Arquivo para junho, 2011

Redefinindo rumos

quarta-feira, junho 29th, 2011

Nesta quinta-feira a diretoria da Chapecoense convoca uma coletiva de imprensa para esclarecer fatos que ainda estão pendentes de melhor compreensão após este período de profunda crise de relacionamento.

Sandro Pallaoro e Gilson Vivian, como comandantes maiores da entidade, realizam este encontro em hora apropriada para que de uma vez por todas tenhamos um ambiente mais calmo e que possam realmente focar o futebol.

Uma grande noticia já pode ser antecipada. Cadú Gaúcho permanece como Diretor de Futebol remunerado.

Sua permanência chegou a ser colocada em jogo após o afastamento de Izair Gambatto da diretoria, pois, afinal de contas, quem indicou e contratou Cadú para o cargo foi Gambatto.

Conversei ontem à tarde com o Cadú Gaúcho que me relatou que Izair Gambatto ligou para sua casa, preocupado com um possível afastamento do profissional.

Segundo me disse o Cadú, Gambatto foi enfático ao pedir que ele permanecesse no cargo, independente de seu afastamento, e que esta situação jamais iria interferir no relacionamento de amizade entre ambos. Muito bom.

Sinceramente eu não esperava outra postura por parte do Gambatto. Mas esta conversa tira um peso das costas de todos e deixa o Cadú livre para trabalhar com a qualidade que lhe é peculiar.

Voltando ao encontro desta quinta-feira entre diretoria e imprensa, na sede da Chapecoense, espero que realmente possa ser um momento de esclarecimento e de maturidade de ambas as partes.

Que os diretores tenham a capacidade de esclarecer os pontos ainda nebulosos com uma postura de sinceridade.

A hora de perguntar e de responder sobre este incômodo assunto é agora.

 

 

O derradeiro encontro

segunda-feira, junho 27th, 2011

Na tarde de hoje aconteceu à reunião que já deveria ter acontecido há dias atrás. Um encontro entre o vice-presidente da Chapecoense, João Piazza, o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Gílson Vivian e o empresário e colaborador Izair Gambatto. Em pauta o fica ou saí de Gambatto da Chapecoense.

Uma carta já havia sido entregue por Gambatto na secretaria da Chapecoense, endereçada ao presidente Sandro Pallaoro, dando conta de sua saída e também cancelando patrocínios das suas empresas.

Na parte financeira são R$ 20 mil mensais da Planaterra e mais duas placas de R$ 2 mil mensais cada. Uma conta de R$ 24 mil/mês, ou R$ 288 mil/ano. Convenhamos que para a realidade da Chapecoense, é bem significativo.

A lista de desafetos foi diminuída. Na base do conversando a gente se entende, a barreira foi transposta em relação à Gambatto com Mauro Ovelha, Cadú Gaúcho e Maringá. Seguia uma pendência entre o empresário e Maurinho Stumpf e principalmente com o presidente Sandro Pallaoro.

O esforço do vice-presidente e do presidente do Conselho Deliberativo foi bastante significativo no sentido de manter Gambatto no projeto.

Sandro Pallaoro não admitiu em tempo algum deixar o cargo de presidente, para desta forma, realinhar a participação de Gambatto no projeto. Aceitaria sim selar as pazes e voltar à boa convivência de outrora, mas jamais renunciar ao cargo.

Depois deste encontro acontecido na tarde de hoje (27/06), encerrado após as 18h e 30 min, ficou decidido que: Definitivamente Izair Gambatto está fora da Chapecoense. Homem de uma palavra só, Gambatto, não voltou atrás, como era esperado.

As tentativas foram as mais variadas possíveis, mas ele se mostrou inflexível perante aquilo que ele batizou de traição por parte do atual presidente Sandro Pallaoro.

Não entro no mérito da questão, se o que aconteceu foi tão grave assim, pois cada um sabe avaliar um acontecimento e a forma como ele lhe atinge.

