Arquivo para março, 2013

O vestiário

sexta-feira, março 29th, 2013

Quando uma fase menos produtiva se estabelece no futebol é normal surgirem comentários em relação a problemas de vestiário. Na Chapecoense não é diferente. É normal e uma obrigação para os repórteres questionar sobre o tema. E assim foi feito. As respostas que vem de todos os setores da Chapecoense são uníssonas e afirmam de forma veemente que o ambiente é bom, chegando ao ponto de avaliá-lo como “espetacular”.

Acredito nas palavras que emanam do vestiário da Chapecoense.

Sendo o ambiente de trabalho tão positivo, um reflexo dentro de campo, também positivo, redunda em cobranças ainda maiores.

O elenco é bom. Se não é tudo aquilo que se deseja para a Série B, para o Campeonato Catarinense ele está bem acima da média.

As condições de trabalho são excepcionais.   

As ferramentas para o exercício de um bom trabalho existem, apenas foram mal utilizadas nos últimos quatro jogos. A questão não é abraçar ou deixar de abraçar a Chapecoense. Levo em consideração que os profissionais envolvidos no projeto merecem um voto de confiança.

Como cronista esportivo faço minhas cobraças, coletivas e pontuais, não deixarei jamais de fazê-las, mas a boa vontade também deve fazer parte do exercício da minha profissão, senão posso passar do limite, do ideal da critica.

A entrevista coletiva da Chapecoense, após o empate contra o Metropolitano, esteve carregada de sinceridade. Não maquiaram a atuação deficiente e de forma positiva defenderam suas teses. Houve reconhecimento de que o momento deixa a desejar, mas com ressalvas positivas relacionadas à campanha geral que segue sendo de liderança. Reconheço o esforço e a forma profissional na execução do trabalho na Chapecoense.

O reencontro com a vitória

terça-feira, março 26th, 2013

Na noite desta quarta-feira a Chapecoense recebe o Metropolitano de Blumenau, às 20h30min.

As campanhas se equivalem no returno. Na classificação geral o Metropolitano aparece na terceira colocação, com 19 pontos, são oito a menos que a Chapecoense e apenas um ponto a frente do Atlético de Ibirama, seu maior concorrente pela vaga na Série D. A conquista do returno está bastante comprometida, mas a missão de chagar a quarta divisão nacional está amarrada a uma presença na semifinal pelo índice técnico.

Para a Chapecoense o jogo representa a manutenção da liderança geral e consequentemente a possibilidade de jogar uma eventual decisão em casa e também a tranquilidade para aplacar reclamações sobre elenco e comissão técnica.

Para o Metropolitano representa permanecer vivo e forte na luta por um lugar ao sol.

O Metropolitano está tratando o jogo como uma decisão, pois está em Chapecó desde segunda-feira.

Jogo fácil não existe, mas a superioridade da Chapecoense precisa ser reconhecida.

É jogo para a Chapecoense de Gilmar Dal Pozzo (foto) reencontrar as vitórias e os gols, pois não vence e não marca gols a três rodadas, quando em nove pontos conquistou apenas dois.

Foto – Junior Matiello. 

Athos se fecha para a imprensa

segunda-feira, março 25th, 2013

O meia Athos da Chapecoense postou em seu Facebook a seguinte nota:

NOTA

Devido aos acontecimentos do último sábado, após o confronto diante do Criciúma, no Estádio Heriberto Hülse, onde palavras minhas foram distorcidas e mal interpretadas, venho através da minha página oficial do Facebook dizer que por tempo indeterminado não darei entrevistas para veículo algum, seja Rádio, TV ou Jornal. Estou focado em auxiliar o grupo da Chapecoense na conquista dos objetivos. Em nenhum momento demonstrei insatisfação por fazer parte deste elenco de vencedores e de guerreiros. Quem me conhece sabe a postura que tenho nos treinamentos e jogos, além de sempre incentivar meus companheiros, independente de quem estiver em campo. Nosso foco é o título catarinense e para isso é que estamos batalhando muito a cada nova partida. Portanto, seja em coletivas, saída de campo, antes de jogo, enfim, não me pronunciarei. Deixo claro que isso é uma decisão única e exclusivamente minha. Não existe nada de anormal no vestiário, mesmo que alguns estejam querendo plantar esta ideia.

Um abraço e fé em Deus,

Athos.

NOTA DO BLOG:

Não esperava por esta atitude de Athos. Calar-se ou falar, cada um determina. Temos o livre arbítrio.

Novamente a imprensa paga a conta. Athos falou ao final do jogo, fez questão de sublinhar, que Gilmar Dal Pozzo tinha lhe dado apenas cinco minutos para atuar, que ele poderia ter sido mais efetivo com mais tempo, mas que ele respeitava a visão do “professor”, mas que gostaria de ter tido mais tempo para jogar. Reclamou, ou no mínimo solicitou algo que não lhe foi dado. Muito bem.

