Arquivo para fevereiro, 2014

Fandango, trago e mulher

sexta-feira, fevereiro 28th, 2014

É disso que o velho, é isso que o velho quer. Que beleza!

O noticiário esportivo foi sacudido pela “noticia” de uma balada forte de jogadores da Chapecoense em prestigiada casa noturna no centro da cidade e com um dos atletas dormindo dentro do carro, na frente do seu prédio, impedindo a passagem de carros, pois parou em frente à garagem e ali ficou até ser acordado do “soninho” que fazia. Foi na virada de quinta para sexta-feira.

A reapresentação foi na tarde de hoje.

Vamos deixar a hipocrisia de lado!

Os atletas estavam de folga. Foram de caras limpas para a balada. Tomaram seu trago e fizeram a festa. Exageraram? Não sei, é problema deles. O que dormiu dentro do carro deve se explicar para a mulher dele.

O assunto virá noticia porque a Chapecoense está em baixa, vai jogar o hexagonal da morte e o time não está jogando o que pode. As baladas podem estar refletindo no desempenho? Com certeza! Assunto para a diretoria tratar, como já está tratando, pois já teve jogador que foi multado e advertido.

Se a referida balada tivesse acontecido ao final do ano passado, como muitas que aconteceram, teria muita gente pendurada no pescoço da “boleirada” e até pagando uma gelada para ficar amiguinho. Como a fase é ruim, eles viram bandidos.

Jogador deve ser analisado dentro de campo. Se encher o bule e jogar bola, está tudo certo. Se encher a caveira e não jogar nada, manda embora. Se não sai da missa e do culto e não jogada nada, manda embora junto com o cachaceiro, para pelos menos ver se converte o cidadão.

E vamos tomar uma, porque é carnaval minha gente!

Hexagonal da vergonha

quinta-feira, fevereiro 27th, 2014

A Chapecoense se remonta para encarar o hexagonal da vergonha do Campeonato Catarinense. É vergonhoso um regulamento que alija seis times da competição e os atiram a um novo certame, sem cobertura de TV, com a faca nas costas na fuga do rebaixamento e como prêmio de consolação tiraram uma vaga a Copa do Brasil dos finalistas para dar aos renegados.

Se o Campeonato Catarinense já é deficitário, imagine o hexagonal da vergonha!

Que tipo de motivação terá o torcedor em ir ao estádio apenas torcendo para sua equipe não cair?

Some a tudo isso a incapacidade de recuperação. Errou se ferrou!

A Federação Catarinense de Futebol deixa para a Associação de Clubes de SC a elaboração do regulamento.

De um lado uma entidade conivente. Do outro lado, dirigentes despreparados na sua maioria, que sequer conseguem gerir seus clubes, quanto mais um campeonato.

Uma miscelânea como essa não pode dar em coisa boa.

O Campeonato Catarinense foi transformado em um torneio inicio para preparar quatro para o campeonato que vale.

Coitados dos clubes de futebol de SC. Estão atirados a própria sorte.

Sempre reitero que a diretoria da Chapecoense foi contra este regulamento, mas foi voto vencido.

O cidadão que criou esta fórmula tem dentro da cabeça apenas um fio, que liga orelha a orelha. Se cortar, elas caem

Morreram abraçados

quinta-feira, fevereiro 27th, 2014

Chapecoense 2×1 Brusque

As duas equipes pagaram por suas incompetências.

A Chapecoense já começou a se enroscar no primeiro jogo quando perdeu para o Juventus. Fez falta no final.

O Brusque era a sensação. No penúltimo jogo empatou em casa e pagou o marreco em Chapecó. É preciso reconhecer que o Brusque foi muito prejudicado pela arbitragem.

No resumo final das operações na noite de ontem na Arena o que sobrou foram duas equipes com muitas falhas.

A Chapecoense começou e terminou bem a primeira etapa.

O Brusque fez exatamente o contrário.

Na segunda etapa eles trataram de lutar e errar em demasia nas conclusões. Foi um festival de incompetência na área que chegou a doer na alma.

