

O Independiente até que tentou atacar, exerceu uma certa pressão, mas sem efetividade. Terminaram a etapa inicial com os dois zagueiros pendurados com cartão amarelo.

Sustos? Nenhum. Inclusive o próprio estádio teve uma capacidade de público bem abaixo das possibilidades.

A proposta foi bem clara. E foi igual à que foi adotada pela Chapecoense contra o Fluminense.

Correu poucos riscos, mas também não se arriscou em demasia.

A Chapecoense tem sim um jeito de jogar. E ele se formou exatamente dentro das possibilidades do elenco.

A boa experiência do elenco da Chapecoense, com boa parte do elenco carregando experiências internacionais, fez a diferença na primeira etapa de jogo.

Segundo tempo

Daria para copiar o teto acima, mas vamos encontrar algumas diferenças.

A Chapecoense mudou três vezes e foi como se nada tivesse acontecido. As entradas de Sergio Manoel e Lucas Gomes não deram em nada e a chegada de Bruno Rangel ficou apenas no anúncio da sua entrada, pois afinal de contas ele sequer tocou na bola.

Na defesa a grande novidade a Chapecoense não sofreu nenhum gol e a atuação de Felipe Machado foi destacada pela equipe da Rádio Chapecó AM 1330, com boa atuação também do que William Thiego.

O resultado de 0×0 foi bom sim, pois estabelece um paridade para o jogo de Chapecó em, agora será a vez de a Chapecoense exercer seu fator local.

A Chape é time cascudo e não se amedronta com quem quer que seja.

 

 

 

Na casa do capeta

Coluna postada em 20/09/2016 por fernando

A Chapecoense joga na noite de quarta-feira em Alvellaneda, na Grande Buenos Aires, contra o Independiente, o Rey de Copas.

Cito a casa do capeta, porque o mascote deles é simplesmente o diabo.

O estádio Libertadores da América é muito bonito. Tem capacidade para 40 mil torcedores e se parece muito com a configuração do Independência de Belo Horizonte, mas o argentino é bem maior.

A pressão que eles exercem em seu estádio é impressionante. Os torcedores, bem ao estilo argentino, não param um minuto, cantam e agitam o tempo inteiro. A figura do diabo como mascote é bem apropriada.

Olhando o time do Independiente de hoje e o comparando com o River do ano passado, creio que o adversário de hoje seja menos qualificado, mas tem uma pegada muito forte.

O Independiente passa por uma reestruturação em todos os sentidos.

As conquistas do Independiente são muito marcantes. Eles já levaram o título argentino em 16 vezes e a taça da Libertadores da América já esteve sete vezes no armário deles. A Copa Intercontinental foi deles duas vezes.

O calibre deste adversário é o maior de todos, podem ter certeza, sob o aspecto de conquistas.

A Chapecoense tem meio time que jogou no ano passado contra Libertad e River Plate e outros jogadores com passagem internacional. O grupo tem uma boa carga de experiência.

A grande segredo será segurar o adversário na tradicional pressão inicial de jogo e tentar, se possível, repassar a pressão da necessidade de resultado que eles carregam, por jogar em casa. O negócio é chegar bem vivo em casa, sem a necessidade de realizar um jogo apoteótico.

O jogo começa  às 19:15. Ouça na Rádio Chapecó AM 1330, Antena 1 FM 107,1 ou no www.radiochapeco.com.br

A vitória escapou

Coluna postada em 18/09/2016 por fernando

Chapecoense 2×2 Ponte Preta

 

Mais uma vez o ponto fraco da Chapecoense foi a defesa. Duas bolas paradas e dois gols sofridos. Creio que reclamar não adianta mais, pois troca daqui, troca dali e nada muda. Sempre a zaga vaza.

O empate em 2×2 não é ruim na tabela, mas é ruim sim por ser adversário direto. A Ponte Preta tem bom time, mas a diferença se fez na falta de qualidade defensiva da Chapecoense que entregou dois gols.

A bola aérea da Chapecoense é uma catástrofe.

Quando a Chapecoense sofreu o segundo gol o baque foi grande e o time cansou. Não teve mais forças para chegar na frente com qualidade. Daí dos dois lados o jogo se resumiu a balões e chutões para frente, na base vamos ver o que vai dar.