Perguntado sobre a “solicitação” de Athos, Gilmar Dal Pozzo alterou o tom de voz e foi enfático ao dizer que as diretrizes partem dele e que não concordava com a posição do atleta.

Não é o primeiro confronto entre Athos e Dal Pozzo. A escolha do técnico da Chapecoense por deixar Athos no banco tem sim relação com algumas atitudes, como aquela de sair chutando pedras em Lucas do Rio Verde e se despedir da Chapecoense, nos mesmos microfones da imprensa que hoje ele culpa por distorcer o que disse. Distorcer?

Esta mesma imprensa que Athos acusa e como protesto se cala, é a mesma que bateu de frente com Dal Pozzo para escalá-lo como titular, para dar mais qualidade na meia cancha.

A mesma imprensa que não merece mais as entrevistas de Athos é aquela que o escolheu várias vezes como o melhor em campo.

A imprensa não quer nenhuma retribuição, quer apenas exercer sua função e dar aos ouvintes, leitores e telespectadores o direito que saber o que pensa Athos, destacado integrante do elenco da Chapecoense.

Mas Athos não quer falar para a imprensa esportiva de Chapecó.

Imagine o contrário Athos. A imprensa te criticando, falando as maiores barbaridades de você e fechando seus microfones, não te dando a chance de defesa. Distorcendo de verdade tuas palavras.

O correto seria convocar uma coletiva e falar abertamente sobre o assunto.

Você diz que a determinação é apenas tua, que não houve interferência. Tenho o direito de duvidar. Tens uma empresa que cuida da tua assessoria de imprensa, que é a mesma que cuida da assessoria da Chapecoense. Existem pessoas contratadas para cuidar da tua comunicação. Ou passaste por cima delas, ou quem não quer mais a prestação de serviço, ou quem sabe ainda tenhas recebido uma orientação.

Tens o direito de se calar, de falar para quem tu bem entenderes. Como tenho eu o direito de não concordar com tua atitude.

A imprensa que sempre te valorizou, te elogiou, defendeu tua titularidade, que te criticou também algumas vezes, não presta mais. Ela agora distorce o que tu pensa.

Lamento profundamente tua decisão.

 

SAIU A TABELA DA SÉRIE B 2013

segunda-feira, março 25th, 2013

Tabela completa no link: http://www.tabeladobrasileirao.net/serie-b/

Tabela de jogos - 1ª RODADA

RODADA DATA DIA HORA MANDANTE # x # VISITANTE ESTÁDIO CIDADE TV
1a rodada 25/05 Sáb - Oeste x Avaí A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - Boa x Chapecoense A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - Figueirense x América-RN A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - Joinville x Bragantino A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - Icasa x Sport A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - ABC x Paraná A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - Palmeiras x Atlético-GO A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - São Caetano x Ceará A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - Guaratinguetá x América-MG A definir A definir -
1a rodada 25/05 Sáb - Paysandu x ASA A definir A definir -

Um bom jogo sem gols

domingo, março 24th, 2013

Criciúma 0×0 Chapecoense.

Primeira etapa dominada pelos donos da casa. Segunda etapa com o visitante melhor. Foi a tônica do jogo. Uma lástima que o placar ficou fechado, pois o jogo deixaria uma lembrança mais positiva se tivéssemos um empate com gols. E foi o empate, no final das contas, o resultado mais justo.

Nivaldo  foi o grande nome do jogo, principalmente pelas defesas da primeira etapa. A exigência imposta pelo Criciúma na etapa inicial foi grande e a Chapecoense resistiu bravamente.

Na etapa final a Chapecoense foi mais efetiva, esteve mais bem colocada em campo e teve boas oportunidades, principalmente no final do jogo, quando massacrou o Tigre. Faltou o último toque. Apesar do placar fechado, um bom jogo.

A Chapecoense mostrou vontade, pegada e bom preparo físico, mas ainda demonstra alguma ansiedade na hora de concluir a jogada. Afinal de contas um empate em Criciúma é sempre um bom resultado.

Passou a fase dos quatro grandes. Teoricamente a fase mais complicada. Vamos pensar como o Gilmar Dal Pozzo, jogo a jogo. Que venha o Metropolitano.

Comparando Índio e Tigre

 

No enfrentamento entre uma equipe de Série A (Criciúma) e outra de Série B (Chapecoense) e com a aproximação do início da temporada nacional, ficam claras algumas situações.