Além da perda financeira, que pode aumentar ainda mais, fica o sentimento de ruptura, após um período de recuperação. Os homens passam e a entidade fica, é bem verdade, mas jamais um momento de tamanho estresse pode ser avaliado como algo corriqueiro. Perde a Chapecoense um nome forte em muitos aspectos. Respeitado pela posição empresarial. Um nome que rompeu barreiras no âmbito dos bastidores do futebol catarinense. Defensor de idéias de modernização e investimento no futebol. Muito mais do que seus patrocínios, Gambatto, alavancou uma série de outros e foi decisivo para aumentar o numero de conselheiros na Chapecoense. Foi o principal artífice da volta da Chapecoense para a elite catarinense, por via legal e moral, mesmo alguns ainda não entendendo desta forma.

É uma perda que terá de ser digerida como muita sabedoria e com forte atuação do Conselho Deliberativo.

Izair Gambatto foi extremamente importante na recuperação da Chapecoense após uma administração desastrada pelo rebaixamento e pelo descontrole financeiro, que deixou a entidade bastante endividada.

Vão-se os anéis, ficam os dedos, mas alguns deles estão bastante machucados. Uma lástima este desfecho. A vida segue. Sandro Pallaoro encara o grande desafio de sua vida ligada ao esporte a partir deste momento. Boa sorte.

 

Não querem mais o Gambatto?

terça-feira, junho 21st, 2011

A pergunta do momento é esta, em se tratando de Chapecoense.

A crise entre o presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro, parte da diretoria de futebol e até mesmo parte da comissão técnica, com Izair Gambatto, está estabelecida e não tem nada de colocar pedra sobre um assunto que ainda tem muito para ser tema de debates.

Izair Gambatto está magoado. Um sentimento de desrespeito foi até seus ossos, lhe tocou a alma, e tem gente que não está enxergando a situação com a clareza que ela merece, ou simplesmente não quer ver.

Ouvi atentamente todas as partes e tiro aqui minhas conclusões.

Izair Gambatto está aguardando desdobramentos para tomar a decisão se permanece no projeto ou se veste apenas a camiseta de torcedor. O vice-presidente João Piazza trata de atuar como algodão entre cristais para salvar relacionamentos.

Sandro Pallaoro, Maringá e Maurinho Stumpf estão fechados e falam a mesma linguagem. A comissão técnica e o diretor de futebol remunerado, Cadú Gaúcho, tratam de trabalhar.

O centro do problema está na forma de condução do processo.

O presidente da Chapecoense se chama Sandro Pallaoro. O jovem empresário foi guindado ao cargo por indicação de Izair Gambatto, em um jantar, na chácara de tantas decisões, quando já corria a madrugada.

Izair Gambatto disse sim a Pallaoro. E a recíproca foi verdadeira. Os demais pares apoiaram a indicação e trataram de criar a base necessária para um projeto de sucesso. Até a conquista, deu tudo certo.

Muitas vezes ouvi de Sandro Pallaoro que Izair Gambatto era seu pai chapecoense. Importante não apenas na esfera esportiva, mas no âmbito pessoal. Não duvido de uma palavra sequer.

Usando a figura de linguagem familiar, o pai está triste com o filho.

Pois chegou a hora da verdade. Sandro Pallaoro e seus colegas de diretoria querem que Izair Gambatto siga como a bússola do projeto, ou para eles, chegou à hora de tocar a instituição sem a presença daquele que iniciou a organização da casa? Querem o Gambatto no centro das decisões ou olhando o time das cadeiras? Chegou a hora de decidir.

Ninguém é insubstituível. Porém, existem épocas na vida das pessoas e das instituições que não podemos prescindir das idéias e da presença física de certas pessoas.

A Chapecoense vem de uma época terrível. Faz pouco se recobrou do tombo. O momento é de construção de bases fortes para encarar os desafios que ainda virão. E serão muitos. Senhores, não deixem de escrever uma página brilhante na história da Chapecoense. Apenas um capítulo está impresso. Para se chegar ao epílogo, tem muito para ser vivido.

