A sala de espera

Um dos pontos que mais aprecio nos momentos de decisão do futebol se relaciona as estratégias adotadas pelas equipes envolvidas, pela malandragem da bola, as noticias plantadas e todo o circo que se arma.

Este movimento todo é muito interessante. Aqui em SC o que se planta de noticia de contratações de atletas entre as equipes que chegam à reta final é uma grandeza. Faz parte.

Até reclamo da falta de ética que recobre este tipo de atitude, mas inevitavelmente elas estão dentro do contexto.

É período de treinos secretos e de colocar nomes importantes no departamento médico na ânsia de criar um clima de dificuldades quando ele não existe.

É período fértil para repórteres e comentaristas exercitarem todo seu cartel de sugestões e aquela vontade às vezes reprimida de ser um técnico de futebol.

Treinos secretos, portões fechados, como se hoje em dia fosse possível esconder algo por mais de 10 segundos.

Momento de forte exercício de humildade, época em que elogiar o adversário é quase uma obrigação. É  o tal de repassar a responsabilidade.

Quem entra e quem sai. Quem está pendurado. Quem sente dores. A necessidade de se levantar uma série de informações deixa a semana pequena para os bons repórteres. Para os bons, pois alguns apenas fazem questão de ser o segundo ou o terceiro a informar. Admiro muito os que antecipam a informação com a exatidão dos grandes farejadores de notícia.

O futebol é realmente um carrossel de emoções.

O jogo em si é apenas o último ato de muitos acontecimentos que o antecedem. E se perdem e se ganham jogos também nestes momentos.

Uma palavra mal colocada basta para incendiar um elenco que parecia estar morto. Um gesto mal calculado pode mudar o rumo de tudo.

Analisar todos estes momentos e ouvi-los, vê-los em sua plenitude me agrada muito.

Terreno fértil para bons comentários, textos mais caprichados e para garimpar personagens e histórias hilariantes que se bem contadas entram para a história.

 

É preciso modernizar

 

Ouvi com atenção a sugestão de um amigo, O Roger dos Anjos, e concordo com ele totalmente.

Sua sugestão diz respeito à venda de ingressos para os jogos da Chapecoense com a possibilidade de pagamento por cartão de crédito.

Este jogo de domingo acontece em um final de mês logo após a Páscoa e muitos bolsos estão vazios.

A possibilidade de pagamento com cartão de crédito seria uma saída para aqueles que querem ir ao jogo, mas ficam impossibilitados devido à falta de dinheiro.

Sem falar na comodidade, mesmo daqueles que tem dinheiro, mas que se utilizam do dinheiro de plástico para tudo. E é muita gente!

É preciso pensar com urgência na criação desta ferramenta ou na abertura de uma parceria com uma empresa especializada na venda de ingressos para grandes eventos.

Fica a sugestão e a coluna fica no aguardo de uma manifestação da Chapecoense em relação a este assunto.

Um comentario para “A sala de espera”

  1. Jhonny disse:

    Se nem a venda de camisetas pelo site funciona, quem dirá a venda de ingresso por cartão ( a não ser q seja na bilheteria doe estádio)

Deixe um comentario