No Criciúma o caso é muito grave. O time é fraco para o Campeonato Catarinense, ou seja, é quase uma garantia de rebaixamento na Série A. O técnico Vadão já comandou três jogos e não sabe o que é vencer. Sua chegada não impactou o elenco, como era esperado. O presidente do Criciúma, Antenor Angeloni, anda estressado e resolveu abrir o caixa das reclamações e disse que sem ele o Criciúma já teria fechado as portas, que ele é o grande nome na história do clube e outras coisas mais. Passou por cima da história do Criciúma e se colocou em primeiro plano. Desagradou muita gente. O Criciúma tem um elenco limitado, com uma diretoria que reclama falta de apoio e contratando refugos de times grandes como solução para sua volta a Série A. Antenor Angeloni costuma dizer que gosta de futebol, mas não entende nada do assunto. É a sinceridade de um dos homens mais ricos de SC.

Já na Chapecoense, a cada jogo, fica mais evidente que a necessidade de investir na ala direita já passou do ponto. O grupo necessita de poucos, mas específicos investimentos. Para encarar a Série B, com quatro contratações de qualidade o elenco pode sim realizar um bom trabalho.

Porém, é preciso ficar atento a duas situações. Uma delas diz respeito às insistentes reclamações de Athos, devido a sua condição de reserva. O relacionamento entre Athos e Dal Pozzo nunca foi dos melhores, mas o tom de voz do técnico na entrevista coletiva deixou evidente que o limite foi alcançado. Outra situação diz respeito ao zagueiro André Paulino. Substituído no intervalo, ao final do jogo, disse em alto e bom som, fora dos microfones, que não aguentava mais e que se tivesse a possibilidade de embarcar em um avião ele o faria imediatamente.

Problemas no vestiário, cuidado!

Foto – Fernando Ribeiro/Criciúma. 

O ídolo humilde

quinta-feira, março 21st, 2013

O atacante da Chapecoense, Rodrigo Gral, surpreendeu positivamente ao portar em seu Facebook uma nota pedindo desculpas ao torcedor pelo pênalti perdido e por não ter tido o rendimento de outros jogos, quando foi decisivo. Chegou ao ponto de assumir toda a responsabilidade pelo empate em 0×0 com o Figueirense. Um gesto de humildade que merece aplausos. Dificilmente assumimos nossos erros publicamente. E jogador de futebol é ainda mais diferente. Por estar inserido em uma realidade diversa da maioria, por ser um ator de um espetáculo que se chama futebol e que mexe tanto com a opinião pública, ele perfeitamente poderia ter saído pela tangente dizendo que foi apenas uma noite infeliz, que só erra pênalti quem bate e que os outros gols que já marcou não poderiam ser esquecidos. Ele preferiu simplificar pelo caminho da sinceridade.

Subiu ainda mais no conceito do torcedor que se manifestou apoiando sua atitude. Belo gesto.

Futebol pobre

quinta-feira, março 21st, 2013

Chapecoense 0×0 Figueirense.

Somente um time procurou a vitória e este time foi a Chapecoense. O Figueirense jogou como uma equipe pequena, coisa que não é. Jogo chato, modorrento, de pouca emoção e que ficou devendo ao bom público que foi para a Arena Condá na intenção de ver uma vitória contundente. Não vimos. Foi um joguinho.

Rodrigo Gral

Foi o desastre da noite. Perdeu dois gols. Um com bola rolando e outro de pênalti. Não era a noite dele. Já recebeu rasgados elogios, mas desta vez merece uma reprimenda.

Faltou tudo para Rodrigo Gral. Não foi referência. Não foi goleador. Errou pênalti e por ai afora. Pior do que ele somente o técnico Gilmar Dal Pozzo, que aos 44 da segunda etapa fez uma substituição e amarrou ainda mais o jogo. Tem coisas que não da para entender.

O gramado

Resistiu bravamente a mais de 70 milímetros de chuva. Ficou marcado como ficaria qualquer outro. Passou no teste com bravura. Aos arautos do apocalipse, que diziam que um jogo agora destruiria o novo gramado, vai aí um cala boca de quem entende no caso a Maristela Kuhn, engenheira agrônoma mundialmente reconhecida. Ela jamais colocaria sua reputação a perder. Ao menos este assunto está encerrado.

Positivo

O novo gramado da Arena está mais do que justificado como investimento. Foi motivo de elogios por todos que estiveram no jogo, seja trabalhando ou assistindo. O tempo das criticas ao gramado terminou. O momento é outro.

Negativo

O jogo merece um destaque negativo. Foi o festival internacional do lateral. Uma montanha de passes errados. Um técnico jogando para empatar e o outro sem saber ganhar. Foi um desastre, em se tratando de espetáculo de futebol. O placar de 0×0 é o retrato da obra.

Foi mal

domingo, março 17th, 2013

Avai 2×0 Chapecoense

Foi o pior jogo da Chapecoense no Campeonato  Catarinense 2013. O placar foi justo, irretocável.

