Arquivo para março, 2010

À noite em que o Índio virou Tigre

segunda-feira, março 29th, 2010
Nossa, que medo.

Nossa, que medo.

No futebol a arte de torcer pela derrota, o ato de secar, é um dos exercícios mais ingratos.

Secar é para quem tem parafusos a menos, mas ontem o torcedor da Chapecoense viveu este drama. Faz parte do momento, este verdadeiro pacote do sofrimento.

Acostumado a caçar, o Índio esteve na pele de uma de suas presas, o Tigre. Os chineses determinam que este é o ano deste espetacular animal que além de bonito, forte e ágil também é um predador temido. Uma boa fantasia para se vestir. Mas Tigre também fica velho e enfraquece.

Antes um animal feroz, hoje um felino quase domesticado.

Torcer pelo Criciúma na noite de ontem fez o torcedor sofrer em dobro. Torcer por um time que em momento algum levou perigo ao Brusque é expor o torcedor da Chapecoense a uma autoflagelação. Brusque 2×0 Criciúma.

Nada está decidido, mas mais uma vez o espaço para fugir do rebaixamento estreita para a Chapecoense.

A probabilidade de igualdade em pontos entre Brusque e Chapecoense é grande para o próximo domingo o que levaria para a última rodada a decisão do rebaixamento.

Se no fim existir a salvação, que assim seja.

Arena Condá correu risco de interdição

sábado, março 27th, 2010

Foto cavalo.

Na sexta-feira a Arena Condá correu o risco de ser interditada pela Policia Militar devido ao protesto mais incisivo do presidente da Chapecoense, Nei Maidana, e do diretor de futebol, Sandro Pallaoro. A ira dos dirigentes recaiu sobre o auxiliar Zelindo Matiasso. O problema é que houve excesso. O fato que mais pesou foram os chutes desferidos contra a porta do vestiário dos árbitros, fato que acabou sendo relatado pelos policias militares que faziam a segura segurança dos árbitros.

Diretores da Chapecoense e o Secretário de Esportes, Ivan Carlos, foram chamados pelo comando da PM para prestar esclarecimentos. Tudo certo.

A reclamação sobre a arbitragem é justa, mas ficar chutando porta de vestiário não é atitude de dirigente.

Sobrou até para um cavalo da PM que levou uma na “raiz do ouvido”. Verdade!

Debate esquenta em torno da “virada de mesa”

sábado, março 27th, 2010
Sassá Mutema.

Sassá Mutema.

A proposta de termos 12 clubes na primeira divisão de SC em 2011, apresentada pelo empresário Luciano Hang, presidente da Havan, sacode os debates esportivos no estado. Polêmica para sacudir o marasmo. A turma que acha a iniciativa uma vergonha é a mais numerosa. Os que defendem estão mais quietos, porém, tem muito mais poder de encaminhar a decisão. O assunto vai render muito ainda.

Sou contrário a toda e qualquer virada de mesa, mas também sou favorável ao aumento no número de clubes na elite do futebol catarinense. Contraditório? Com certeza!

Mas podem ter a certeza de que teremos o aumento de clubes já no ano que vem. A mesa será virada com certeza. A proposta é muito forte e já tem a adesão de muitas figuras importantes do nosso futebol.

A verdade é uma só. Vamos ter um debate acalorado, nossos dirigentes serão desmoralizados por muitos e a birra toda durará uns 15 dias, depois passa e em 2011 todos serão felizes com 12 clubes na primeira divisão. Pode escrever.

Inicia oficialmente movimento para termos 12 clubes no Campeonato Catarinense de 2011.

sexta-feira, março 26th, 2010

 

Recebi na tarde de ontem um e-mail distribuído pela assessoria de imprensa da Havan e assinado pelo empresário Luciano Hang, presidente da empresa e patrocinador do Brusque Futebol Clube. Leia com atenção.

 

 

Luciano Hang inicia campanha.

Luciano Hang inicia campanha.

                                              Pela democratização do Campeonato Catarinense de Futebol

Sou torcedor e apoiador do Brusque Futebol Clube, mas antes de tudo, um entusiasta do esporte e admirador do incansável trabalho dos dirigentes de todos os clubes para manter suas equipes em campo, independente do nível de disputa.

