
Nossa, que medo.
No futebol a arte de torcer pela derrota, o ato de secar, é um dos exercícios mais ingratos.
Secar é para quem tem parafusos a menos, mas ontem o torcedor da Chapecoense viveu este drama. Faz parte do momento, este verdadeiro pacote do sofrimento.
Acostumado a caçar, o Índio esteve na pele de uma de suas presas, o Tigre. Os chineses determinam que este é o ano deste espetacular animal que além de bonito, forte e ágil também é um predador temido. Uma boa fantasia para se vestir. Mas Tigre também fica velho e enfraquece.
Antes um animal feroz, hoje um felino quase domesticado.
Torcer pelo Criciúma na noite de ontem fez o torcedor sofrer em dobro. Torcer por um time que em momento algum levou perigo ao Brusque é expor o torcedor da Chapecoense a uma autoflagelação. Brusque 2×0 Criciúma.
Nada está decidido, mas mais uma vez o espaço para fugir do rebaixamento estreita para a Chapecoense.
A probabilidade de igualdade em pontos entre Brusque e Chapecoense é grande para o próximo domingo o que levaria para a última rodada a decisão do rebaixamento.
Se no fim existir a salvação, que assim seja.

Ficou provado que nós estamos em outro estado da republica.
Ficou provado que, se dependermos de auxilho daquele povinho lá de baixo, nao teremos chance.
Assim é no futebol, na politica e tambem como povo. Discriminacáo total contra nós.
Foi o que aconteceu mais uma vez.
Aqui em Chapecó na quinta feira, o Criciuma jogou com entusiasmo impressionante, queria mesmo vencer, mesmo com a ajuda do infeliz bandeira de Cel. Freitas.
Ontem em Brusque, se entregou como uma gazela.
Eles preferem correr o risco de rebaixamento, do que fazer uma vitoria eajudar o Verdao.
Que pena que nao vingou o Estado do Iguacú.
Isso entre os clubes. E com a imprensa de lá, pior ainda, fasidade total daqueles siris.