Em defesa do futebol coletivo

Mauro Ovelha não esconde de ninguém que algumas atitudes de individualismo estão lhe tirando do sério neste inicio de temporada da Chapecoense.

Aloísio e Cleverson andam batendo boca dentro de campo. No jogo de Imbituba Cleverson chegou a atrapalhar Aloísio em uma conclusão dentro da área adversária.

Outras atitudes irritaram o técnico. Em alguns momentos se vê a possibilidade de um bom passe, mas determinado jogador prefere a conclusão a gol sem a melhor colocação.

É bom mesmo que Mauro Ovelha comece a domar de cara o espírito de individualismo de algumas peças e os façam entender que o importante é a Chapecoense e não este ou aquele se transformar em destaque da equipe.

O grande exemplo a ser seguido é o de Thoni. Conhecido como garçom ele sobressai justamente por ser o maior parceiro dos atacantes com seus passes de muita qualidade. Posso até ter interpretado de forma equivocada, mas em Imbituba, quando do belo gol de Everton Cesar, vi um jogador da Chapecoense, enquanto que os outros comemoravam bater as mãos nas pernas, como se estivesse reclamando por não ter participado pela jogada.

É bom cortar as asas de alguns logo na largada.

2 comentarios para “Em defesa do futebol coletivo”

  1. Fabricio Cco disse:

    Particularmente nunca gostei do Nene, principalmente pelo individualismo dele, que na maioria das vezes travava o time, porem nos jogos que assisti ate agora ele tem sido o cara que mais ta jogando pro time, inclusive no terceiro gol contra o Criciuma ele poderia ter chutado pro gol, mas deixou o Toni “pifado” pra tirar do goleiro;

  2. vagner disse:

    olha fernando tamos fazendo tempestade em copo de agua time nao perde reclamamos e se perde reclamamos tambem
    vamos para de polemica e apoia!!!fazer que tao fazendo com o xaro a imprensa nao existe cara rala e tudo vamos da moral pra ele e todos!!

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