Arquivo para dezembro, 2010

FÉRIAS

sexta-feira, dezembro 31st, 2010

Estou em férias até dia 15 de janeiro.

A todos um espetacular 2011.

Marcelo Ramos reintegrado, Fabrício foi embora

segunda-feira, dezembro 20th, 2010

Na semana passada a direção de futebol da Chapecoense determinou os afastamentos de Marcelo Ramos e Fabrício por atos de indisciplina. Uma noite mal dormida e o atraso no treino de sábado. Punição: Demissão sumária.

Ato contínuo iniciou uma tratativa originada no vestiário da Chapecoense para que os atletas fossem reintegrados.

Uma carta, assinada por todo o elenco, jogadores e comissão técnica, foi entregue a diretoria e desta forma analisada. A direção de futebol foi unânime em acatar a solicitação e recolocar ambos de volta no elenco. Para Marcelo Ramos a decisão valeu. Para Fabrício não mais, já que no lapso de quatro dias entre a demissão e a chamada para voltar ele já havia iniciado um acerto com o Avaí.

Esta decisão vai render muito debate e reclamação entre torcedores e opiniões contrárias da imprensa. A diretoria da Chapecoense está ciente desta situação.

 

Pontos positivos: O grupo dentro do vestiário está unido e em sintonia coma comissão técnica. Nivaldo puxou a frente em nome dos jogadores, atleta que tem nome a zelar e é respeitado pelo torcedor por ser um símbolo de vitórias e de profissionalismo. A direção se mostra aberta ao diálogo e não deixou passar autoritarismo em suas decisões.

Pontos negativos: Se Fabrício era tão importante para merecer uma reintegração o fato dele não ter sequer um pré-contrato assinado mostra uma falha da direção de futebol, já que mesmo sem o escorregão cometido ele estava livre para uma troca. Mesmo negando, a direção de futebol acabou se precipitando na mais drástica solução entre patrão e empregado que é a demissão.

O torcedor vai cobrar fortemente esta nova determinação.

Na verdade se Marcelo Ramos corresponder em campo, como se espera dele, tudo passa em branco. Porém, qualquer falha será motivo para relembrar. As partes estão cientes. Tomara possamos começar a focar mais nos treinos e amistosos e deixar de lado estas desgastantes coletivas de imprensa para falar de saídas e voltas. Em tempo. Marcelo Ramos receberá punição em dinheiro que segundo disseram é pesada.

Perdoar é um gesto nobre, porém…

domingo, dezembro 19th, 2010

Está em pauta a possibilidade de perdão para Marcelo Ramos e Fabrício, recentemente dispensados na Chapecoense por indisciplina, gerada por não comparecimento em um treino depois de uma noite mal dormida.

Se o perdão vai ou não se consumar é outra questão, mas é inegável que algo está acontecendo nos bastidores, já que com todos estes comentários a diretoria não se movimentou para desmentir esta possibilidade.

As dispensas aconteceram dentro das normas de uma “cartilha” que pretende normatizar o comportamento dos atletas, na tentativa de organizar a casa que andou extremamente bagunçada nesta temporada.

Não gosto de cartilhas, acredito que elas servem apenas para constranger e criar situações desnecessárias como esta.

Não protejo a indisciplina de forma alguma, mas se os dois atletas envolvidos na punição tivessem parte de seus salários descontados já estaria de bom tamanho.

Entendo o posicionamento da diretoria ao punir os dois, já que os registros de indisciplina nesta temporada foram vários e com reflexo direto dentro de campo. Porém houve excesso na visão dos atletas e desta forma, se a decisão forma mantida teremos um racha entre elenco e direção de futebol. Para que este perdão possa acontecer de forma madura e adequada será preciso que se firme um pacto dentro do vestiário, caso contrário o diretor de futebol da Chapecoense, João Carlos Maringá, sai como bandido na história, quando na verdade ele não merece sair queimado deste imbróglio. Perdoar é um gesto nobre, mas quem perdoa não pode ficar com a imagem de babaca.

