Arquivo para outubro, 2011

O Sofrenildo

terça-feira, outubro 4th, 2011

Este é o famoso Sofrenildo

Sefrenildo é um personagem criado pelo cartunista Sampaulo, e que por muitos anos estampou páginas em Zero Hora.

Sofrenildo na praia era certeza de chuva. Sofrenildo no deserto caia neve. Sofrenildo é o azar personificado. Nada dá certo na vida do pobre.

Tem muito Sofrenildo no futebol. Gente que carrega o azar para si e ainda contamina os que estão por perto.

Dizem que na abertura de vestiário no jogo de domingo, quando olharam, o Sofrenildo estava lá. E não entrou de furão! Convidaram o pé que quero-quero para o evento.

Cuidado com o Sofrenildo, Mauro Ovelha. Logo tu que és tão supersticioso.

 

 

 

Vamos ao que interessa

terça-feira, outubro 4th, 2011

Já reclamamos do Jefferson Schmidt o suficiente. A diretoria enviou a Federação Catarinense de Futebol um oficio repudiando sua atuação e de seus assistentes, acompanhado de um DVD com as imagens da obra prima.

Agora chega!

Concentração total neste Ipatinga que vem aí no domingo.

Nada de criar um ambiente de que este time mineiro é a oitava maravilha do planeta. Se fosse não estaria na Série C.

O que temos na terceira divisão do futebol brasileiro é proximidade de talentos nas equipes, Ganha quem estiver mais organizado dentro de campo e com mais vontade de chegar ao objetivo.

A diretoria tratou de reduzir o valor dos ingressos para a compra antecipada. Concorrência com a EFAPI não pode existir, pois dá tempo de ir ao futebol e depois na feira.

Quanto a Chapecoense, alguns fatores de deixam pensativo. Relatos dão conta de que havia muita gente no vestiário, domingo, antes de a bola rolar. Vestiário é para os jogadores e para a comissão técnica. O momento requer sobriedade.

Algumas manifestações inoportunas, via redes sociais, foram postadas reclamando de atitude de torcedores e de integrantes da imprensa. Tem gente envenenando jogadores de fora para dentro? Cuidado!

O mais importante é concentrar forças e virtudes para vencer o adversário.

Acredito muito no trabalho de Mauro Ovelha e de seus comandados, mas é preciso que lideranças entre os jogadores, inclusive os lesionados, caso de Dema, atuem neste momento e exerçam seu poder de persuasão.

Chapecoense x Ipatinga já está sendo tratado como o jogo do ano. E é exatamente este o sentimento que deve proliferar entre todos os setores.

Gostei de ouvir as manifestações de Cadú Gaúcho, dando o tom desta decisão. Imagino a vontade que ele tem de entrar em campo e mostrar como se faz. Como não é possível seu retorno, que os atletas responsáveis pela busca deste resultado positivo, encarnem a forma séria e determinada deste destacado diretor de futebol. Exemplos positivos existem e são muitos na Chapecoense. Resta seguir o mesmo caminho dos vencedores.

Faltou muita coisa

segunda-feira, outubro 3rd, 2011

Chapecoense 1×1 Joinville. Faltou confiança para a Chapecoense neste empate em casa que tem o gosto da derrota. A Chapecoense deixou passar uma oportunidade ímpar de figurar na liderança de uma chave terrível como esta em que está inserida.

Faltou futebol para a Chapecoense. O Joinville veio com a clara intenção de criar na Chapecoense uma sensação de falta de poder e desta forma reforçou o estigma de que o Joinville é uma touca.

No inicio o JEC tratou de abafar a saída de bola da Chapecoense e fez isso com autoridade. O belo gol de Neném, logo cedo, tratou de aplacar a proposta do adversário.

O pênalti, que resultou no empate, foi bem marcado, mas se deu depois de uma falha defensiva, que é bom ressaltar, vem se registrando com uma freqüência preocupante.

Este episódio do interesse do Grêmio sobre o Grolli está liquidando o futebol do zagueiro.

Quanto aos erros da arbitragem a analise vem depois.

Outro que esteve abaixo da sua capacidade foi o técnico Mauro Ovelha. Faltou-lhe convicção nas modificações e na forma de mexer no esquema tático, como ele já fez em tantas outras oportunidades.

Uma tarde em que a mecânica de jogo falhou, em que várias peças estiveram abaixo e em que a arbitragem foi determinante para o empate. Muito a reclamar, do time e da arbitragem.

A arbitragem

Jefferson Schimidt, Ângelo Rudimar Bechi e Helton Nunes. Eis o trio que desde a escala meteu medo na Chapecoense. Não deu outra. Um trabalho de péssima qualidade e que comprometeu de forma acentuada o resultado do jogo.

Dois pênaltis, quem sabe três, foram sonegados da Chapecoense. Nas bandeiras tivemos erros gritantes, todos eles contra a Chapecoense.

Coincidência? Cabem muitas reclamações e até mesmo uma ação formal da diretoria da Chapecoense, para de uma vez por todas, criar uma força política que evite este tipo de constrangimento.

 

Foto: Assessoria Chapecoense.