A campanha do returno segue sendo boa e certamente será de sucesso ao final com a Chapecoense se mantendo na elite, mas se a defesa fosse mais equilibrada certamente a campanha seria surpreendente.

O grande nome do jogo foi Tiaguinho. Uma aposta de Caio Júnior que está sabendo valorizar o atleta. E ele respondeu com dois gols de qualidade. No segundo foi abraçar o técnico como forma de agradecimento. É a boa notícia do momento.

A preparação agora é para o jogo de quarta-feira na Argentina pela Copa Sul-Americana contra o Independiente.

Depois disso será a vez de enfrentar o Grêmio na Arena deles com a presença de Renato Gaúcho no comando.

O time saiu de campo ressentido com o empate com a Ponte Preta e reconhecendo falhas defensivas e a incapacidade de segurar a bola parada dos adversários.

Seguimos em frente.

 

 

 

O cliente sempre tem razão

Coluna postada em 15/09/2016 por fernando

 

 

Fluminense 1×2 Chapecoense

 

São seis encontros entre as duas equipes em três temporadas de Série A. Agora são cinco vitórias da Chapecoense e um empate apenas. Freguês? Sim.

Sobre o jogo é preciso dividi-lo em dois tempos distintos.

Na primeira etapa a Chapecoense tinha o objetivo de se defender para tentar algo mais na etapa final. O problema é que o gol do Fluminense aconteceu antes dos quatro minutos e desta forma parecia que o projeto de Caio Júnior poderia fracassar.

Nada disso! A Chapecoense soube se postar e desta forma começou a tomar conta do jogo. Veio a segunda etapa e a virada merecida. A entrada de Cleber Santana foi vital. Ele foi poupado na etapa inicial e seu retorno deu a dinâmica necessária para que o meio de campo pudesse realmente atuar, distribuir o jogo e ligar o ataque com mais qualidade.

E veio o gol de Dener e depois o de Lourency, uma aposta pessoal de Caio Júnior. A segunda etapa foi de controle total da Chapecoense que soube ocupar espaços, que soube enfrentar um estádio lotado e teve a personalidade necessária, a maturidade para virar um jogo em um estádio em que o adversário ainda não havia perdido na temporada.

Os três pontos conquistados dão a Chapecoense uma situação muito boa na competição dando direito de pensar em algo mais arrojado, maior até o final da temporada.

Com isso o respeito aumenta e muito em relação a imagem da Chapecoense, sua atuação dentro e fora de campo.

Vitória merecida com certeza.

O interessante Fluminense

Coluna postada em 13/09/2016 por fernando

Acompanhei na noite de segunda-feira a vitória do Fluminense por 4×2 sobre a boa equipe do Atlético Mineiro.

O Galo saiu na frente com um baita gol do sempre craque Robinho. Veio à reação na segunda etapa e o Fluminense virou o jogo com facilidade. O gol derradeiro foi de Maranhão, mostrando a qualidade que ele já havia mostrado por aqui.

O que mais me deixou impressionado no Fluminense é a rapidez de transição do meio de campo ao ataque e como eles não perdoam erros da zaga.

Não se trata de um grande time, mas tem eficiência na chegada ao ataque. A zaga fica devendo.

O estádio de Edson Passos é bem acanhado. A iluminação deixa a desejar, tanto que a TV mesmo com toda a tecnologia de hoje, sofre para entregar uma imagem de qualidade. O restante das instalações parecem bastante acanhadas.

Na verdade o Fluminense joga ao melhor estilo do futebol carioca. Joga solto e para frente. Assim como ataca com perspicácia, deixa bons espaços na defesa. Não é um time totalmente equilibrado.

Gosto muito do trabalho do técnico Levir Culpi. Vejo nele um técnico criativo e sem medo de colocar o time para jogar para frente. Tem coragem. Ele sempre fala muito bem em relação a Chapecoense.

Quem jogou muita bola foi Magno Alves, o veterano Magnata. Ele foi o grande comandante da virada e da importante vitória, que colocou o Fluminense na confortável 7ª colocação com 37 pontos e apenas três do G4.

Um time que parecia meio que conformado em lutar para permanecer na elite, que poderia estar longe do grupo de elite, mas que reavivou na competição e que pode e deve sonhar com algo mais importante.