Cidadão tubaronense quer “melar” Catarinão 2011

sexta-feira, dezembro 17th, 2010

Noticia do Blog do Rodrigo de Brusque e da coluna de Matheus Madeira, do jornal “Diário do Sul”, de Tubarão:

Haverá uma ação judicial, movida por um cidadão, pedindo à Justiça Comum que impeça a participação da Chapecoense na Divisão Principal do Catarinense do ano que vem. Como o Judiciário entra em recesso na sexta-feira e retorna apenas no comecinho do ano que vem, existe a possibilidade real de a competição ser paralisada até que seja anunciada uma decisão em primeira instância.

Sabe-se que os clubes de futebol são proibidos pela FIFA de ingressar com ações na Justiça Comum, mas não há o que fazer quando um cidadão, nos seus direitos constitucionais, se diz prejudicado pelo Estatuto do Torcedor.

A Chapecoense e o Juventus foram rebaixados da Divisão Principal e jogariam a segunda divisão do ano que vem, mas o Atlético de Ibirama anunciou que não disputaria a Copa Santa Catarina. Acabou suspensa do Estadual de 2011. O TJD, seguindo decisão que a Federação Catarinense de Futebol já havia “orientado” (embora sua função não seja essa), considerou que o Atlético de Ibirama pode ser considerado um dos rebaixados, o que livraria a Chapecoense, penúltima colocada, da degola. É um absurdo jurídico sem qualquer cabimento, mas que emplacou e afronta o Estatuto do Torcedor, que reza que os times rebaixados precisam jogar a segundona do ano seguinte.

Aí reside a esperança do Atlético: como terceiro colocado da Divisão Especial, ficar com a vaga que a Chapecoense perder. Ou, ao menos, emplacar um campeonato com 12 times, o que é muito improvável.

O mais interessante é que, ao armar uma teia para manter a Chapecoense na elite, a Federação admite ter que ficar mais de um ano sem jogar é cruel demais para os rebaixados. Então, que mude o regulamento, porque tem time que passa por isso e não tem tapetão para se escorar.

Nota do Blog:

Todo o cidadão ou cidadã pode recorrer à justiça para reparar algo que lhe parece errado. Na esfera esportiva o rito é diferenciado, mas recorrer à chamada “Justiça Comum” é possível. As agremiações em si evitam este tipo de ação por temer uma pesada punição da Confederação Brasileira de Futebol ou mesmo da FIFA, mas neste caso a ação seria movida por um torcedor de Tubarão. Esta ameaça já existe desde que a decisão que favoreceu a Chapecoense foi homologada pelo TJD e depois ratificada pelo STJD, maior esfera da justiça desportiva. A justiça comum avalia que somente poderá deliberar sobre questões na área do desporto depois de terminadas todas as possibilidades na Justiça Desportiva.  

O tal torcedor está servindo de condutor de uma iniciativa orquestrada, combinada e que visa mudar o resultado de campo no qual sua equipe foi incompetente em conquistar, da mesma forma que a Chapecoense o foi nesta temporada.

Por que esta ação já não foi movida logo depois da decisão tomada pelo STJD? O Tubarão acreditava piamente na sua classificação e desta forma deixaram de lado a questão. Agora, sem a vaga, uma ação na Justiça Comum parece ser a tábua de salvação.

A Chapecoense jamais recorreu a Justiça Desportiva para permanecer na elite, ela sempre foi à terceira interessada. O tramite iniciou quando a bola ainda estava rolando e aí reside o detalhe jurídico que determinou tal decisão.

O Tubarão ou qualquer outra agremiação da segundona, ou quem sabe todos juntos, deveriam ter ingressado com uma ação quando a competição da qual participaram estava em andamento. Esperar pelo resultado de campo, quando já estava determinado quem teria o acesso a elite, para somente depois tentar uma reparação me parece fora de tempo e sem base legal. Houve algum problema na segunda divisão? Parece que não. Então é caso encerrado.

