À noite em que o Índio virou Tigre

Nossa, que medo.

Nossa, que medo.

No futebol a arte de torcer pela derrota, o ato de secar, é um dos exercícios mais ingratos.

Secar é para quem tem parafusos a menos, mas ontem o torcedor da Chapecoense viveu este drama. Faz parte do momento, este verdadeiro pacote do sofrimento.

Acostumado a caçar, o Índio esteve na pele de uma de suas presas, o Tigre. Os chineses determinam que este é o ano deste espetacular animal que além de bonito, forte e ágil também é um predador temido. Uma boa fantasia para se vestir. Mas Tigre também fica velho e enfraquece.

Antes um animal feroz, hoje um felino quase domesticado.

Torcer pelo Criciúma na noite de ontem fez o torcedor sofrer em dobro. Torcer por um time que em momento algum levou perigo ao Brusque é expor o torcedor da Chapecoense a uma autoflagelação. Brusque 2×0 Criciúma.

Nada está decidido, mas mais uma vez o espaço para fugir do rebaixamento estreita para a Chapecoense.

A probabilidade de igualdade em pontos entre Brusque e Chapecoense é grande para o próximo domingo o que levaria para a última rodada a decisão do rebaixamento.

Se no fim existir a salvação, que assim seja.

Um comentario para “À noite em que o Índio virou Tigre”

  1. silvio Sz disse:

    Ficou provado que nós estamos em outro estado da republica.
    Ficou provado que, se dependermos de auxilho daquele povinho lá de baixo, nao teremos chance.
    Assim é no futebol, na politica e tambem como povo. Discriminacáo total contra nós.
    Foi o que aconteceu mais uma vez.
    Aqui em Chapecó na quinta feira, o Criciuma jogou com entusiasmo impressionante, queria mesmo vencer, mesmo com a ajuda do infeliz bandeira de Cel. Freitas.
    Ontem em Brusque, se entregou como uma gazela.
    Eles preferem correr o risco de rebaixamento, do que fazer uma vitoria eajudar o Verdao.
    Que pena que nao vingou o Estado do Iguacú.

    Isso entre os clubes. E com a imprensa de lá, pior ainda, fasidade total daqueles siris.

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