A opinião do Dr. Davi

Recebi ontem um e-mail do Dr. Daví Barela Dávi, proprietário da Nostra Casa, patrocinador da Chapecoense e abnegado colabor da causa esportiva. Leia com atenção este texto maravilhosamente bem escrito pelo empresário.

A força da imprensa no esporte profissional

Na condição de patrocinador e acima de tudo fanático pela nossa Chapecoense, me arvoro no direito de emitir uma opinião sobre os assuntos pertinente a nossa representante no esporte profissional.

Há que se considerar, primeiramente, não é a finalidade ver enfraquecer ou discordar com o trabalho da imprensa, tanto falada como escrita. Em outras palavras, o que seríamos sem a imprensa?

Oportuno frisar, a imprensa de Chapecó é muito competente e goza de credibilidade, tanto é verdade que foi considerada a segunda força na comunicação no Estado de Santa Catarina.

Num enfoque mais preciso, trato sobre a conotação dada durante as partidas da Chapecoense, quando vemos um jogador não produzir aquilo que desejamos. Embora esse profissional dedique empenho, nem sempre culmina numa jogada efetiva. Por outro lado, não podemos crucificá-lo por isto. E é este o motivo da minha observação no tocante a darmos a força necessária e na hora certa.  Torcer na hora boa de vitória é muito fácil, agora no momento que todo esse conjunto, atletas, direção comunidade padece de um respaldo neste sentido, lança-se vaias e criticas desairosas contra esse atleta. Por certo, não temos dúvida, o resultado será desastroso.

De observar, que a produção naquele momento do jogo, decairá sensivelmente, não terá o mesmo ímpeto de continuar a partida cheio de entusiasmo e produzindo o seu trabalho com sucesso. Portanto, cria-se um questionamento para ser avaliado.

Analisando a questão sob a ótica da nossa imprensa, que está sempre atenta às demandas dos ouvintes e leitores, na busca de respostas satisfatórias de levar a notícia como ela verdadeiramente acontece, evidentemente, desde que não haja prejuízo no desenvolvimento do trabalho dos abnegados da Chapecoense, que se dedicam a organizar uma tarefa que quem ganha é a comunidade. No caso concreto, por ocasião das transmissões durante os jogos, incitando o torcedor a torcer fervorosamente para a Chapecoense, sem exaltar uma que outra vaia que surja na oportunidade.

Para que não haja dúbia interpretação dos meus argumentos, ofereço dois exemplos que se coadunam com a minha afirmativa.  O primeiro foi no inicio dos jogos do Toni, quase que a torcida e a imprensa o baniram. Outro fato, é do Lucas que aqui esteve há pouco tempo, hoje se tornou ídolo no Criciuma e da mesma forma foi escorchado.

De todo modo, sabemos que a cobrança é benéfica e traz resultados significativos, porém, no momento certo, com críticas pontuado os equívocos e uma criteriosa avaliação pós jogo.

Baseado nessa premissa, é que tomamos a liberdade de externar nosso sentimento de poder elevar cada vez mais o nome do clube que representa a nossa cidade.

Chapecó, 26 de março de 2012

Daví Barela Dávi.

 

Nota do Blog: Concordo plenamente com o que está acima escrito. A Crítica deve ser baseada na inteligência e não na mediocridade. Deve-se sim analisar a atuação do profissional dentro de campo e do dirigente nas ações por ele proposta, sem julgamento de valores. A crítica desprovida de critérios e bases para sua construção deve ser combatida sempre.

As palavras do Dr. Daví Barela Dávi sempre foram o norte para minha atuação profissional. Parecem ter sido tiradas de um Manual de Postura. Sinto-me muito a vontade para aplaudir o amigo pelo texto enviado.

 

2 comentarios para “A opinião do Dr. Davi”

  1. Roberto disse:

    E por falar em força da imprensa… a RBS conseguiu através de muita pressão, forçar a punição do Souza… agora é fazer deste fato lamentável um fator motivador pra vencermos amanhã e irmos pras finais…
    E além disso, a torcida DEVE voltar a HOMENAGEAR a RBS já a partir do jogo de amanhã…
    E vamos ver se desta vez, alguém da diretoria vai pedir DE NOVO pra ninguém ofender aquela emissora…

  2. Marcos disse:

    A Critica faz parte no meio do futebol.

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