Saber negociar é uma arte

sexta-feira, dezembro 17th, 2010

O futebol catarinense está longe de saber valorizar seu principal produto, o Campeonato Catarinense. Prova são os valores pagos as equipes pelos direitos de transmissão de TV. O blog Memória Avaiana fez uma comparação muito interessante e que deve ser avaliada pelos leitores do blog.

Valores de SC (2011):

- Avaí, Figueirense, Criciúma e Joinville: R$220 mil.

- Chapecoense: R$190 mil.

- Brusque, Metropolitano e Imbituba: R$126 mil e 700.

- Marcílio Dias e Concórdia: R$ 63 mil.

Valores PR (2010)

R$5 milhões. Deste valor, R$ 700.000,00 vão para Atlético, Coritiba e Paraná (individualmente). O restante é divido em partes iguais para os demais clubes, o que dará pouco mais de R$ 241.000,00 aos outros participantes. A proposta inicial de R$ 2.000.000,00 foi recusada pelo Atlético Paranaense, que impediu a transmissão de seus jogos.

Valores RS (2010)

RBS fez um investimento de R$ 13.200.000,00. Grêmio e Inter ficaram com R$ 4 milhões de reais cada um. Em 2010, cada um dos nanicos recebeu, em média, R$ 650 mil pela participação. Ou seja, praticamente TRÊS VEZES MAIS do que os maiores times de SC, incluindo os dois times de Série A.

Com estes números apresentados fica evidente a falta de talento que a Associação de Clubes de SC tem na hora de negociar com as emissoras de TV. A RBS não tem culpa neste processo, já que soube defender e muito bem o seu lado na negociação. Quando tiraram a RIC Record da briga e a transmissão retornou para a RBS, com interferência direta da Federação Catarinense de Futebol, era esperada uma valorização verdadeira. Que nada!

Estão vendendo o Campeonato Catarinense por uma ninharia. Os maiores culpados são os clubes. Por que não fazem como os paranaenses, que bateram o pé e fizeram o valor pular de dois para cinco? Incompetência pura!

Equipes de Série A em SC levam R$ 220 mil cada enquanto que qualquer time pequeno do RS, recém chegado da segunda divisão leva R$ 650 mil. Está certo isso? A mesma RBS que compra aqui compra no RS.

No RS só um dos integrantes da dupla Gre-Nal recebe quase três vezes o que todos os clubes catarinenses da 1ª divisão vão perceber juntos!

Mesmo com todos estes números que escancaram a incompetência gerencial do futebol catarinense, mesmo assim, o presidente da Associação de Clubes, João Nilson Zunino, foi reeleito por unanimidade.

Se juntarmos todas as peças e a forma como as situações estão sendo conduzidas no futebol catarinense, se brigam para escolher a empresa que vai transmitir os jogos e aceitam a ninharia que lhes é ofertada e finalmente se nomes se perpetuam no poder mesmo com esta falta de talento na busca da valorização é porque todos estão satisfeitos. E depois ainda querem fazer crer que SC hoje está à frente de PR e do RS no futebol. Conta outra.

Calendário de transmissões da RBS deixa torcedor irritado

quarta-feira, dezembro 15th, 2010

A divulgação por parta da Federação Catarinense de Futebol e da RBS TV do calendário de transmissões do Campeonato Catarinense de 2011 desagradou os torcedores da Chapecoense.

Olhe a tabela que fica fácil de entender.  

Jogos que terão transmissão pela RBS:

16/01 – Metropolitano x Figueirense

19/01 – Brusque x Avaí

23/01 – Criciúma x Avaí

26/01 – Marcílio Dias x Figueirense

30/01 – Metropolitano x Avaí

02/02 – Chapecoense x Figueirense

06/02 – Joinville x Criciúma (é a rodada do clássico, único jogo sem time da capital na TV)

09/02 – Criciúma x Figueirense

13/02 – Concórdia x Avaí

Returno:

05/03 – Chapecoense x Avaí

09/03 – Joinville x Figueirense

13/03 – Brusque x Figueirense

20/03 – Imbituba x Avaí

23/03 – Concórdia x Figueirense

27/03 – Joinville x Avaí

03/04 – Criciúma x Joinville (rodada do clássico da Capital)

10/04 – Marcílio Dias x Avaí

17/04 – Imbituba x Figueirense.