Rebuliço na Série C

segunda-feira, junho 20th, 2011

O site Lancenet!, especializado em esporte, traz uma postagem nesta segunda-feira,  depouco antes do meio dia, dando conta de que uma rebelião de clubes pode acontecer na Série C do Campeonato Brasileiro, devido a desistência da TV Brasil em transmitir a competição, e desta forma os clubes poderiam ficar desamparados no quesito ajuda de custo. Para muitos, ficará inviável encarar uma competição que remete a custos altos para as equipes.

Surgiu uma informação de que a Rede TV poderia abraçar a terceira divisão nacional, mas houve a negativa por parte dos diretores do canal.

Sem a ajuda, alguns clubes cogitam até desistir da competição. Sebastião Ferreira, presidente do Águia de Marabá, afirmou que a receita do time paraense já é maior que os gastos e, sem o repasse ou interesse de patrocinadores, terá que recorrer ao Estado.

A ajuda de custo que a CBF normalmente oferece está relacionado a um determinado numero de passagens aéreas, ou mesmo valor para locação de um ônibus, e uma soma pequena para hospedagem. As equipes adiantam estes valores, para depois serem reembolsadas.

Sinceramente não acredito que a competição possa ser prejudicada devido à desistência da TV Brasil, porém, a CBF terá de organizar o esquema de repasses para contemplar os clubes. Nada difícil para uma entidade milionária.

Os clubes estão corretos em pressionar a CBF para que o assunto seja resolvido o mais rápido possível. Das 20 equipes que compõe a Série C, acredito que menos da metade teria condições de bancar por sua conta e risco uma competição deste porte.

Quem armou toda esta confusão foi à direção da TV Brasil, que mesmo sendo uma empresa de comunicação estatal, não conseguiu se organizar para cobrir o evento, mesmo tendo deixado a situação “quase certa”.

Reflexo de como a “coisa pública” é tratada neste País.

 

http://esportes.opovo.com.br/app/esportes/minuto/2011/06/20/noticiaminutol,2152947/clubes-da-serie-c-aguardam-decisao-da-cbf.shtml

Novidade na Arena

segunda-feira, junho 20th, 2011

A Associação Chapecoense de Futebol acaba de acertar a contratação do atleta GILBERTO DE OLIVEIRA CARNEIRO, mais conhecido como “Gilberto”. O atleta atua como atacante. Nasceu em 09 de Maio de 1983, tem 28 anos, pesa 80 Kgs e mede 1,82 cm. O jogador teve passagens por clubes como União Rondonópolis/MT, Ituano/SP; Uberlândia/MG, Atlético Goianiense/GO, Caxias/RS, Treze/PB, Metropolitano/SC ; Al Ahli Club/Qatar e em 2011 defendeu Yarmouk Club/Kuwait. O atleta chega à cidade na tarde desta segunda-feira e amanha já trabalha com os demais jogadores do grupo. Fonte: Daniel Cavagnoli Assessor de Imprensa – Departamento de Comunicação da ACF

O poder da marca

segunda-feira, junho 20th, 2011

Neste domingo estava assistindo o Esporte Espetacular da Globo, quando foi apresentada uma matéria especial sobre o Guga, maior expoente do esporte catarinense. Na comemoração de 10 anos do tri campeonato de Rolland Garros. Em determinado ponto da matéria aparece um Guga ainda menino e estampando a camiseta e o boné do Frigorífico Chapecó. A marca deste empreendimento que hoje não existe mais, mas que carregou e ainda carrega o nome da cidade, está eternizado na vida do esporte brasileiro e na vida do maior nome do esporte de SC. O poder da marca se mostra poderoso. Este mesmo empreendimento patrocinou o maior time de vôlei que SC já teve. O Frigorífico Chapecó patrocinou Christian Fittipaldi na F1. Uma vez em um jogo da seleção brasileira de futebol uma placa estava cravada no gramado de Wembley, na Inglaterra, palco sagrado do esporte mais popular do planeta. Ações que deixam esta marca ainda viva na memória do esporte catarinense. Até hoje, as ações de marketing do grupo são audaciosas. O que deve ser lembrado é que Chapecó tem sim a possibilidade de ser grande e arrojada em ações que venham a contemplar a Chapecoense, por exemplo. Maninho De Nês, artífice de todas as investidas do Frigorífico Chapecó na área esportiva está na diretoria da Chapecoense e se mostra muito entusiasmado com o projeto. As experiências vitoriosas do passado podem servir de fonte inspiradora para primeiro, tornar a marca da Chapecoense forte na região Oeste de SC. Para os mais novos e para aqueles que não conhecem a marca Frigorífico Chapecó, ficou a marca do nome de uma cidade forte e pujante. A cidade de Chapecó teve a grata satisfação de se mostrada em rede nacional, em um programa esportivo de esmagadora audiência e atrelada ao nome e a imagem de um esportista vencedor e querido em todo o Brasil. Mesmo que hoje a planta industrial esteja sendo tocada por outra importante marca industrial brasileira, a Aurora, e que recentemente contratou Guga para ser garoto propaganda de um de seus produtos, a marca Frigorífico Chapecó segue viva na memória de muitos e está eternamente unida ao esporte. A força da marca impressiona. Fez história.

