Arquivo para agosto, 2012

Chapecoense e Caxias na TV

quarta-feira, agosto 29th, 2012

O jogo entre Chapecoense e Caxias, passou de domingo para sábado dia 15 de setembro, seguindo às 16 horas. A mudança é para se adequar a grade da SporTV, que vai transmitir o jogo. Uma boa notícia, que deixará Chapecó e a Chapecoense mais uma vez em evidência e em rede nacional. Finalmente um jogo da Chapecoense na TV nesta Série C.

Seria interessante tomar algumas providências na Arena Condá, que anda derrubadinha em alguns setores.

É preciso dar uma maquiada em certos locais para não passar vergonha.

A administração da Arena Condá precisa começar a se mexer agora. Com jogo na TV e para todo o Brasil, o setor Leste necessita ser reavaliado. Aqueles tapumes contra o Centro de Eventos precisam ser melhorados. Devidos às obras de recolocação do telhado das cobertas, tem locais que estão imundos.

A Arena precisa no mínimo passar por um banho. O melhor seria uma pintura, mas água e sabão já ajudam.

Não se admite Chapecó passar uma imagem de desleixo para o Brasil ver.

Então senhores, comecem a se movimentar desde já, para que depois não venham com a conversa de que faltou tempo.

Quando é preciso mudar

terça-feira, agosto 28th, 2012

Manter uma mesma escalação no futebol é importante quando a equipe está jogando bem, firme em campo.

Desta forma o time ganha uma cara, um jeito uniforme de jogar.

Porém, quando a equipe tem problemas pontuais a mudança se torna obrigatória, ainda mais quando existe possibilidade de escolha.

Contra o Santo André, no domingo, Itamar Schulle precisa mudar a Chapecoense.

Devem sair do time Athos e Lê, no mínimo. Eliomar precisa voltar para o meio de campo e compor com Neném a meia cancha.

Na ala direita é a vez de Galiardo atuar desde o inicio do jogo. O ataque necessita urgentemente da presença de Rodrigo Gral.

Dois saem, dois entram e um muda de posição.

Acredito que a Chapecoense ganhará na criação de meio de campo se aproximando mais da área adversária. Galiardo poderá dar uma dinâmica diferente na ala direita.

A presença de Rodrigo Gral no ataque será com certeza uma tábua de salvação para este setor sem nenhuma criatividade. Um ataque que não sabe fazer gols é irritante.

Preocupa um pouco a falta de proteção na cabeça de área com apenas um volante de contenção, mas o que a Chapecoense precisa é vencer e com a presença de três zagueiros é perfeitamente possível dar consistência a esta faixa do gramado.

Ainda vejo a Chapecoense mal posicionada dentro de campo, com atletas se esbarrando durante o jogo, principalmente no meio de campo. Em outras vezes este posicionamento incorreto dificulta a saída de bola e a velha e ineficiente ligação direta torna-se a solução, não para criar, mas sim para se livrar da bola e do perigo.

É hora de mudar, de novo, professor Itamar.

Medo

Tem gente com medo de que Rodrigo Gral carregue a imagem de salvador da Pátria. Besteira! Em primeiro lugar porque a Chapecoense não necessita de um salvador.

A Chapecoense necessita de um atacante que faça gols. E isso Rodrigo Gral sabe fazer como poucos.

A presença dele vai melhor até mesmo à disposição da equipe em campo, seja no campo psicológico ou de mecânica de jogo.

Rodrigo Gral chama o jogo, chama a responsabilidade e quase sempre está em posição privilegiada.

Quem já marcou 498 gols na carreira mata no peito qualquer tarefa. Até mesmo a de salvador, se for o caso.

 

Derrota em jogo fraco

domingo, agosto 26th, 2012

Tupi/MG 1×0 Chapecoense

Que prazer foi conhecer a linda cidade de Juiz de Fora e seu Estádio Radialista Mário Helênio.O povo mineiro é espetacularmente receptivo, de uma educação, de uma fidalguia digna de nota.

Este foi o quinto jogo da Chapecoense em solo mineiro.

Quatro derrotas e um empate, este que gerou desclassificação e perda de vaga para a Série B, ou seja, frente aos clubes de Minas Gerais, a Chapecoense, apresenta um desempenho terrível! Em Juiz de Fora não foi diferente.

A derrota por 1×0 foi injusta. Daí você pergunta. Se o desempenho da Chapecoense foi ruim, como pode ter perdido? O caso é que o Tupi achou um belo gol com o camisa 10, Hugo, o melhor em campo, mas o Tupi não é um dos possíveis rebaixados por acaso. O Tupi é muito limitado.