Apenas dois jogos da Chapecoense na TV aberta, ambos em Chapecó, o que é o mesmo que nada. Na verdade os jogos vão para a TV por serem os dois contra a dupla da Capital.

Quanto ao pay-per-view, canal fechado e pago, a NET em Chapecó não terá o pacote disponível para seus assinantes, mais uma vez. Na SKY o pacote será disponibilizado. Ou paga e fica em casa ou vai pro bar assistir. Na aberta sem chance. E viva o rádio!

Decisões fortes, polêmica e dinheiro na vida da Chapecoense

segunda-feira, dezembro 13th, 2010

Ele voltou, de novo.

Hoje (13/12) à tarde a diretoria da Chapecoense convocou uma coletiva de imprensa para informar assuntos de relevante importância.

Dispensas: Duas cabeças já rolaram devido ao registro de atos de indisciplina exta-campo. Estão fora do elenco da Chapecoense Marcelo Ramos e Fabrício. O ato em si não foi revelado, mas ambos estão com seus contratos rescindidos. Marcelo ainda não havia renovado e Fabrício fechou um acordo.  

Reintegração: Badé está definitivamente reintegrado ao elenco. A declaração dada por ele na semana passada mexeu com a diretoria. Disse ele que se a Chapecoense o mandasse embora ele encerraria sua carreira aos 28 anos de idade. Desta forma, Badé, recebe sua terceira chance de provar que realmente “ama” a Chapecoense.  

Cotas da TV: Na reunião de sexta-feira na Associação de Clubes a Chapecoense obteve uma vitória importante e aumentou consideravelmente sua parcela no recebimento dos diretos de TV. Os valores serão divididos percentualmente da seguinte forma na TV aberta. Avaí, Figueirense, Criciúma e Joinville ficarão com 14% cada. A Chapecoense levará 12% do total. Brusque, Metropolitano e Imbituba ficam com 8% cada. Os recém chegados Marcilio Dias e Concórdia terão direito a 4% do total cada. Entre TV aberta e fechada a Chapecoense deve receber perto de R$ 200 mil que serão pagos em três parcelas.

Outra novidade importante é a de que os custos de arbitragem deixam de existir e somente ocorrerão se um árbitro FIFA atuar, desta forma será pago apenas a diferença. O valor ainda está longe do ideal, mas houve uma melhora interessante.

Quanto às dispensas a diretoria está corretíssima. Quanto ao retorno de Badé eles estão colocando as mãos no fogo, resta ao atleta corresponder às pessoas que estão lhe dando mais uma chance, caso contrário, que encerre a carreira de uma vez.

Indignação e cobrança

sexta-feira, dezembro 10th, 2010

Torcedores da Chapecoense estão revoltados com parte da crônica esportiva catarinense. O fato se deve pela forma como alguns que criticaram a Chapecoense na sua volta a elite catarinense comemoram efusivamente o acesso do Joinville a Série C via STJD. Esta indignação dos torcedores da Chapecoense é natural e legitima.

O caso que envolveu Chapecoense e Ibirama foi muito mal interpretado por alguns cronistas esportivos, seja por desinformação, teimosia ou falta de caráter.

O nome da Chapecoense foi enxovalhado por alguns nomes importantes da crônica, os mesmos que hoje abraçam o Joinville.

O Joinville ganhou esta vaga porque mereceu ganhar. O América/AM foi amador na hora de escalar um atleta de forma irregular que sequer era titular da equipe. O Joinville jogou muito mais fora de campo do que dentro dele e desta forma vai para a Série C.

