Arquivo para março, 2011

A saída de Ivan Carlos

quinta-feira, março 31st, 2011

Ivan Carlos Agnoletto confirmou ontem o que já era sabido. Ele deixa o cargo de Secretário de Esportes e Lazer de Chapecó no dia de hoje (31/03), exatamente às 17h45min.

Na coletiva de ontem, Ivan Carlos, distribuiu a imprensa um relatório de suas realizações no período em que comandou o esporte chapecoense. Os números impressionam positivamente.

Mas afinal de contas porque Ivan Carlos deixa este cargo importante e justamente em uma área em que ele é um entusiasta? Segundo ele para cuidar de projetos pessoais ligados a família e a crônica esportiva.

Ficou no ar a questão envolvendo a Lei da Ficha Limpa, pois Ivan Carlos responde um processo antigo, datado de 2003, da época em que era administrador do Presídio de Chapecó. Pois para quem não sabe ele também é agente prisional. Liguei para o Ivan Carlos no inicio da noite de ontem e ele me disse que esta situação não pesou na sua decisão de deixar o cargo. O Projeto Ficha Limpa Municipal está aprovado, mas como houve uma decisão do STF que faz valer a Lei da Ficha Limpa Nacional somente para 2012, à ordenação municipal deveria acompanhar esta decisão maior, mesmo porque uma lei que foi aprovada neste ano, por interpretação legal, valeria apenas um ano após sua promulgação. Este é um elemento básico do direito.

Quanto ao processo referido, Ivan Carlos segue respondendo-o na justiça, mas segundo ele e seu advogado a crença é muito grande na vitória e na recuperação dos direitos políticos para a eleição do ano que vem. Ivan Carlos está cotado para ser candidato a prefeito pelo partido que preside (PSDB). Portanto, uma situação é sua decisão de deixar o cargo de secretário e outra é o processo que responde na justiça relacionado às horas trabalhadas por presidiários em sua época como administrador do chamado “Ergástulo Público” e que tem um valor irrisório sendo discutido, mas que pesa                                                 muito na área política. Ivan Carlos e outros que vivem a mesma situação ganharam mais prazo para suas defesas.

Não quero neste momento analisar acertos e erros de sua administração no esporte de Chapecó. Deixarei este capítulo para, quem sabe, outra oportunidade. Fiz questão apenas de dedicar uma coluna completa a este episódio político/esportivo de grande relevância.

Ao Ivan Carlos desejo sucesso nos seus projetos vindouros e reitero meu respeito ao colega de profissão, que jamais deixei de elogiar ou criticar quando acreditava ser oportuno na analise do seu desempenho na função pública.

Os mistos e seus amores divididos

terça-feira, março 29th, 2011

Torcedor misto é aquele que torce para duas ou mais equipes. Normalmente distribuídas em vários Estados, mesmo porque torcer para duas equipes antagônicas na mesma Unidade da Federação seria um caso clássico para a psicologia. Eu particularmente conheço um caso com esta patologia clinica.

Em Chapecó cresce a cobrança sobre este torcedor. Por aqui a imensa maioria torce pela Chapecoense e alia sua paixão para o Inter ou o Grêmio. Outras equipes também dividem esta paixão. De alguns anos para cá surgiu uma casta de torcedores que é exclusivo da Chapecoense. Esta é uma novidade que deve ser comemorada e um grupo que merece ser cuidado com muita atenção. A maior parte deste grupo, cada vez mais numeroso, é formada por jovens que jamais nutriram uma paixão por outro clube, mesmo tendo em suas casas um forte apelo motivado por integrantes mais velhos de sua família.

Mérito para as diretorias mais recentes que conseguiram levar a Chapecoense para um nível destacado e que desta forma criaram a identidade necessária com o torcedor.

