Campeão merecido

Coluna postada em 27/11/2016 por fernando

Palmeiras 1×0 Chapecoense

 

O título do futebol brasileiro na temporada está em boas mãos e é do Palmeiras. Venceu a Chapecoense por 1×0 e fez aquilo que lhe cabia.

Durante toda a temporada o Palmeiras foi o melhor time e o elenco mais bem montado com um técnico maduro que é o Cuca.

A Chapecoense teve um comportamento digno e mesmo com time misto foi competitiva. Teve capacidade de empatar e soube se defender quando necessário.

O gol foi meio por acaso, de Fabiano, nosso conhecido, mas valeu e o guri revelado pela Chapecoense entra para a história do Palmeiras com o tento anotado.

Ao Palmeiras todas as homenagens e o reconhecimento pela conquista realmente merecida.

Agora a Chapecoense volta seu olhar para a Copa Sul-Americana e a disputa com o Atlético Nacional da Colômbia, com o primeiro jogo em Medelín e o segundo em Curitiba.

Muito está em jogo e uma conquista passa por passar pelo primeiro jogo e sair dele vivo para levar para Curitiba a decisão, quando certeza teremos uma verdadeira invasão de chapecoenses.

De forma muito correta o técnico Caio Júnior poupou a maioria dos atletas visando a Copa Sul Americana.

Desta forma o time está inteiro, completo e descansado e vai viajar com maior antecedência do que nos outros compromissos.

Parabéns Palmeiras pela conquista. E Chapecoense, rumo a maior conquista da sua história.

 

 

 

 

JEC

 

Após sum aluta intensa o Joinville conseguiu ser rebaixado.

Por muito tempo esteve na zona de rebaixamento e mesmo assim chegou a última rodada ainda com possibilidades de permanecer na Série B. Venceu o jogo de portões fechados e mesmo assim foi rebaixado, por tudo aquilo de ruim que fizera ao longo do campeonato e pelos resultados combinados.

Agora é voltar a encarara um deficitário Campeonato Catarinense e uma Série C de pouco apelo para torcedores e investidores.

É uma ruptura pesada no projeto do time da maior cidade de SC, que segue com problemas de organização.

A saída de Maringá do comando do futebol foi ruim.

Agora é jogar a terceira divisão nacional. Marcha a ré.

 

 

Bahia

 

Guto Ferreira foi tirado da Chapecoense e contratado pelo Bahia para fazer o time render e chegar a Série A. Passava por isso uma renovação de contrato e uma boa grana.

Não foi nada fácil, mas ele conseguiu. Jogou contra o Atlético-GO, já campeão da B e mesmo assim perdeu fora de casa por 2×1. Ficou olhando os outros resultados e entrou. O Bahia montou um time caro e pouco eficiente. Se não tivesse tomado a atitude de trocar o comando ficaria lá pela metade da tabela.

Mais um bom trabalho de Guto Ferreira que fecha a temporada por cima. Campeão em SC e com o Bahia na Série A.

Dizem que o Fluminense teria interesse em contrata-lo.

Profissional correto, trabalhador e que conhece muito. Na Chapecoense deixou portas abertas.

 

DE PRIMEIRA

 

- O Vasco que pretendia ser o fenômeno da Série B, que projetava ser o maior pontuador da história da segunda divisão, ser campeão e levar a vaga na virada do turno, teve de chegar à última rodada e viver 10 minutos de agonia para confirmar seu retorno à Série A.

 

- O técnico Jorginho, do alto de uma montanha de arrogância, apregoou um superioridade sem fim do Vasco no começo da competição. Falou um monte de asneiras e quase pagou o mico do ano. Quietinho e trabalhando forme o Atlético-GO foi lá e fez bonito.

 

- E quando o Vasco corria perigo real e iminente de na subir o Fidel castro vascaíno, Eurico Miranda, bradou que estavam manipulando resultados e times entregando jogos para evitar o acesso do Vasco e para fazer o Inter ser rebaixado. Quanta besteira!