Os casos de Chapecoense e Joinville não têm ligação alguma, não existe similaridade, mas ambos estão embasados na legalidade que acabou beneficiando ambos.

Ninguém virou mesa alguma. Tudo foi feito dentro das regras, da lei, que todos sabem nos permitem uma série de interpretações. Houve muita habilidade fora de campo através dos Departamentos Jurídicos dos dois clubes.

Os detratores da Chapecoense devem ser marcados na paleta.

Detalhes sobre a venda de Ricardo

sexta-feira, dezembro 10th, 2010

O goleiro Ricardo foi negociado com o Figueirense, todos sabem.

Formado nas categorias de base da Chapecoense o jovem atleta teve seu passe negociado na ordem de 75% que ficam com a equipe da Capital. Os outros 25% seguem com a Chapecoense que tem muita esperança em realizar um lucrativo negocio futuro.

Mas afinal de contas quanto a Chapecoense lucrou nesta negociação?

Perguntei direto ao presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro, que me disse que a Chapecoense receberá R$ 100 mil. Para este inflacionado mundo da bola é um valor pequeno, mas para a realidade da Chapecoense é uma novidade e um dinheiro muito bem vindo para colocar as constas em dia.

Segundo Pallaoro o grande desafio do momento é fechar o ano com as contas quitadas. A Chapecoense tem hoje uma folha de pagamento atrasada e valores parcelados das negociações com atletas que foram liberados.

Com este valor da venda de Ricardo e mais a cota da TV para o Campeonato Catarinense de 2011 a situação ficará bem melhor. Importante destacar que a Chapecoense não paga 13º para os atletas.

Joinville está confirmado na Série C de 2011

quinta-feira, dezembro 9th, 2010

Por 6 a 1, o time venceu o julgamento contra o América/AM no Pleno do STJD

Hassan Farias

Após uma longa novela de quase dois meses, os torcedores e a diretoria do Joinville podem comemorar. O time venceu o julgamento no Pleno do STJD por 6 a 1 e está na Série C de 2011. O América foi punido com a perda de seis pontos, o que o desclassificou, e com uma multa de R$ 300.

O caso Amaral foi o terceiro a ser julgado no Pleno. Antes de começar, a defesa do América/AM tentou fazer com que o julgamento fosse adiado mais uma vez, porém a maioria dos auditores recusou o pedido.

O relator do caso apresentou o relatório e depois o procurador-geral Paulo Schmitt falou em favor ao Joinville. Ele alegou que se foi encontrado algum erro no site da federação, como o América havia dito, tem que ir lá procurar, buscar e não colocar o jogador em campo.

Após o parecer do procurador, foi a vez do advogado do Joinville se pronunciar. Ele contou que o próprio time amazonense confirmou a irregularidade em entrevistas dadas à imprensa e que a federação não tem culpa alguma. Segundo ele o clube é que não deveria ter escalado o atleta.

O advogado de defesa do América, Osvaldo Sestário, voltou a alegar que a CBF admite falhas no BID. Além disso, ele contou que o jogador Amaral é do clube desde o ano passado, mas sofreu uma lesão. Após se recuperar, o atleta entrou nos jogos contra o Vila Aurora e Joinville apenas por cinco minutos. Por fim, Sestário pediu a absolvição do time.

O relator Paulo Schmitt foi o primeiro a votar. Após dizer que não pode fechar seus olhos para a escalação irregular do jogador, ele votou a favor da punição do América, dando a vaga ao Joinville.

Os auditores Virgílio Val e Caio Rocha seguiram o relator e votaram a favor do JEC. O quarto auditor a votar foi Alberto Puga. Ele alegou que essas questões de irregularidade acontecem apenas nos finais das competições e por isso votou a favor da equipe amazonense.

Apesar do voto contra, o Joinville ainda teve os auditores Dario Rossino e Flávio Zveiter e o presidente da sessão votando a seu favor, o que deu a tão sonhada vaga na Série C ao Tricolor.

Fonte: Futebolsc.com