Acompanho o Campeonato Catarinense e percebo como a participação de um time na Divisão Principal traz benefícios, não só para o próprio clube, mas também para a cidade que ele representa, para as empresas que o patrocinam, para o torcedor, para a mídia e, porque não dizer, para o próprio futebol.

Alguns dirigentes e representantes da imprensa especializada têm defendido a abertura do Campeonato a partir de 2011, para torná-lo mais democrático e equilibrado. Eu me uno a eles e manifesto opinião favorável a que a Divisão Especial volte a ter 12 times ao invés de 10 (já teve 14, no passado). E sugiro que a Federação Catarinense de Futebol reavalie os critérios de acesso, passando a rebaixar apenas o lanterna e a subir somente o campeão da Segunda Divisão, valorizando mais os méritos das equipes, nos dois casos.

Abrir o leque vai favorecer a diversificação. Teremos mais times com diferentes perfis e qualidades, com mais oportunidades de jogos, equilibrando assim as disputas. Com isso o campeonato se tornará mais competitivo e mais justo para todos. Hoje a competição está seletiva. Poucas rodadas definem o resultado final e depois disso a maioria das equipes acaba sem compromissos de jogos, desperdiçando todo o investimento e o esforço para chegar até ali.

Eu vejo o futebol também como uma atividade social, que envolve as comunidades e cria oportunidades. Temos em Santa Catarina pelo menos uma dezena de clubes que poderiam estar disputando a primeira divisão, divulgando os nomes de suas cidades, mas que hoje permanecem marginalizados pelo regulamento. Se estivessem na tabela principal teriam mais apoio de seus municípios e de bons patrocinadores, proporcionariam mais espetáculos para as torcidas e movimentariam também a mídia de suas cidades. E todos ganhariam com isso.

Estamos no ano da Copa do Mundo e mais em evidência do que nunca, com a realização da Copa no Brasil em 2014. Portanto, é hora de investirmos para enriquecer o futebol brasileiro. Cada Estado fazendo a sua parte. Em Santa Catarina, um bom começo seria valorizar o esforço dos clubes, colocando suas equipes em campo, sob os holofotes e os aplausos de suas torcidas.

Aos que compartilham da mesma opinião, fico a disposição para colocar o assunto em debate e defender uma campanha em favor da democratização do Campeonato Catarinense de Futebol.

 

Luciano Hang

 

Empresário e patrocinador do Brusque Futebol Clube

Salvação da Chapecoense pode chagar por outra via

Este texto assinado pelo empresário Luciano Hang terá forte peso em uma futura tomada de decisão. Quando um dos maiores empresários do Brasil sai em defesa de uma idéia ela certamente ganhará eco. Luciano externa sua opinião em um momento crucial do Campeonato Catarinense, justamente quando a Chapecoense duela com seu Brusque, com muita inferioridade na matemática do jogo, pela fuga do rebaixamento. O assunto pode ganhar conotação de virada de mesa olhando pela brevidade na colocação em prática da mesma. Fosse deste ano para 2013 seria diferente. Quem sabe será este o entrave.

Pode estar aí à salvação da Chapecoense. Com mais de 90% de chances de ser rebaixada à diretoria que trate de mexer com suas bases e a tratar deste assunto com a importância que ele merece. Luciano Hang, do alto de sua importância como empresário e patrocinador do esporte, já deu o ponta pé inicial.

Chapecoense contrata mais quatro

quinta-feira, março 25th, 2010

Com a necessidade urgente de fugir do rebaixamento a Chapecoense abriu os cofres e contratou nesta semana seis reforços. Waldir e Rodrigo já são do conhecimento dos torcedores. Na manhã de hoje chegaram Marcelo (goleiro), Neilson e Marquinhos (atacantes) e Wagner (volante). Todos vindos do Cia Norte do Paraná.

Ibirama 0×0 Brusque. A missão da Chapecoense segue a mesma

quarta-feira, março 24th, 2010
Contas e mais contas!

Contas e mais contas!

A vantagem do Brusque sobe para quatro pontos, mas a grande vantagem está no maior número de vitórias sobre a Chapecoense. A Chapecoense vencendo o Criciúma na noite de hoje deixa a diferença em um ponto. A matemática não muda. A Chapecoense segue com a necessidade de vencer e torcer por tropeços do Brusque.