 

 

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Palmeiras campeão brasileiro de futebol em 2016.

É a nona conquista na história do clube.

O Palmeiras entra na próxima temporada com o maior orçamento de todos os times de Série A e isso pode até não garantir títulos, mas abre portas e janelas muito interessantes.

Merecida conquista. E o técnico Cuca é hoje é o melhor no momento.

 

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A estrutura do Allianz Parque fica devendo em muitos aspectos.

O gramado é uma vergonha.

As cabines de rádio, além de poucas, são apertadas e mal elaboradas, internet não funciona e até os banheiros do setor de imprensa andaram quebrando na hora do pique.

Um projeto voltado pela imprensa feito por um jumento.

Peço desculpas ao simpático animal pela comparação.

Regulamento injusto

Coluna postada em 24/11/2016 por fernando

 

A Chapecoense não poderá decidir em Chapecó o título da Copa Sul-Americana, pois a nossa Arena Condá não tem capacidade para 40 mil pessoas como exige o regulamento. Temos lugar para 20 mil.

Está no regulamento, é preciso respeitar, mas é injusto.

Se o estádio ou arena serve para todas as fases, até mesmo para a semifinal, porque não pode ser utilizado em uma decisão?

Separar o torcedor do seu time é algo contraproducente, chegando ao ponto de ser considerado uma verdadeira burrice. Mas é assim que vai ser.

A decisão será em Curitiba ou em Porto Alegre. Foram oferecidos o Beira Rio, Olímpico, Arena da Baixada e Couto Pereira.

O técnico da Chapecoense, Caio Júnior, já disse que gostaria de jogar em Curitiba que é a sua cidade. Olhando todas as possibilidade creio que o Couto Pereira deva ser o escolhido, por ser verde e branco, por ter gramado natural, mesmo sendo a estrutura menos equipada de todas, mas é um bom estádio.

Em Santa Catarina não temos nenhum estádio capaz de abrigar a decisão da Copa Sul-Americana.

A perda de público será gigantesca. Que se preparam os bares e restaurantes de Chapecó para uma verdadeira invasão no dia 07 de dezembro, com o jogo que vai fechar a temporada de futebol no Brasil.

Segundo me disse o presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro, a situação deve começar a mudar em 2017, quando os estádios e arenas deverão receber um selo de qualidade e uma espécie de escala de avaliação por atender as demandas estabelecidas pelas entidades que controlam o futebol.

A gente sempre diz que para a Chapecoense as coisas são sempre mais difíceis, pois então vamos encarar mais essa.

Divido com vocês a emoção de ser narrador de futebol

Coluna postada em 24/11/2016 por fernando

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A noite, o Papa e todas as emoções que nos aguardam

Coluna postada em 22/11/2016 por fernando

 

Quarta-feira 23 de novembro de 2017, às 21:45, Chapecoense e San Lorenzo da Argentina pisarão no gramado da nossa Arena Condá para um jogo histórico.

Para a Chapecoense é o grande desafio internacional da sua história, um jogo que pode lhe colocar em uma decisão de Copa Sul-Americana, algo que ninguém fez em SC, ou seja, é um jogo emblemático.

Para o San Lorenzo o jogo também é muito importante, é até tido como uma obrigação de vitória, devido ao tamanho da agremiação, pois já venceram a Libertadores da América e jogaram um Mundial de Clubes, sendo vice-campeão, perdendo para o Real Madrid.

Vantagens mínimas a parte, será um encontro de muita doação de parte a parte, tenho certeza.

Na Argentina tive a impressão de que o San Lorenzo entrou em campo se achando muito, mas muito maior do que a Chapecoense. Erraram no cálculo e acabaram apenas empatando, quando resultado correto deveria ter sido de vitória para a Chapecoense.