Mas existe neste momento um ambiente de cobranças e restrição aos chamados mistos. Eu me incluo nesta numerosa fatia. A Chapecoense é jovem ainda, tem menos de quatro décadas de existência. Eu particularmente sou mais velho que o Verdão. Assim como este colunista, muitos têm raízes em outros Estados e inevitavelmente aprendemos a gostar de futebol torcendo por outras equipes que não a Chapecoense. Quando aqui chegamos e escolhemos esta terra para viver e ganhar a vida, a paixão pela Chapecoense (para quem gosta de futebol) é como se fosse uma transfusão. Entra na veia na hora!

Leio e escuto muitas cobranças por parte dos torcedores natos da Chapecoense para que esta divisão de amores não mais aconteça. Eles estão na sua razão, já que desejam o fortalecimento da Chapecoense. Mas convenhamos, é duro arrancar do coração uma paixão que está lá alojada há tantos anos. O ideal é uma convivência harmônica e respeitosa, já que, no final, todos amam este verde e branco.

O que deve de uma vez por todas ser evitado é o transito de camisetas de outras equipes na Arena. Outra forma de harmonizar esta convivência seria uma ação concreta dos consulados do Grêmio e do Inter, para que todos os seus associados também contribuíssem mensalmente para a Chapecoense. Muitos já fazem isso, mas cabe uma ação mais efetiva neste sentido. O amor dividido dos mistos ainda tem espaço. Ele ficará complicado quando a Chapecoense estiver na primeira divisão nacional, mas até lá cabe um entendimento entre as partes.

Os meninos e meninas, e os mais velhos, que defendem a exclusividade estão cobertos de razão, mas é preciso compreender aqueles que nasceram antes da própria Chapecoense e que vieram, como eu, de outras plagas para aqui viver e colaborar no crescimento de Chapecó. Um bom tema para um debate e muita reflexão.

 

Alô consulado!

Com base no texto principal da coluna deixo aqui a sugestão aos meus amigos e amigas do Internacional, que realizam um trabalho brilhante nas ações coloradas, para que deflagrem uma campanha para que o sócio colorado seja também um sócio da Chapecoense. Muitos já o são.

Mas para aquele que ainda resiste, ou ainda não teve a oportunidade de se associar, fica a sugestão para que a adesão aconteça o mais rápido possível. Peço também, se possível, que nos informem, quantos sócios colorados em Chapecó também já são sócios da Chapecoense.

Se dobrar os mais experientes é difícil, que a partir de ações como estas se consiga colocar no coração dos mais jovens a Chapecoense em primeiro e quem sabe absoluto lugar.

Aguardo uma manifestação da Tirza, do Dr. Mauricio e do Denardin.

 

Alô Associação dos Gremistas!

 

Recentemente a Associação dos Gremistas de Chapecó trocou de diretoria e está cheia de projetos novos.

Sugiro aos gremistas que se associem em grande numero a Chapecoense. Muitos já têm a dupla cidadania.

Nada de pressão, nada de empurrar goela abaixo. Tudo livre e leve como deve ser, mas que esta ação aconteça verdadeiramente e não fique apenas na palavra sem ação.

Não sou contra mandar dinheiro para o time em Porto Alegre, cada um sabe o que faz com seus pilas, mas sou contra a deixar de colaborar com a equipe da cidade.

Fica a sugestão e aguardo uma manifestação, por exemplo, do meu amigo Assis do Industrial, que poderá prestar valiosa colaboração neste sentido. O Assis, acredito, já tem os dois passaportes.

Quantos sócios gremistas já são sócios da Chapecoense?

 

 

 

Domingo de estréia?

segunda-feira, março 28th, 2011

Jean Carlos está devidamente registrado na FCF e liberado para estrear. A volta deve acontecer no domingo frente ao Marcílio Dias. A semana será determinante para definir se ele começa o jogo ou se entra no decorrer da partida. Acredito que se ele estiver com no mínimo uns 70% de sua capacidade física, já deveria começar o jogo. Pela qualidade que tem não pode ficar esperando no banco.