Este será o adversário da Chapecoense, quinta-feira à noite, em Mesquita, na Baixada Fluminense, no estádio Giulitte Coutinho em Edson Passos. Jogo às 19:30.

Conta da verdade

Coluna postada em 12/09/2016 por fernando

 

A Chapecoense abriu novamente sete pontos da zona de rebaixamento. Conta da verdade, de uma campanha que não é fácil de ser executada, mas em que em momento algum conduziu a Chapecoense para a zona de rebaixamento.

Até aqui é a campanha mais promissora da Chape desde a sua chegada a Série A.

E incrivelmente é a primeira vez que figuramos com um número marcante ruim, o de ter a zaga mais vazada da competição, no momento com 39 gols, mas agora igualada pelo Sport e com a aproximação dos dois últimos, América e Santa Cruz com 38 tentos sofridos.

Outra verdade é que somos, enquanto imprensa e torcedores, muito exigentes. E isso é bom!

A própria diretoria da Chapecoense criou uma organização interna que exige de todos os setores, dentro e fora de campo, uma postura de competição.

A vitória sobre o Coritiba foi de vital importância para uma sequência menos traumática. Nada ainda está resolvido, mas o encaminhamento é positivo.

O próximo compromisso, contra o Fluminense, lá no Rio de Janeiro, em Mesquita, em estádio pequeno como o Giulitte Coutinho, deixa em aberto todas as possibilidades.

Creio ser este um jogo para a Chapecoense arriscar um pouco mais e criar um ambiente diferente daquele que deve esperar o Flu para este jogo.

O técnico Caio Júnior, terá os retornos de Josimar e Ananias que cumpriram suspensão automática.

O certo é que entramos agora em uma faixa que causa ansiedade, pois com a aproximação da faixa de pontos que livra o time do rebaixamento, parece que todos desejam pisar no acelerador. Mas tudo deve ser feito ao seu tempo.

No momento a Chapecoense é a quinta melhor campanha do returno.

A vitória mais importante até aqui

Coluna postada em 11/09/2016 por fernando

Chapecoense 1×0 Coritiba

 

Não tenho nenhum receio em parecer exagerado, por cravar que a vitória de hoje (domingo) sobre o Coritiba foi a mais importante do ano. Era um jogo limite, que poderia colocar a Chapecoense quase dentro da zona de rebaixamento e com uma sequência de jogos muito forte pela frente. Havia um sentimento de angústia no ar. Um sentimento de que algo ruim pudesse acontecer e uma desconfiança em relação a capacidade do time. A vitória, complicada, difícil, sobre o Coritiba, debelou uma crise que parecia querer se instalar.

O técnico Caio Júnior foi ousado e escalou um ataque com a dupla Bruno Rangel e Kempes. Porém, faltou no meio de campo a ligação capaz de acionar a dupla de frente. Não coloco nas costas do técnico a culpa, mas sim na incapacidade de alguns jogadores que simplesmente não apareceram para o jogo. Foi criado um vácuo de criatividade entre a zaga e os atacantes e a bola não chegava redonda lá na frente. Quando chegou, em uma oportunidade, o gol de fez. Muitas vezes a zaga se obrigava a sair jogando e carregava a bola até a meia cancha de ataque, notadamente com William Thiego. E por várias vezes ele se obrigava a cometer faltas pesadas ou expunha a defesa a situações complicadas.

O que não faltou foi vontade a Chapecoense. A capacidade criativa esteve limitada, mas aplicação houve e isso deve sim ser valorizado.

Duas atuações foram destacadas. O atacante Kempes mais uma vezes mostrou que se esforça acima da média. Tem limitações técnicas, mas tem caráter e veste a camiseta.

E o goleiro Danilo foi gigante. Suas defesas valeram no mínimo uns três gols. Foi peça decisiva na vitória da Chapecoense.

O público foi de pouco mais de 6.000 pessoas. Para um domingo lindo, em manhã de primavera, sem nuvens no céu, o torcedor ficou devendo uma maior participação.

No fechar da conta, o que de mais importante resta é a vitória da Chapecoense e sem sofrer gol.

Seguimos em frente e de cabeça erguida, de pé na patrola!

O embalado Coxa Branca

Coluna postada em 08/09/2016 por fernando

 

O jogo entre Chapecoense e Coritiba, na manhã de domingo, às 11 horas, ganhou contornos de grande importância. Já era um jogo de atenção especial, mas após a lambada que o Coxa deu no Grêmio, castigando o tricolor com um sonoro 4×0, o olhar deve ser de atenção redobrada sobre o próximo adversário.