Diferença de um e a igualdade na situação da tabela é a mesma situação. Se Chapecoense e Brusque empatarem em pontos a vantagem é do Brusque. Ficando em um a diferença resta a Chapecoense vencer e torcer por no mínimo um empate do Brusque. Se as coisas acontecerem desta forma a Chapecoense abre dois pontos. Somente a vitória do Brusque seria fatal. Aliás, o Brusque reclama uma barbaridade da arbitragem. Teve gol anulado e reclama um pênalti.   

O Juventus está definitivamente sepultado, resta agora saber quem terá o desprazer em fazer-lhe companhia. 

O empate do Brusque em 0×0 em Ibirama não repercute. O que vale é vitória da Chapecoense hoje à noite. De qualquer forma a Chapecoense seguirá na zona de rebaixamento.   

Um novo time já que repetir não resolve

Esta é a máxima na Chapecoense. Três mudanças para esta noite frente ao Criciúma. Rodrigo na zaga, Waldir no ataque e Morisco na ala esquerda. Badé é reserva de zagueiro devido ao fraco condicionamento físico.

Uma forte linha defensiva e uma renovação no ataque são as propostas de Guilherme Macuglia. O técnico simplifica a fórmula de não sofrer gols e marcá-los. Parece simples, mas sabemos não é. Ricardo, Sagaz, Bido, Filipe, Rodrigo, Morisco, Luiz André e William Paulista, Luciano Ratinho, Waldir e Bruno Cazarine. Eis o time. No treino de ontem Rodrigo e Waldir foram bem e Bruno Cazarine marcou. Que assim seja.

Chapecoense informa em seu site

terça-feira, março 23rd, 2010

Novo Xerifão chegou na Chapecoense

23 de março de 2010

RJR

Chegou na tarde noite dessa terça feira na Associação Chapecoense de Futebol o novo Xerifao para a zaga da Chapecoense.

Trata-se de Rodrigo Jose Rodrigues, atualmente estava jogando no Londrina/PR. Amanha, ele ja participa do treinamento junto com os demais companheiros de clube.

Maiores informações amanhã na sede do clube

Deu no Gol da Chape

segunda-feira, março 22nd, 2010

Rodrigo Goulart do Diario do Iguaçu e da Rádio Chapecó postou a seguinte noticia:

 

  • Rodrigo Goulart disse:
    22 de março de 2010 | as 23:55 Waldir, que estava no Sertãozinho (SP), é o novo atacante da Chapecoense. Chega no voo da meia-noite de hoje e amanhã já treina.
  • Waldir.

    Waldir.

    Uma sacola sem fundo

    segunda-feira, março 22nd, 2010

    Estamos fechando o mês de março e a Chapecoense segue com a necessidade de contratações. Esta sacola sem fundo deve estar custando os olhos da cara, Aliás, toda incompetência custa caro. Na prospecção de mercado até que existem opções, porém, quando o atleta se depara com a situação da Chapecoense ele pede três vezes o que acha que vale e muitas vezes querem dinheiro vivo no desembarque. Será que adianta ficar refém do mercado?

    Não está na hora de dar uma dura de verdade neste elenco com posições concretas que possam mostrar que a bomba está para explodir e que eles poderão também sair perdendo? Nenhuma mordomia foi cortada. Nenhuma cobrança pública aconteceu. O vestiário da Chapecoense é uma pirâmide. Apenas lembro que pirâmides servem para guardar mortos.

    Nem Zé do Caixão faria pior

    segunda-feira, março 22nd, 2010
    O cara está com inveja!

    O cara está com inveja!

    O jogo de Brusque me tira o sono.

    Sigo rememorando imagens da zaga da Chapecoense tirando o pé quando deveria ser uma muralha. Continuo vendo a imagem de Luciano Ratinho com a bola dominada no meio de campo sem ter opção para soltá-la porque seus companheiros estavam mal posicionados.

    Não me sai da cabeça a imagem dos inúmeros passes errados e as saídas de bola defeituosas que entregam aos adversários chances de gol que invariavelmente se confirmam. Vejo Bruno Cazarine isolado na frente sem uma bola de qualidade para definir ou buscando o jogo e pisando na bola.

    É um filme de terror! Impressionante como esta boa equipe no papel consegue subverter a lógica e se transformar em uma profunda e cara decepção.

    Este time da Chapecoense tem ainda a chance de mostrar que tem vergonha na cara. Quinta-feira pode ser a última.