Usar como desculpa que Jean Carlos chegou mais tarde e que uma titularidade logo de cara pode criar um constrangimento no grupo não me parece aceitável. A hora de estrear é agora.

 

Foto: Rodrigo Goulart/Diario do Iguaçu.

 

 

A derrota ensina

segunda-feira, março 28th, 2011

No final o castigo

A Chapecoense perdeu para o Figueirense quando podia perder. Agora não existe mais espaço para erros. A próxima rodada é interessante para a Chapecoense, desde que ela faça valer sua superioridade frente ao Marcílio Dias.

Independente de resultados paralelos o jogo de domingo está revestido da maior importância.

Não pense o amigo ou a amiga que será um jogo fácil e que ele já está ganho.

Ainda sobre o jogo de Florianópolis, não gostei do comportamento da equipe na segunda etapa. Houve um recuo demasiado e em muitos momentos a Chapecoense abdicou do ataque e apenas esperou o Figueirense em seu campo. Sempre quando este tipo de conduta é adotada a derrota é iminente.

Que esta derrota tenha mais uma vez ensinado a Chapecoense que a postura deve ser outra.

Um empate poderia mascarar algumas situações que poderiam colocar em risco o projeto em sua seqüência.

Algumas constatações que não podem deixar de ser feitas neste momento. Aelson entrou muito bem no time e hoje Badé é reserva. Aliás, Badé não entrou nada bem no jogo de Florianópolis. Everton Cesar atravessa uma crise técnica impressionante. O numero de passes errados que produz em um jogo é inaceitável. Dema é a grande referência defensiva da Chapecoense. A escalação proposta por Ovelha para começar o jogo em Florianópolis acabou perdendo eficiência na segunda etapa pelo fato de Cleverson estar pouco inspirado, e com isso a Chapecoense ficou sem ligação na meia cancha. Neném entrou muito tarde para tentar corrigir este defeito.

Thoni está apresentando altos e baixos e a equipe se ressente muito deste fator.

Detalhes importantes que mexem com o conjunto.

Para a Chapecoense chegar à decisão frente ao Criciúma terá obrigatoriamente de vencer o returno.

Hoje a Chapecoense é a melhor equipe de SC, mas ainda necessita confirmar sua vaga.

 

 

Balança, mas será que cai?

sábado, março 26th, 2011

O clima no Figueirense é de total pressão. Ela se estabeleceu motivada por resultados insatisfatórios fora de casa, por uma troca equivocada de técnico e por uma contratação, ao que consta, ainda mais errada para o comando técnico.

Jorginho desembarcou com ampla rejeição no Orlando Scarpelli e com os resultados ruins o clima somente piorou.

É este adversário que a Chapecoense irá enfrentar no final da tarde deste domingo em Florianópolis.

A tendência é de um jogo nervoso por parte do adversário, que deve usar de todas as artimanhas possíveis para derrubar o poderio da Chapecoense.

Resta a equipe comandada por Mauro Ovelha jogar com muita sabedoria, deixando cada vez mais a responsabilidade pesar sobre os ombros de Jorginho e sua equipe, pois com o passar do tempo a angustia somente fará aumentar.

Jamais podemos deixar de lembrar que o Figueirense, mesmo pressionado e com um ambiente hostil ao seu redor, é uma equipe de qualidade técnica e que com a força de seu torcedor pode perfeitamente reverter este quadro.

A Chapecoense entrará em campo já com o resultado do jogo entre Joinville e Avaí definido. Desta forma Mauro Ovelha poderá armar uma estratégia ainda mais exata para este jogo que está sendo tratado como uma verdadeira decisão antecipada.

Cuidado: Chapecoense é o time a ser batido

sexta-feira, março 25th, 2011

Os cuidados devem cercar uma série de situações e a diretoria da Chapecoense necessita tomar algumas providências, se é que já não tomou, para que o elenco e a comissão técnica não sejam contaminados “pelo vírus da vaidade” ou por alguma ação nefasta que somente os ingênuos não acreditam que elas existem no futebol.