Os vazamentos da zaga da Chapecoense precisam ser estancados. A cada final de jogo os zagueiros dizem que não sabem o que está acontecendo e que precisam melhorar, mas a verdade é que a sina continua.

O problema está no conjunto da obra. Não é possível colocar todas as culpas nas costas da dupla de zagueiros. Está na verdade tudo errado no balanço defensivo da Chapecoense, pois se isso não for verdade, porque temos a zaga mais vazada?

Estamos em meados de setembro e ainda estamos debatendo este desgastante tema. Teremos uma solução? Estou perdendo minhas esperanças. A volta de Neto é apontada como uma solução, mas ele foi relacionado para um jogo e desapareceu das listas seguintes, o que me leva a crer que ele não está pronto. Treinando está, mas no jogo a situação é diferente.

Nomes como Josimar, Ananias e Sérgio Manoel precisam dar um tempo. O Biteco não ganha mais vaga nem para carregar as malas. O Alan Ruschel não tem jeito de tirar os chinelos. Está na hora de uma sacudida na turma e de fazer alguns resgatarem o futebol. As nossas alas são um deserto de criatividade nos últimos jogos. Falta força e talento. Já mostraram que podem, mas as últimas apresentações foram lamentáveis.

E a falta de Caio Júnior a beira do gramado é sentida. Sua suspenção tira do time uma vibração importante.

A faixa que separa a Chapecoense da zona de rebaixamento ainda é boa, mas os resultados mais recentes tem mostrado que a turma que luta contra o Z4 tem melhorado.

Portanto, o jogo contra o Coritiba ganhou em importância e dramaticidade frente a interminável fragilidade da nossa zaga. Está na hora de trocar, Caio Júnior!

Instabilidade

Coluna postada em 07/09/2016 por fernando

Santa Cruz 2×2 Chapecoense

 

A instabilidade da Chapecoense é algo marcante e preocupa sim. A forma como o time oscila em campo, em um mesmo jogo é algo que precisa primeiro ser explicado e depois resolvido.

Contra o Santa Cruz não foi diferente. Começou mal o jogo e em uma bola fez o gol e começou a controlar o jogo. Terminou o primeiro tempo bem e em vantagem.

Veio a segunda etapa e com ele uma atuação horrível da Chapecoense. A entrada de Ananias foi uma lástima. A entrada de Sergio Manoel foi um naufrágio. Para colaborar ainda mais com a constatação o Santa Cruz perdeu seu péssimo zagueiro Luan Pérez. Mas mesmo com a superioridade numérica, a Chapecoense não soube tirar proveito até os 41 minutos da etapa final. Aí veio o pênalti sofrido por kempes, o melhor da Chapecoense em campo e do jogo, para a batida competente de Bruno Rangel.

O empate é importante, soma mais um ponto na caminhada rumo a permanência, mas não é possível levar gols em todos os jogos e levar dois gols de um time tão ruim como esse Santa Cruz. Em jogos da Chapecoense uma coisa é certa, ela vai sofrer gols. Temos a zaga mais vazada da competição e mesmo assim estamos na 11ª colocação.

Nomes importantes do time estiveram abaixo. Começo por Cleber Santana que jogou pouco, passo por Gimenez que foi pouco mais que nada, Dener está amarrado em campo e Lucas Gomes está muito ciscador.

No fim das contas o resultado acabou sendo bom, no contexto geral do jogo, pois jogando o que jogou na segunda etapa, passando sufoco, contra uma equipe ruim como essa do Santa Cruz, acaba sendo algo bom levar para casa um ponto.

O Caio Júnior precisa fazer algo com a zaga. Do jeito que está não dá mais. Pelo lado esquerdo Dener e Felipe Machado não podem jogar juntos. Pelo lado direito Gimenez não marca, é fácil passar por ele. Salva-se William Thiego. O goleiro Danilo fez ontem defesas importantes. O que Josimar erra de passes e engrena contra-ataques é uma grandeza. Ou seja, a instabilidade do time passa toda por aí.

A Chapecoense não conseguiu ganhar do segundo pior time da competição em pontos, porque no futebol ele é pior do que o América-MG.