A Chapecoense teve dois momentos para empatar e até virar, com os zagueiros Leonardo e Fabiano, mas parou nas mãos do goleiro Rodrigo que construiu duas defesas espetaculares.

O primeiro tempo foi de boa movimentação, com mais ímpeto, mais vontade, já a segunda etapa foi um jogo horroroso.

A Chapecoense esteve mal arrumada dentro de campo. Por várias vezes o que vimos foi uma equipe com a posse de bola para sair jogando e os zagueiros ficavam trocando passes no campo defensivo e sem opção de tocar a bola de forma mais próxima e com isso se obrigavam a fazer da ligação direta a opção única para ligar o ataque. Pelo resultado é fácil definir que não funcionou.

A Chapecoense perdeu e mesmo assim está líder. Mostra que aquilo que foi construído antes está fazendo a diferença.

Não foi um bom jogo. Na verdade foi um jogo sofrível. Venceu o Tupi porque achou um gol. O jogo, por ter sido tão ruim, merecia apenas um clássico 0×0, marca indelével dos jogos sem nenhuma empolgação.

Os atacantes

Três atacantes da Chapecoense atuaram na tarde bonita de sábado na acolhedora cidade de Juiz de Fora em Minas Gerais,

Itamar Schulle seguiu na insistência com a formação de ataque com os ineficientes Jô e Lê. Nada aconteceu.

Entrou Thurram no lugar de Jô. Nada novamente.

A Chapecoense precisa urgentemente dar condições de jogo para Rodrigo Gral. Somente ele, neste momento, pode mudar o quadro de ineficiência da Chapecoense no ataque que é um absoluto nada. As oportunidades no jogo de sábado foram construídas mais uma vez por zagueiros.

Do jeito que está não é mais possível seguir em frente.

Um atacante como Lê, que em nove rodadas não marcou um gol sequer, não pode seguir jogando como titular.

Liberar Rodrigo Gral para o jogo de domingo contra o Santo André é uma obrigação para a diretoria.

Prova dos Nove

sexta-feira, agosto 24th, 2012

Estádio Radialista Mario Helênio em Juiz de Fora/MG.

Wikipédia, a Enciclopédia Livre da internet diz que a Prova dos Nove é:

Prova dos nove (ou noves fora) é um teste de validade para o cálculo manual de somas, subtrações e multiplicações de números inteiros. Utilizando-se apenas dos dígitos de entrada e saída do cálculo, a maioria dos erros acidentais serão notados. Devido à sua facilidade de uso, é passível de utilização por crianças na escola, mesmo que sem compreender suas bases matemáticas.

Ou seja, é uma confirmação de acerto.

Pois este jogo de hoje à tarde em Juiz de Fora/MG, entre Tupi e Chapecoense, servirá como a Prova dos Nove para Athos e Lê.

Eles terão de confirmar as apostas do técnico e saber se o que ele calcula realmente está correto.

Athos está em queda produtiva vertiginosa. Seu futebol não é mais aquele da chegada e ele se transformou em um  jogador burocrático, comum, quando se sabe que ele tem qualidades que o fazem um acima da média.

Já o atacante Lê é aquele que é escalado para fazer gol e decidir jogos e simplesmente não os faz.

Se atacante vive de gols e se os gols fossem o alimento deste profissional, Lê estaria pesando menos que a Amy Winehouse no final da vida.

Eles ganham mais uma chance de voltar a ser o que era ou para finalmente ser alguém dentro do time.

Este sábado será decisivo para o Tupi e seu futuro na competição e para Athos e Lê na Chapecoense.

Ou jogam ou esquentarão o banco de reservas.

 

 

O importante é decidir

quinta-feira, agosto 23rd, 2012

Desde que Itamar Schulle teve a noção de que sua equipe é talhada para atuar no esquema 3-5-2, que desta forma ela fica mais equilibrada e sem perder o poder de ser efetivo no ataque, mesmo com os atacantes devendo melhor futebol, o rendimento melhorou e os resultados estão se confirmando.

Itamar Schulle chegou com outras convicções na Chapecoense. Queria outro esquema. Queria outra fotografia para a equipe. Desejava implantar outro estilo que não fosse o que realmente o elenco tem no seu DNA.

Houve problemas de rendimento e com eles vieram às cobranças.

Motivado por instabilidades coletivas, Itamar Schulle, chegou a balançar no cargo.