Teremos na noite de quarta-feira lotação máxima na Arena Condá e isso fará a diferença em benefício da Chapecoense, pois emprestará uma força a mais para o nosso time. Já o San Lorenzo é acostumado com ambientes hostis, assim como a própria Chapecoense.

O ambiente antes do jogo é algo espetacular. A cidade de Chapecó e a Região Oeste foram mobilizadas de forma arrebatadora e isso se transfere muito positivamente para dentro de campo.

Todas as ações que cabiam a diretoria foram realizadas, inclusive possibilitando compra de ingressos a preços mais acessíveis.

E a grande vantagem. A Chapecoense está voando! Todos os aspectos anímicos do time estão em alta e a concentração é plena.

Em jogo a história da associação, de atletas, oportunidades profissionais que se oferecem e uma inserção internacional ainda mais vigorosa.

Noite para se emocionar e tenho a certeza, com todo o respeito e admiração que o San Lorenzo merece, para chegar a decisão.

Querido Papa Francisco, revolucionário comandante da Igreja Católica, sejamos justos, a Chape merece. Vem com a gente, Santo Padre!

O jogo é jogado e o lambari é pescado

Coluna postada em 21/11/2016 por fernando

A frase é velha e faz parte do mundo da bola. Quem gosta de citá-la é o técnico Guto Ferreira.

Pois se é assim mesmo, o Palmeiras que trate de pescar o lambari antes de convidar a turma para fritada.

Um empate já serve para o Palmeiras se sagrar campeão brasileiro da temporada, algo que é muito justo, por tudo o que fez durante o ano, porém, garantir que a festa será no domingo contra a Chapecoense pode soar debochado para alguns e convida para pensar que não estão respeitando o adversário.

Tudo com muita calma e com muita tranquilidade para não atravessar o samba na avenida.

O Palmeiras tem um baita time, mas a Chapecoense não se encolhe para mais ninguém.

Na entrevista coletiva, o técnico Caio Júnior já deu o tom e abriu sua linha de pensamento.

Em primeiro lugar o Palmeiras terá de jogar futebol, que é coisa que sabe fazer e muito bem, para depois sim, comemorar com justiça a iminente conquista.

A Chapecoense tem muito interesse na sequência de jogos, pois está perto de entrar na zona de classificação para a Libertadores da América.

E tem mais. A pressão estará toda ela sobre o Palmeiras que terá obrigação de no mínimo empatar, a Chapecoense vai jogar de sangue doce.

E para reforçar ainda maia a frase que serve de título para a coluna de hoje, o técnico da Chapecoense, Caio Júnior, tem o apelido de lambari.

O que posso dar como certo no momento é que a Chapecoense terá ao longo de toda a semana uma exposição espetacular na mídia, lutando por uma vaga a final da Sul-Americana e sendo o adversário do time que pode ser o campeão nacional da temporada, justamente as duas equipes que subiram juntas da B para a Série A na temporada de 2013.

O jogo é jogado e o lambari é pescado.

Que momento

Coluna postada em 20/11/2016 por fernando

 

Chapecoense 2×0 São Paulo

 

O São Paulo começou melhor o jogo e teve muitas oportunidades para marcar. Fez aquilo que fez ao longo de grande parte do campeonato, ou seja, não fez, que foi marcar gols.

A Chapecoense, que não tinha com isso, foi lá e fez um belo gol com Dener, um dos mais aplicados atletas deste elenco muito acima da média da Chapecoense.

O São Paulo tonteou e sentiu o gol como se tivesse levado um soco no fígado.

E quando tudo parecia caminhar para um resultado mínimo na etapa inicial, eis que, Tiaguinho saca um coelho da cartola e mete um golaço do meio da rua. Um gol de quem sabe. Aliás, este menino, Tiaguinho, está sabendo aproveitar a grande oportunidade da sua carreira e abre portas gigantescas para seu futebol. De franzina estatura, ele não foge das divididas e chuta com violência. Uma grata revelação e uma escolha muita acertada da direção de futebol que foi bombardeada quando ele foi anunciado.

