Um olhar sobre o campeonato

Com três rodadas realizadas já é possível fazer um balanço.

A Chapecoense surpreende pelos resultados, mas mostra mais uma vez que iniciar o trabalho com um mês de antecedência em relação a maioria faz muita diferença.

Neste momento o Metropolitano está em uma posição na tabela que lhe permite sonhar com um passo maior. Os próximos jogos contra Figueirense e Joinville serão determinantes.

O Avaí, mesmo com as limitações técnicas, é um grupo que vai crescer. Mauro Ovelha sabe comandar muito bem este tipo de projeto. Já venceu duas em três.

O Figueirense começou arrebentando e depois deu uma baixada no rendimento. Tem um belo elenco, mas não é tudo aquilo que alguns querem pregar. Uma vitória e dois empates. Tem futebol para mais.

O Atlético de Ibirama parece ter encontrado uma fórmula, tipo essas de bolo pronto que fazem tanto sucesso, para montar equipes competitivas, aquelas de desequilibram a tabela. Muito cuidado com eles, sempre.

O Criciúma decepciona. Apenas três pontos, com uma vitória e duas derrotas. Pelo custo do elenco o rendimento está muito abaixo. Parece desmotivado.

O Brusque vai passar trabalho nesta temporada. O elenco é bastante limitado. Quando meu amigo e comentarista da Rádio Cidade de Brusque, o popular Xirú, esbraveja na cabine, ele tem razão. Falta muito.

O Joinville tem um elenco muito bom. Mas a ressaca da conquista da Série C ainda está fazendo efeito. Está faltando vestiário para o JEC. Vai crescer quando um técnico de porte assumir. Caso contrário não decola. Ainda não venceu.

E o Marcilio Dias, com apenas um ponto é o lanterna. É o próximo adversário da Chapecoense em Itajaí, na quarta-feira. Vai entrar em campo com total obrigação de vencer e com técnico balançado. Pedreira! A pressão sobre a arbitragem será terrível.

Domingo já vamos bater quase na metade do turno. Não existe tempo para filosofia e fórmulas mágicas. É preciso jogar futebol.

 

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