Durante todo o jogo a Chapecoense não apresentou a lucidez que marcou sua trajetória até aqui. A campanha segue exuberante, mas ensinamentos devem ser retirados desta derrota. A zaga está mal posicionada. O meio de campo esteve distante e o ataque nada, mas nada fez.

A Chapecoense foi uma presa fácil e o resultado não poderia ter sido outro que não uma derrota.

Marquinhos

O Avaí é uma equipe de futebol bastante limitada, mas que tem um jogador, Marquinhos, com muita qualidade. Todos sabem o que ele pode realizar. E foi ele o diferencial do jogo, com passes e assistências precisas que envolveram a defesa da Chapecoense. Quase fez um gol olímpico. Foi o craque do jogo e com sobras.

E a Chapecoense não teve capacidade para neutralizar a principal nascente de jogadas do Avaí.

A defesa

No primeiro turno a média da zaga da Chapecoense foi de um gol sofrido. Em dois jogos a defesa dobrou a média.

Ela não apresenta a mesma segurança e está sim desarrumada. Com a melhora inevitável dos adversários as exigências vão aumentar e é preciso arrumar a casa.

André Paulino faz muita falta.

Positivo

Agora é voltar para casa. Na quarta-feira, na remodelada Arena Condá, justamente contra o Figueirense, teremos um jogo de seis pontos. Jogo de TV aberta, mas que merece uma verdadeira invasão dos torcedores. Será  o primeiro de 2013 em Chapecó.

Negativo

Não vou negativar o atleta, mas o futebol de Fabiano está sendo muito prejudicado. Ele não é ala nem aqui e nem em outra parte do Planeta.

Gols dos adversários estão sendo construídos pelo lado em que ele atua. Na Série B, Fabiano pode viver uma tragédia profissional se seguir atuando desta forma.

Avaí x Chapecoense

sexta-feira, março 15th, 2013

Gilmar Dal Pòzzo deve escalar a seguinte equipe para o jogo de domingo na Ressacada contra o Avaí: Nivaldo, Fabiano, Rafael Lima e Dão, Fabinho Gaúcho, Wanderson e Paulinho Dias, Athos e Neném, Fabinho Alves e Bruno Rangel. Rodrigo Gral será poupado devido a uma tendinite. Uma boa equipe, que vai oferecer equilíbrio tático e terá sim boas compensações pelas ausências. Mantendo o mesmo espírito guerreiro dos outros jogos a Chapecoense tem todas as condições de voltar de Florianópolis com uma vitória.

O Avaí

Mesmo vivendo um momento conturbado e de péssimo rendimento na competição, merece o respeito. O rendimento é deficitário pelo futebol apresentado, mas o elenco tem capacidade de reverter à situação e devolver o Avaí ao posto que julguemos poder encontrá-lo.

Enfrentar o Avaí, mesmo em fase ruim, sem o devido respeito, pisando em saltos e indolente é derrota certa. O grupo da Chapecoense sabe disso e por isso mesmo passa confiança ao torcedor e para a crônica esportiva.

Por toda SC

quinta-feira, março 14th, 2013

Reflexos

Em outros tempos o Avaí não demoraria mais do que 24 horas para anunciar um novo técnico. Mal das pernas no Campeonato Catarinense. Setor financeiro debilitado. Mesmo sendo um clube de tradição, com torcida numerosa, sediado em uma capital, nem mesmo todos estes quesitos são capazes de derrubar o momento delicado por que passa o simpático time da Ressacada.

Desde a volta para a Série B o Avaí vive em um mundo de desencontros. Uma espécie de inferno astral.

Será preciso bem mais do que uma mudança no futebol para que o Avaí vire este jogo. Antes de vencer seus adversários em campo o Avaí precisa parar de perder para ele mesmo.

O tempo

Em menos de uma década as diferenças entre Avaí e Chapecoense minguaram. A Chapecoense era um time pequeno, desorganizado e de série nenhuma. O Avaí flanava suas belas cores na elite nacional. A Chapecoense estava lá, de portas abertas quatro meses e depois eram incertezas.

Hoje o que separa Chapecoense e Avaí é o número de títulos estaduais. Na série nacional se equivalem. A Chapecoense sobe e o Avaí desce. O segredo está no planejamento. O futebol não tem mais espaço para aventuras e para ações desmedidas. O Avaí está pagando a conta. A Chapecoense recebe benefícios.

No Vale

Enquanto isso em Blumenau a volta do BEC é uma realidade. Vai começar pela terceira divisão. Blumenau jamais abraçou de verdade o Metropolitano. Não existe espaço para dois. Se o BEC voltar forte, tchau Metropolitano. E o risco de dois quebrados também deve ser avaliado.