Para cumprir tabela e preservar o nome

Neste sábado, a Chapecoense enfrenta o Icasa aqui em Juazeiro do Norte-CE, local em que escrevo esta coluna.

Cidade com mais de 260 mil habitantes e que tem em Padre Cícero Romão Batista, o seu Santo, o Santo dos Nordestinos, como aqui é chamado.

Lembro-me da minha infância, quando Renato Aragão, o famoso Didí Mocó, lembrava-se da existência deste homem que fez sua história santa aqui em Juazeiro do Norte e na cidade de Crato, sua terra natal, muito perto daqui. Histórias ligadas à fé e ao futebol, tão presentes na vida de todos nós, brasileiros.

O que vale agora é o jogo de hoje, para a Chapecoense nada, simplesmente, nada mais representa.

Para o Icasa é o jogo do ano, da vida, uma final.

Será com o ímpeto de uma Chapecoense jogando no Durival Britto que vamos encarar hoje o Icasa no Estádio Romeirão?

Perder é uma grande possibilidade. Entregar o jogo em detrimento de outros pares catarinenses jamais, mas é preciso reconhecer que a Chapecoense já fez a sua parte e não deve mais nada para ninguém.

Para a Chapecoense é jogo para cumprir tabela e para o Icasa o jogo do ano. Bom pra eles? Não sei!

Estímulos externos podem sim rondar o jogo e alguma surpresa pode estar reservada.

Padre Cícero, o Santo dos Nordestinos, está fiscalizando, pois Ele não joga, mas Ele fiscaliza.

 

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