Em 31 jogos foram 31 escalações diferentes. Motivadas por lesões ou por falta de convicção do técnico.

Fatores internos e externos foram preponderantes para que Itamar Schulle chegasse à fórmula mais adequada, ainda não a perfeita, mas quem sabe a mais próxima.

Itamar já conseguiu repetir escalação. Adotou o esquema com três zagueiros, agora convicto, de que este é realmente o mais equilibrado.

Resta apenas ganhar a possibilidade de escalar Rodrigo Gral e terminar com o famigerado rodízio de zagueiros.

Itamar Schulle é um técnico em evolução. Quando chegou aqui não poderia ser taxado de aposta, mas que ele precisou de um tempo para se adaptar, não resta dúvida.

O momento transparece estabilidade, resta saber se esta impressão pode realmente confirmar uma importante classificação para a segunda e decisiva fase.

A caminhada é longa. Tem muito chão pela frente nesta Série C. Porém, mantendo este momento de equilíbrio, não resta dúvida que a classificação será confirmada.

Não existe mais espaço para experiências. Simplicidade e convicção são palavras de ordem. A Chapecoense ainda não atingiu se ápice.

 

 

Chapecoense empata em amistoso

segunda-feira, agosto 20th, 2012

Chapecoense B 2×2 Atlético/PR – Sub 23

O jogo foi na Arena na noite desta segunda-feira.

Cerca de 400 torcedores estiveram presentes.

O primeiro tempo foi de total superioridade da Chapecoense que contou de forma oficial com Rodrigo Gral em campo durante toda a primeira etapa.

Thurram fez um golaço aos oito minutos. Aos 20 foi à vez de Rodrigo Gral marcar, de cabeça, aquele que é seu gol 498 na carreira. Marcou e sinalizou que faltam apenas dois para uma marca histórica.

Veio à segunda etapa e uma queda brusca de rendimento das duas equipes, deixando o jogo sonolento.

Porém, a arbitragem estava a cargo de Evandro Tiago Bender. Com ele no apito é garantia de decisões polêmicas. E claro, elas surgiram. Primeiro foi sonegado um pênalti para a Chapecoense. Muita reclamação. Dudu Figueirense foi expulso. E no final o toque que faltava. Um pênalti marcado contra a Chapecoense e a expulsão de Dema, que indignado chegou empurrando e levou o vermelho. Pênalti cobrado por Dênnis do Atlético e a decretação do empate. O primeiro gol dos paranaenses foi marcado por Pablo.

Ao final do jogo a carga de reclamações pra cima de Bender foi grande. Primeiro veio o técnico Itamar Schulle. Depois o diretor de futebol Cadú Gaúcho. E por fim o presidente da Chapecoense, Sandro Pallaoro, que estava irritado como poucas vezes.

O lance que originou o pênalti deu-se de um cruzamento que veio da esquerda e que tinha já a bola nas mãos do goleiro da Chapecoense. Fora do lance, Dema se enroscou com o atacante do Atlético Paranaense. Dito e feito, ele marcou. Sandro Pallaoro prometeu endereçar a Federação Catarinense de Futebol uma solicitação oficial para que Evandro Tiago Bender não mais atue em jogos na Arena, seja em amistoso ou como 4º árbitro.

Terminou a amizade de vez.

De positivo a estreia de Rodrigo Gral e o gol que marcou. O baita gol de Thurram que pode ter lhe dado vaga no time para sábado e a demonstração de pulso firme do presidente Sandro Pallaoro.

Números que valorizam

segunda-feira, agosto 20th, 2012

A Chapecoense hoje realiza a terceira melhor campanha da Série C do Campeonato Brasileiro, com 15 pontos. Fica atrás apenas do Luverdense/MT com 18 pontos e do Fortaleza/CE com 17, ambos do Grupo A.

Fosse este um campeonato aos moldes das Séries A e B a Chapecoense estaria no G4, junto com os citados e mais o Caxias.

É uma campanha muito boa e consistente e que deve ser valorizada.

O aproveitamento é de 62,5%, ou seja, projeta a classificação para a segunda fase.

O fechamento do primeiro turno será no sábado frente ao Tupi em Minas Gerais, Juiz de Fora, contra a equipe de pior campanha no Grupo B e a segunda pior no geral, projetando uma possibilidade de vitória.

O Tupi jogará no desespero e a Chapecoense poderá ser beneficiada por este aspecto.