Construído o placar na etapa inicial, a Chapecoense apenas administrou a segunda etapa e com maestria levou até o final o placar. Sofreu pressão em alguns momentos, mas soube se livrar de todos os perigos.

E finalizou escrevendo sobre Caio Júnior. Ele chegou para substituir Guto Ferreira que vinha de uma conquista estadual e de uma boa campanha no nacional. Chegou sob uma saraivada de críticas, carregando muita desconfiança e se defendendo de alguns golpes desleais sob o aspecto de opinião. O que ele fez até aqui é trabalho de quem sabe das coisas, de quem sabe dividir os méritos, de quem tem caráter e merece o sucesso. É desde já um vencedor na sua passagem pela Chapecoense.

Agora é jogar contra o San Lorenzo e cravar uma vaga em uma decisão de Copa Sul-Americana.

Que momento vive a Chapecoense!

Melhor em tudo

Coluna postada em 16/11/2016 por fernando

 

 

Botafogo 0×2 Chapecoense

 

Em primeiro lugar foi uma vitória grande, de autoridade e da maturidade de um time que já marca na história como o que realizou a melhor campanha de todas as participações na Série A.

Jogou contra o Botafogo sem cinco titulares.

O Botafogo havia perdido apenas dois jogos até ontem no estádio Luso Brasileiro.

Não foi um jogo fácil. O Camilo colocou duas na trave e Danilo fez grandes defesas.

O que marcou a vitória da Chapecoense foi ela ter sido exata no primeiro gol e mortal no contra-ataque que definiu o jogo.

O compromisso de domingo contra o São Paulo ganhou em importância, pois além de poder romper a marca dos 50 pontos, poderá colocar a Chapecoense na cara do gol de uma Libertadores da América.

A semana entre hoje e a próxima quarta-feira promete ser muito marcante na história da Chape.

O que o calendário oferece é algo muito grande e precisa ser avaliado desta forma pelos torcedores que precisam agora realizar um esforço concentrado para estar totalmente ao lado do time.

No jogo de ontem a Chapecoense mais uma vez surpreendeu a crônica esportiva nacional, a dita grande.

Alguns diziam que jogadores estavam sendo poupados, quando na verdade estão lesionados e mesmo assim a vitória aconteceu e com muita naturalidade. Grupo bom.

Bom, meus amigos e minhas amigas, seguimos rumo a muitas coisas boas até o final da temporada.

Pressão para jogar em casa

Coluna postada em 11/11/2016 por fernando

A Chapecoense pode chegar a final da Copa Sul-Americana, afinal de contas está na semifinal da competição e empatou a primeira fora de casa e decide a vaga dia 23 aqui.

Uma semana depois começa a decisão e a Chapecoense precisa buscar a solução para o local do eventual jogo decisivo, pois pelo regulamento ele não poderia acontecer na Arena Condá devido à capacidade ser apenas a metade da exigida, que é de 40 mil.

O assunto já está sendo tratado, de forma velada, para evitar que se passe uma imagem de falta de respeito com o San Lorenzo.

Segundo disse p presidente Sandro Pallaoro, a ideia é realizar o jogo aqui e já haveria apoio da CBF e de um dirigente ligado a CBF com forte atuação na Conmebol.

Ou seja, a Chapecoense vai lutar com todas as forças para deixar o jogo aqui em Chapecó.

Na verdade é uma grande injustiça do regulamento.

Se um time tem a possibilidade de atuar em seu estádio ou arena até a semifinal, porque não pode atuar no mesmo local em uma final?

Se o caso for dinheiro, que se dobre a cota a ser paga a confederação a desta forma fica tudo certo.

Na verdade é uma forma de oprimir os clubes menores, de desanima-los e de forçar um favoritismo para os clubes de maior história.