A hora é de vigilância extrema. Um dos expedientes mais usados neste período é o de jogar na imprensa informações de que este ou aquele jogador interessa a uma equipe da Capital e desta forma se orquestra uma iniciativa que visa tirar de um destaque do grupo o foco daquilo que realmente interessa ao coletivo. Na final de 2007 esta fórmula foi muito usada. Um nome foi anulado na decisão. Tente se lembrar.

Outro fator está relacionado à arbitragem. Não quero aqui afirmar que exista uma relação financeira entre árbitros e determinados dirigente. Longe disso. O que não se pode aceitar agora é a escalação de determinados nomes que atuaram em jogos da Chapecoense e que estiveram muito abaixo da média.

As escalas são dirigidas e o tal de sorteio é “para inglês ver”, portanto, trate a Chapecoense de encaminhar suas reclamações a Federação Catarinense de Futebol, de forma oficial, para que alguns nomes desapareçam da escala.

E por fim, a maneira como a Chapecoense passa oficialmente a ser encarada e o momento que se estabelece na competição. Um grupo de quatro equipes luta para escapar do rebaixamento. Vamos encontrar três deles pelo caminho. Outro grupo de seis luta para chegar no G4. A Chapecoense vai passar por suas vidas.    

A Chapecoense é o time a ser batido. Muito cuidado!

Melhor que a encomenda

quinta-feira, março 24th, 2011

Se fosse preciso mandar projetar uma rodada perfeita ela não sairia tão bem feita como esta de ontem para a Chapecoense.

Venceu o Joinville em casa por 1×0 e de quebra o Concórdia bateu o Figueirense por 2×1.

Quanto à atuação da Chapecoense contra o Joinville credito o sucesso à maturidade do time e da comissão técnica. A Chapecoense foi amplamente superior ao JEC e a bola não poderia castigar o time em um momento tão importante como o de ontem.

O que reforça esta minha analise é a atuação brilhante do goleiro Max do Joinville. Não fosse ele a Chapecoense teria construído um placar de goleada que certamente tiraria o emprego do nada humilde técnico Giba, que ao final do jogo creditou na conta do árbitro o insucesso de sua equipe. A Chapecoense voltou a apresentar um futebol coletivo e solidário que está fazendo toda a diferença e está dando a este elenco as lideranças folgadas do returno e no geral e registrando uma marca de invencibilidade de oito jogos.

Dema jogou demais. O zagueiro da Chapecoense é a mais bem vinda novidade dos últimos anos na Arena. Rodolpho é o melhor goleiro em atividade em SC. Aloísio tem cada vez mais se mostrado um jogador decisivo. Grolli está jogando uma barbaridade. Diogo Roque por pouco não fez um gol daqueles de voltar e pagar o ingresso novamente.

Mauro Ovelha esteve mais uma vez inspirado e iluminado nas suas decisões. Um time com estas qualidades não pode perder. O Joinville foi valente, mas pecou na atuação deficiente de seus principais nomes. Está evidente que o grupo do JEC está rachado e que o técnico Giba não consegue se fazer entender. Uma vitória justa, que premiou aquele que jogou futebol de competição.

Foto: Rodrigo Goulart/Diário do Iguaçu

Bica meu galo!

quinta-feira, março 24th, 2011

E ele bicou. O Concórdia ganhou em casa do Figueirense (2×1) e a equipe comandada por Jorginho segue sem vencer fora de casa. O desequilíbrio na tabela é explicado por este fenômeno. Um clube de Série A que simplesmente não sabe o que é vencer no interior de SC deve se debruçar sobre uma profunda analise. O investimento é muito alto para o rendimento apresentado. O time do Estreito está à deriva e vai receber a líder Chapecoense no domingo com uma pressão gigantesca, que pode inclusive determinar novamente a troca de comando.

Enquanto isso o Concórdia trata de construir sua rota de fuga do rebaixamento, que sinceramente torço muito para que ela se concretize, em nome do fortalecimento do futebol do Oeste de SC.