A pontuação da Chapecoense, com 15 pontos, abre dois de vantagem sobre os três clubes que vem logo atrás e abre quatro pontos sobre aquele que é o quinto colocado, o Macaé/RJ.

A importância da vitória de domingo sobre o Madureira transcende as analises mais simples, ela ganha em importância no olhar mais ao futuro.

A Chapecoense começou a acumular gordura, que pode sim ser necessário queimar logo mais na frente, e sob esta ótica, uma vitória sobre o Tupi ganha uma importância ainda maior.

A caminhada está apenas na metade da primeira fase. Para alcançar o sonhado objetivo de acessar a Série B tem muito pela frente.

Que tudo siga como está seguindo. Sem festa, sem pirotecnia e com muita seriedade.

 

Grupo A
 Clube PG JG VI EM DE GP GC SG %A
1  Luverdense-MT 18 8 6 0 2 16 11 5 75.0
2  Fortaleza-CE 17 8 5 2 1 9 4 5 70.8
3  Salgueiro-PE 12 8 3 3 2 16 12 4 50.0
4  Paysandu-PA 12 8 3 3 2 10 8 2 50.0
5  Águia-PA 12 8 3 3 2 13 12 1 50.0
6  Icasa-CE 10 8 3 1 4 8 11 -3 41.7
7  Santa Cruz-PE 10 8 2 4 2 13 11 2 41.7
8  Treze-PB 7 8 2 1 5 7 15 -8 29.2
9  Cuiabá-MT 7 8 1 4 3 6 9 -3 29.2
10  Guarany-CE 4 8 1 1 6 9 14 -5 16.7
Grupo B
 Clube PG JG VI EM DE GP GC SG %A
1  Chapecoense-SC 15 8 4 3 1 8 6 2 62.5
2  Caxias-RS 13 8 4 1 3 12 12 0 54.2
3  Oeste-SP 13 8 4 1 3 9 9 0 54.2
4  Madureira-RJ 13 8 4 1 3 8 10 -2 54.2
5  Macaé-RJ 11 8 3 2 3 16 11 5 45.8
6  Vila Nova-GO 11 8 3 2 3 16 11 5 45.8
7  Santo André-SP 11 8 2 5 1 8 7 1 45.8
8  Duque de Caxias-RJ 9 8 3 0 5 10 14 -4 37.5
9  Brasiliense-DF 8 8 2 2 4 10 13 -3 33.3
10  Tupi-MG 6 8 1 3 4 6 10 -4 25.0

Fonte – Futebol Interior.

Chapecoense na liderança

segunda-feira, agosto 20th, 2012

Chapecoense 1×0 Madureira.

Como é bom poder escrever que a Chapecoense está na ponta da tabela de classificação. Não tem sido fácil, mas afinal de contas o que vale é vencer e pontuar.

O grande personagem do jogo foi o zagueiro Leonardo, que no sábado concedeu uma entrevista ao Clube da Bola da RIC TV Record e disse para uma multidão de audiência que seu relacionamento com o técnico Itamar Schulle é ruim, mesmo a diretoria fazendo questão de dizer que não.

Quando ele marcou o gol foi comemorar com os torcedores, deixando que o restante do grupo fosse abraçar Itamar no banco de reservas.

Coincidência ou não foi logo depois deste episódio que o técnico Itamar Schulle teve um problema de saúde, sua pressão subiu para 15/10 e teve ser atendido pelo Corpo de Bombeiros e posteriormente deslocado para o Hospital da Unimed e lá ficou internado.

Itamar Schulle está muito pressionado no cargo e mesmo com a boa campanha ele está acusando o golpe na parte física. Desejo uma rápida melhora a este profissional correto e dedicado.

Quanto ao jogo tivemos um primeiro tempo bom, acima da média. Já a segunda etapa foi muito fraca tecnicamente.

A Série C tem se notabilizado por baixos rendimentos técnicos. O que me chama a atenção é a parte física das equipes que tem apresentado rendimentos lamentáveis. O Madureira terminou o jogo se arrastando. Neste quesito a Chapecoense está bem acima da média.

Leonardo deve ter garantido seu retorno ao time. Com uma atuação segura e marcando o gol da vitória ele não cabe mais neste rodízio proposto por Itamar Schulle.

Na Série C uma vitória de 1×0 pode ser considerada uma goleada.

 

Foto – Daniel Cavagnolli – ACF.

O técnico do acesso

quinta-feira, agosto 16th, 2012

Itamar Schulle pode se consagrar como o técnico que levou a Chapecoense para a Série B.