ATENÇÃO

sexta-feira, junho 17th, 2011

Até as 17 horas a Chapecoense deve anunciar o novo atacante. Palavras de Cadú Gaúcho.

Lucc é o contratado. Ex-Criciúma.

O legado

quinta-feira, junho 16th, 2011

Quem na Chapecoense pensa em deixar um legado estrutural para a entidade? A Chapecoense em menos de 40 anos de existência já conquistou quatro títulos estaduais. Uma marca muito interessante, principalmente em se tratando de SC, que tem um campeonato competitivo e sempre com muitos candidatos ao título. Porém, está faltando uma ação concreta sob o aspecto de estruturar a Chapecoense, seja no futebol ou no setor administrativo. Alguém que realmente inicie a construção de um Centro de Treinamentos que oportunize a qualidade desejada por todos os técnicos que por aqui passaram. Um Centro de Treinamentos que ofereça as categorias de base um trabalho que realmente possa resultar em descobrimento de novos jogadores. A Chapecoense precisa de uma sede administrativa melhor. Entendo e respeito à boa vontade do Poder Público que oferece as salas hoje ocupadas, mas é preciso melhorar. O local hoje utilizado está pequeno e mal ajeitado. O atendimento aos sócios é deficitário. A Chapecoense tem a grata satisfação de utilizar um estádio que lhe é cedido gratuitamente pela Prefeitura Municipal, que ainda investe somas generosas na sua modernização e na melhoria do gramado. Sem falar nos repasses mensais para as categorias de base. A Chapecoense vive hoje da boa vontade de proprietários de campos de futebol para a realização de seus treinamentos. Quando destaco a edificação de um Centro de Treinamentos, sublinho a importância deste patrimônio ser definitivamente da Chapecoense. Nada de edificar algo que mais uma vez será emprestado. A Chapecoense precisa evoluir como instituição, seja na área administrativa ou patrimonial. Alguém precisa começar a pensar nisso. Uma ação paralela ao futebol deve existir para arrecadar fundos para a concretização daquilo que deixou de ser um sonho para ser uma necessidade. Chapecó é uma cidade empreendedora. Seu time de futebol, sua maior paixão, deve seguir na mesma trilha.

Comparação inevitável

terça-feira, junho 14th, 2011

Impossível não comparar a Chapecoense as demais equipes catarinenses, mesmo que estejam disputando outras divisões do Campeonato Brasileiro, mesmo porque, em SC elas habitam o mesmo ninho.

Então vejamos. O Figueirense começou o ano com um planejamento. Queria ser campeão catarinense. Era uma prioridade. Perdeu em casa o turno e com ele demitiu o técnico e tratou de se reorganizar. Ficou pelo caminho no returno e teve de voltar atrás depois de um diretor declarar que em SC não havia um atleta capaz de vestir sua camiseta e jogar uma Série A. Receberam com festa o Aloísio. O Criciúma perdeu seu técnico antes da decisão. Macuglia deve ter avaliado a barca furada que lhe esperava e pediu as contas. Ele conhece. Trocaram o técnico. Fizeram pose de time grande. Esnobaram a Chapecoense e perderam o titulo. Foram para a Série B de topete em pé. Lambada e mais lambada. Caiu o técnico. Trouxeram o Guto Ferreira e mais um caminhão de novos jogadores. Certamente é o clube que mais contrata no Brasil. Eles têm dinheiro, mas não estão sabendo aplicar.