É preciso que se modifique com urgência este tipo de distorção nos regulamentos das competições que ainda carregam este tipo de injustiça.

A Chapecoense vai lutar sim para mudar isso e já tem bons parceiros na luta.

Eleição na Chapecoense

Coluna postada em 08/11/2016 por fernando

Que não se faça nenhuma comparação entre uma eleição normal para cargos de governo em qualquer nível, com uma eleição em uma instituição esportiva ligada ao futebol.

O ambiente é outro e o mecanismo também.

Na Chapecoense a eleição acontece no ambiente do Conselho Deliberativo, que também passará por escolha. Não existe o voto aberto ao sócio, ainda.

É no Conselho Deliberativo que tudo se resolve. A aprovação ou não das contas. A liberação para investimentos mais pesados. É lá que surgem as boas ideias, ou seja, internamente, para depois ser liberado ao público interessado no tema.

A Chapecoense vive seu melhor momento desde a fundação. Financeiramente não há comparação. Na parte administrativa o modelo está sendo copiado. Institucionalmente não tenho a menor dúvida em destacar que se trata da mais importante instituição privada de Chapecó no momento, sob o aspecto de divulgação. Jamais vou comparar a Chapecoense com instituições de saúde ou ensino, mas na expansão da marca Chapecó, hoje ela é imbatível.

No campo de investimentos em infraestrutura a Chapecoense jamais deu tanta atenção a aplicação de recursos como agora.

Dívidas? Poucas e ligadas a negociações de impostos do passado.

O momento aponta objetivamente para a continuidade, seja de projeto ou de nomes. Uma ruptura agora poderia ser muito perigosa.

Para tudo há o momento certo. Chegará um dia que um novo grupo vai comandar a Chapecoense. A renovação se fará necessária, mas agora não.

O que os atuais dirigentes estão fazendo na Chapecoense não tem parâmetro na história esportiva de Santa Catarina.

Um permanece e o outro desce

Coluna postada em 06/11/2016 por fernando

 

Chapecoense 1×0 Figueirense.

 

A Chapecoense não conseguiu jogar tudo o que jogou nas rodadas mais recentes, mas ganhou pelo placar mínimo, que foi o suficiente para manter a Chapecoense na elite nacional em 2017.

O Figueirense jogou um pouco mais do que havia jogado nas últimas rodadas com a esperança de uma sobrevida. Não foi o suficiente. Foi aguerrido, teve alguma determinação, mas faltou qualidade, como faltou em toda a temporada.

O gol foi de Kempes aos 30 minutos da etapa final. E olha que o Figueirense jogou com um homem a menos desde os 25 da etapa inicial. Ele entrou e logo marcou, coroando a participação de um atleta que é muito dedicado e boa gente demais.

O Figueirense está agora na obrigação de buscar quatro vitórias em quatro jogos. Venceu até agora sete. Certamente não vencerá todos os necessários.

O Figueirense foi um amontoado de erros na temporada e não poderia desencadear em outra situação que não fosse o rebaixamento.

A Chapecoense se mostrou ansiosa ao longo do jogo e atuou sem três titulares. Como a bola não entrava a carga de responsabilidade aumentava, até que o gol veio e com ele uma espécie de descarrego.

Meta alcançada. Agora Caio Junior traçou a nova meta de ultrapassar os 50 pontos para garantir uma vaga na Copa Sul-Americana e estabelecer uma presença na primeira página da tabela.

Ao final Caio Júnior disse que a Chapecoense ainda não está matematicamente garantida. É verdade, mas a festa no vestiário entregou o bom momento.

Seguir trabalhando com seriedade e tudo vai dar mais certo do que já deu.

Olhos na Copa Sul-Americana, com 11 dias para recuperar o elenco e pensar nos grandes desafios.

Ao Figueirense, a dor do rebaixamento. Faz parte.