A campanha até aqui realizada possibilita sonhar com esta possibilidade.

Mesmo sem ter um grupo homogêneo e com problemas pontuais, a campanha é boa.

Itamar Schulle tem demonstrado em gestos que realmente pretende acertar e a sintonia entre a comissão técnica e a direção de futebol pode estar entrando em nova fase.

Convicções começam a se estabelecer e mesmo sob forte pressão, inerente ao cargo, alguns pontos começam a ficar mais claros.

Não sei bem se “voto de confiança” é a expressão adequada, ou mesmo falar em “momento de paz”, mas é preciso dar ao técnico da Chapecoense um momento de tranquilidade neste final de semana e juntos, torcedores e time, atuarem de forma una. A imprensa também tem um papel preponderante neste caso.

O próprio time necessita de um momento de alegria junto ao torcedor para que o trabalho possa fluir mais leve.

Uma vitória frente ao Madureira dará a Chapecoense à ponta da tabela, primeiro ou segundo, em uma chave muito competitiva.

Às vezes fica a impressão que existe um movimento que trabalha pela derrocada do técnico, mas não é isso. As cobranças se avolumam ao passo que o time não joga como se quer e as experiências recentes de fracasso na hora de decidir a vaga para a Série B acabam voltando e recai sobre o técnico, mesmo ele não tendo culpa sobre o passado.

O que passou, passou, mas a experiência é muito válida.

Torcer por Itamar Schulle é torcer pelo sucesso da Chapecoense. Torcer pelo fracasso é jogar contra o patrimônio.

Que Itamar Schulle tenha um domingo iluminado e de pressão 12/8.

Mudança de estilo

Evoluir é preciso. Trabalhar com alegria faz toda a diferença. Itamar Schulle está precisando se sentir mais a vontade. Soltar as amarras que lhe prendem a determinadas cobranças que muitas vezes habitam apenas a cabeça de quem comanda.

Não exijo simpatia ou mesmo gestos milimetricamente estudados por parte de Itamar Schulle, apenas desejo vê-lo firme e feliz no desempenho da sua função.

Nesta semana, Itamar Schulle, visitou um dos hospitais da cidade com uma crise hipertensiva. Pode ser pela idade, por causas hereditárias, mas o desencadeamento de uma crise como esta acontece em momentos de forte cobrança que afetam a parte física.

Desejo, com honestidade, que Itamar Schulle se estabeleça na função carregando felicidade e que olhe para os lados e enxergue amigos e não bandidos que querem lhe derrubar.

Respira fundo Itamar Schulle! Abre um sorriso! E com todo o respeito, vença com folga o Madureira.

Um abraço Itamar Schulle.

 

Rodrigo Gral fora do ar

quarta-feira, agosto 15th, 2012

O comentarista Sergio Badá Badalotti postou hoje no inicio da tarde no facebook uma nota dando conta de que a RIC TV Record havia convidado o atacante Rodrigo Gral para uma entrevista, mas por determinação da diretoria da Chapecoense a mesma foi cancelada.

A alegação é de que Rodrigo não deveria se pronunciar como atleta da Chapecoense até que seu contrato não fosse assinado e os exames marcados para esta semana não tivessem um diagnóstico final.

Nada de errado sob este aspecto. Mas fica no ar uma pergunta. Porque apresentaram o atleta como uma nova contratação e chamaram toda a imprensa para uma coletiva?

Foi à entrevista mais concorrida dos últimos tempos.

Inegavelmente uma contratação de impacto, seja pela qualidade do atleta ou mesmo por ele ser de Chapecó e por ter uma carreira internacional consolidada.

O que se vê agora é um impasse desnecessário sendo criado em torno de um nome que poderia alavancar uma série de situações positivas, dentro e fora de campo.

Este episódio envolvendo o cancelamento desta entrevista é mais um dentre tantos desencontros desde a chegada de Rodrigo Gral.

O atleta se diz pronto. O médico diz que ele está inteiro. Um novo exame é marcado. Uma entrevista é cancelada com a clara intenção de dizer que o vinculo profissional não está concretizado.

Novamente pergunto: Porque então apresentaram o atleta?

O desencontro de informações é nítido e existem sim ideias controversas dentro do departamento de futebol.

Esta contratação motivou um pedido de saída de Mauro Stumpf, que logo foi contornado.

Está na hora de definir se Rodrigo Gral é mesmo atleta da Chapecoense ou tudo não passou de um equivoco.