O tiro da banha

terça-feira, março 22nd, 2011

Giba, técnico do JEC

No geral das campanhas a Chapecoense livra seis pontos do Joinville. No returno a Chapecoense está quatro pontos na dianteira. As vantagens numéricas podem remeter a uma analise de que a Chapecoense é muito superior ao Joinville, mas não é bem assim.

A Chapecoense leva vantagem por estar mais bem encaixada e organizada. Elenco por elenco, no papel, o Joinville tem mais destaques, mas somente nomes não resolvem. O conjunto é que determina o rendimento dentro da competição. A folha de pagamento do Joinville deve ser o dobro da Chapecoense.

No primeiro turno Chapecoense e Joinville fizeram campanhas muito parecidas. No returno a Chapecoense está bem mais firme. Coincidência ou não o Joinville andou tropeçando no mesmo adversário que a Chapecoense tropeçou, em casa, o que ocasionou uma série de cobranças. É mais um jogo daqueles que pode encaminhar o sucesso ou estabelecer uma semana de muitas cobranças, mas com o detalhe de ser um encontro entre dois grandes de SC e desta forma, sempre adversários diretos, com o mesmo interesse.

Deveremos ter um jogo muito congestionado no meio de campo. As duas equipes devem trabalhar no mesmo esquema de cinco no meio de campo o que deverá determinar um jogo de muito contato o tempo inteiro. Saber jogar com qualidade pelas alas será fundamental.

Giba, técnico do Joinville, mesmo ainda não tendo conseguido fazer o Joinville decolar como se esperava, é um ótimo profissional.

Chapecoense x Joinville é jogo duro e do famoso quem errar menos leva.

O que me chamou a atenção na fala de Giba foi que ele fez questão de dizer que sua equipe tem condições de vencer e de que a Chapecoense tem defeitos que serão explorados. Não vi como respeitoso seu discurso, mas sim algo que deixou transparecer certo ar de superioridade. Pode ter sido apenas uma impressão.

 

Foto: Futebolsc.com

 

Vitória importante, mas é preciso melhorar

segunda-feira, março 21st, 2011

Metropolitano 1×3 Chapecoense.

Tivemos um primeiro tempo muito fraco tecnicamente. Jogo ruim e com uma atuação muito fraca da Chapecoense que esteve desorganizada e sem ímpeto.

Já na segunda etapa a situação mudou e a Chapecoense melhorou muito.

Como pontos negativos eu destaco: Aloísio perdeu dois gols inacreditáveis. No gol sofrido pela Chapecoense, originando de uma penalidade, a zaga bateu cabeça. Houve em alguns momentos uma marcante desorganização tática da Chapecoense.

Nos pontos positivos destaco mais uma vez a participação decisiva do técnico Mauro Ovelha. Substituiu certo, arriscou quando tinha de arriscar e reforçou a marcação quando o jogo pedia esta providência. Foi exato e bem sucedido. Cleverson foi escolhido pela Equipe Esporte Total, das rádios Chapecó AM 1330 e Antena 1 FM 107,1, por unanimidade, como o craque do jogo. Foi dele o terceiro gol e dos seus pés nasceram uma série de boas jogadas. Aelson deu conta do recado na ala esquerda. O zagueiro Dema marcou mais um gol. Aloísio bateu pênalti como deve ser batido, sem frescuras.

A Chapecoense precisa entrar mais ligada no jogo. É muito arriscado jogar como jogou o primeiro tempo, frente a equipes de mais qualificação, como o Joinville, por exemplo, adversário de quarta-feira aqui em Chapecó.

Gostei de ouvir por parte da diretoria, depois do jogo e da vitória, cobranças no sentido de melhora de atuação. A Chapecoense segue líder, mas dirigentes e comissão técnica querem mais.

Uma vitória merecida.

 

Foto: Artur Moser  / Agencia RBS