O fator família

Muito tem se ouvido dos jogadores da Chapecoense e da comissão técnica de que eles formam uma família.

Quando se estabelece um pacto de confiança entre componentes de um vestiário de time de futebol, muitas virtudes aparecem e dificuldades realmente são superadas.

E para alcançar esta química, em qualquer esporte coletivo ou mesmo em um grupo de trabalho, é preciso ter muita habilidade, principalmente para quem controla a turma.

Em um mundo de egos inflados e exposição sistemática na mídia, a arte do bom relacionamento interno deve ser cuidada e exercitada no dia a dia, com um zelo de um pai, uma mãe de família, literalmente.

Vários episódios marcaram esta trajetória positiva da Chapecoense desde a chegada de Gilmar Dal Pozzo. Grande parte deste mesmo grupo soube fazer a mão para se livrar de dois técnicos e agora fechou com o atual comandante com a força de uma família que realmente se da bem.

Na coletiva do final de semana o ambiente harmonioso foi mais uma vez enaltecido pelos atletas Alan e Fabinho Gaúcho (foto).

Sem harmonia no ambiente profissional em que se convive mais do que em casa, prosperará apenas a maledicência e o ciúme, poderosos destruidores de projetos e relacionamentos.

 

Foto – Aguante Comunicação/Chapecoense. 

2 comentarios para “O fator família”

  1. Jr Verdão disse:

    E também joga muita, muita bola essa Alan!!!!!

  2. Joao disse:

    Alan e craque, mas se engana quem acha que o ambiente da chape e simplesmente harmoniozo. existe sim pequenos grupos e a qualquer momento pode se tornar um estopin para algo pior. abc a todos

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