Meteu o dedo na ferida

Comandante contrariado

A informação repassada ao repórter Darci Debona do Diário Catarinense, através do diretor de futebol da Chapecoense João Carlos Maringá, referente à negociação do passe do zagueiro Grolli, é motivo de racha interno na Chapecoense.

A manifestação pública do técnico Mauro Ovelha, externando toda sua contrariedade com a liberação da noticia, deixa clara a situação. Não é a primeira vez que um episódio coloca Ovelha e Maringá em rota de colisão.

Recentemente houve o episódio da dispensa de dois atletas, o anuncio oficial e depois tiveram de voltar atrás.

Esta agora, envolvendo Grolli, parece ser mais grave e deixou o técnico muito contrariado. Ovelha cobrou bom senso e inteligência. Precisa dizer mais?

Mauro Ovelha está coberto de razão. Grolli é um dos principais atletas do elenco. Este embaraço pode sim mexer no psicológico do jogador. O trabalho de blindagem já esta em funcionamento. Grolli está sendo desviado das coletivas e está orientado a não falar com a imprensa. Ruim para os veículos de comunicação. Bom para a Chapecoense.

A Chapecoense da mostras com este episódio, que realmente é muito amadora ainda na condução dos assuntos do futebol. Houve uma evolução significativa nos últimos anos, mas ainda existe a necessidade de saber segurar assuntos importantes na parte interna.

A negociação de Grolli estava em andamento há muito tempo. A imprensa ouvia os boatos e tratava de especular sobre o assunto. Mas entre a especulação e a confirmação existe muita diferença. Não vou falar em privilegiar um veículo de comunicação, pois não me parece o caso. O Debona é muito competente e gente boa. Mereceu dar a noticia em primeira mão. O pior de tudo neste imbróglio é que a negociação emperrou. O atleta fica. O dinheiro não vem. O desgaste entre comissão técnica, outros dirigentes e o Maringá é publico e notório.

Péssima hora para atravessar o samba. Bom momento para o Grolli demonstrar que tem personalidade forte.

O Maringá, que foi um grande jogador de futebol, nesta deu de rosca.

7 comentarios para “Meteu o dedo na ferida”

  1. Thiago disse:

    Mais essa, por favor… vergonhoso. Imagina se os tais “barulhentos” comandassem um clube como o Corinthians, por exemplo. Pior, imagina a Chape numa série B. Irão aflorar notícias como esta na mídia. Os tais “barulhentos” têm cabeça para aguentar a pressão e desenvoltura para certas situações? Aliás, têm certeza que querem ir a uma série B? De repente é melhor não mexer no vespeiro. Ruim para Chapecó, ruim para o clube, pior ainda para a torcida, que quer uma Chapecoense forte e estruturada. “Fala sério!!!”

  2. Nelson Kichel disse:

    Diversamente do que consta nessa matéria, o único correto nesse episódio foi o Maringa. A negociação não era boa para Chape, havia divisão interna, não havia consenso, não havia transparência, tudo nebuloso, então, no momento q

  3. Nelson Kichel disse:

    (continuação…)

    que socializou o questão, a conduta transparente apareceu, acabou a razão do problema. No episódio do início do ano, na dispensa dos dois jogadores, também, havia divisão interna, socializou o problema, a conduta transparente apareceu, resolveu a razão do problema. Simples, não?

  4. Silvio SZ disse:

    Pode sim ter sido ruim para o Ovelha administrar a situaçao , visto que, fica dificil segurar a ansiedade de um jovem jogador.
    Por outro lado o Ovelha é macaco velho nisso, certamente com sua experiencia vai botar as coisas nos trilhos novamente.

  5. Roberto disse:

    Maringá foi correto????????????????? Sim, sim… e a bíblia tá errada também Nelson?

    Quem está certo é o Ovelha de descer a lenha em quem divulgou… informação errada, em hora errada… bola fora total!

  6. VOLPATTO disse:

    Meu Deus! Estão brigando pelo Grolli?! O Homem tropeça na bola.
    Deixem que vá!
    O cara ali é o Dema. Os outros são medianos.
    Só que faltava…

    Abraço!

  7. RICARDO disse:

    Só tem uma palavra para resumir isso tudo. “AMADORISMO”, saiam desse amadorismo o quanto antes, pois caso o acesso se confirme, vamos precisar, além de apaixonados pela Chapecoense, de profissionais comprometidos com o clube.

    Abraços.

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