Pereira, Pereirinha ou Pereirão?

Que tal?

Avalio como tranqüila a reação dos torcedores da Chapecoense quanto ao anúncio do nome do novo técnico, Gilberto Pereira.

Por se tratar de uma novidade e por termos pouco poder de avaliação, estamos todos na situação do “pagar pra ver”.

A maior aposta é do diretor de futebol Cadú Gaúcho. Este sim está jogando suas fichas na contratação.

Cadú assumiu verdadeiramente sua condição de principal homem dentro do futebol da Chapecoense e age de forma mais efetiva desde a saída da antiga comissão técnica.

Três jogos, não mais do que os três e clássicos jogos serão suficientes para se estabelecer a queda da desconfiança e uma quase certeza de que a contratação feita é a mais correta, dentro daquilo que o mercado oferecia no momento, ou para o inferno mudar de endereço e adotar o forte calor do verão oestino como sua casa de veraneio.

A atuação de Cadú Gaúcho será mais importante do que nunca neste momento de adaptação e de implantação de uma nova filosofia de trabalho.

Acredito que a troca será salutar. A Chapecoense começava a entra em um circulo vicioso de uma mesma estrutura e fonte fornecedora de atletas. As mudanças, se bem conduzidas, fazem bem e dão uma oxigenada no ambiente e faz aqueles que estão na zona de conforto saírem pro calor do sol.

Já se começa a discutir o esquema de jogo que o novo técnico deverá adotar. Pelo pouco que conheço dele, adota um 4-4-2, com forte articulação de meio de campo.

Porém, o estilo de jogo será definido pelo perfil do elenco a ser montado e não pelas convicções do técnico.

Se o que ele terá a disposição não se adaptar ao seu estilo ele tem duas possibilidades. Pega a mala e procura outro clube ou se adapta ele a realidade oferecida.

Futebol é a coisa mais simples do mundo. E é justamente a busca da simplicidade que resulta em sucesso.

Inventor não tem lugar neste esporte.

Qualquer coisa chama o Pereirão da novela das nove da Globo.

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