O Avaí brincou de ser grande no inicio da temporada para fazer excursão ao RS. Foi jogar com o Grêmio, seu co-irmão de elite. Que Campeonato Catarinense que nada! Ferro! Voltaram à realidade e não deu mais tempo. Brigas internas entre diretoria e Conselho Deliberativo. Saída de nomes importantes. Troca de técnico inesperada e contratação de mais um nome para a direção de futebol para ver se desta vez a barca anda. Foi-se o ídolo Marquinhos. O resultado é a perda da hegemonia estadual e a lanterna nacional.

A Chapecoense é campeã catarinense. Em vista do que se esperava perdeu poucos atletas em número, mas muito em qualidade. Tem uma oportunidade incrível para vender produtos e arrebentar em uma campanha de novos sócios e o que se vê é uma inércia profunda. Já tem uma boa base pronta para a Série C, mas ainda está correndo atrás de nomes que lhe faltam. Jean Carlos pode dar baixa. Internamente o debate anda quente.

Mesmo com a dupla da capital na elite. Com a volta do Tigre a Série B. Com a Chapecoense com taça no armário e faixa no peito e uma expectativa positiva na Série C, mesmo assim, todos os quatro grandes de SC precisam se firmar. Futebol exige muito.

 

 

Treinando em separado

segunda-feira, junho 13th, 2011

Badé e Rogério estão treinando em separado na Chapecoense. Por determinação do Departamento de Futebol ficou estabelecido que eles não estarão no grupo da Série C.

Conversei hoje à tarde com o Cadú Gaúcho, diretor de futebol remunerado da Chapecoense, e ele se mostrou irredutível na possibilidade de uma reintegração do ala no elenco. O caso de Rogério é diferente. Ele apenas não será aproveitado. O caso de Badé é de rejeição interna mesmo.

Sinceramente, acredito que este assunto ainda vai render.

Quanto aos amistosos, ficou definido que os dias para suas realizações serão 02 e 09 de julho. A preferência é do Juventude de Caxias do Sul. Que vai disputar a Série D deste ano. Caso não exista a possibilidade de ser a equipe da Serra Gaúcha, outra será escolhida. Mas muito provavelmente as datas e o adversário devem ser confirmados. Cadú Gaúcho me disse também que antes dos amistosos dois jogos treinos deverem ser realizados.

E desta forma a Chapecoense vai se moldando para a Série C que inicia dia 17 julho.

Quando aos adversários. O Brasil de Pelos reagiu na Segundona Gaúcha e está no G2. O Joinville trata de começar do zero sua preparação. Comissão técnica nova é sempre motivo para mudança radical. Na Copa SC vai indo daquele jeito. O Caxias está no mesmo patamar da Chapecoense. Está treinando, quieto, tratando de questões motivacionais e outras de menor valor. No Santo André as noticias fluem melhor.  Já são 26 jogadores contratados e guindados da base para a equipe principal. O técnico é Sandro Gaúcho.

Goleiros: André Luiz, Gustavo e William Amorim;

 

Laterais: Alemão, André Luiz, Iran e João Lucas;

Zagueiros: Sandoval, Daniel, Thiago Lima, Tyrone, Vitor Hugo e João Paulo;

 

Volantes: Magno, Juninho, Dimas, Mika e Pedro;

 

Meias: Cristiano Brasília, Cesinha, Chiquinho, Edilson e Djalma;

 

Atacantes: William, Vanderlei e Júnio.

 

E o que realmente está mexendo com o torcedor de lá são as obras do estádio Bruno José Daniel.

Os mais adiantados são Chapecoense e Caxias.