O Brusque até merecia uma vaga entre os quatro, mas a Chapecoense não. Foi muito indolente. Teve muita soberba em determinados momentos. Muito recadinho do técnico Gilmar Dal Pozzo para a imprensa e ao torcedor.

Agora vem a dura realidade do hexagonal, na luta por uma vaga na Copa do Brasil e duas vagas rumo à segunda divisão. Não levem por barbada que uma surpresa muito desagradável pode se apresentar.

É preciso pensar e analisar a realidade em que a Chapecoense se inseriu ontem à noite.

Está ruim e pode piorar e muito.

A super quarta-feira do futebol de SC

terça-feira, fevereiro 25th, 2014

Cinco jogos e os destinos de seis clubes que lutam na última rodada do turno do Campeonato Catarinense de 2014, contemplado com um regulamento estúpido.

O Metropolitano de Blumenau foi o único a chegar à última rodada já classificado e aguardando seus companheiros de quadrangular. Luta para seguir líder e para levar as decisões para o SESI .

Enquanto isso Avaí, Atlético de Ibirama e Juventus apenas jogam a última rodada já pensando em como fugir do rebaixamento que aguarda os incompetentes no hexagonal.

A tabela que foi boa para a Chapecoense quando de sua concepção, pode ser madrasta no momento da decisão. Por culpa da Chapecoense, importante salientar.

O Metropolitano joga contra o Avaí. Vale a liderança para o Metro que já está classificado.

Já Criciúma x Ibirama e Figueirense x Juventus, vale apenas para quem joga em casa. O Tigre vencendo está dentro. Se o Figueirense vencer, obrigará a Chapecoense a golear. Tem ainda Joinville x Marcílio Dias, que ficam justamente um acima e outro abaixo da Chapecoense.

Para a Chapecoense resta vencer o jogo e por goleada para poder garantir por suas forças a classificação, ou aguardar pelos resultados paralelos, mas sempre com a obrigação de vencer.

Será uma noite de muita matemática e de atenção múltipla para quatro jogos.

A Chapecoense está no jogo. Pode decidir por suas próprias forças ou vencer por placar magro e aguardar o auxílio luxuoso de alguém.

Vitória, mas a situação é complicada

domingo, fevereiro 23rd, 2014

Avaí 1×2 Chapecoense.

A Chapecoense viveu dois momentos distintos no jogo. Uma primeira etapa horrível, mas um segundo tempo bem mais eficiente. A entrada de Régis mudou o jogo.  Ele fez dois gols e deu outro ritmo ao jogo.

A Chapecoense chega viva a última rodada, precisando vencer e ainda torcendo para que resultados combinados a ajudem.

Na primeira etapa a Chapecoense se mostrou lenta, sem animação e apagada em campo.

No intervalo do jogo o técnico Gilmar Dal Pozzo pegou pesado no vestiário, fez a sua parte, mudou o time, sacudiu a poeira e virou o jogo.

O começo de temporada não tem sido fácil para a Chapecoense. O time ainda está desarrumado, sem uma identidade e tendo a necessidade de se reinventar a cada jogo, seja nos nomes ou no jeito de jogar.

Já são oito jogos e nada ainda de uma formação que possa ser considerada sequer próxima da algo parecido que se deseja para a Série A.

Agora é aguardar e vivar as emoções da super quarta-feira, quando saberemos quem vai brigar para ser campeão e quem vai brigar para não cair.

Para espantar a mediocridade

sexta-feira, fevereiro 21st, 2014

A Chapecoense joga no domingo contra o Avaí, na Ressacada, para espantar a mediocridade da campanha deste inicio de temporada e para chegar à última rodada viva e em condições de acessar o quadrangular decisivo.

A realidade do Avaí é ainda pior. Já trocou de técnico, estão afundados em dívidas, salários atrasados, jogadores suspensos e com pontuação menor que a Chapecoense e em busca de um milagre ainda maior.

Tanto Avaí como Chapecoense precisam dar uma resposta e domingo será o dia decisivo.

A Chapecoense chega muito mais interia para o jogo e com mudanças bem interessantes que devem ser apresentadas pelo técnico Gilmar Dal Pozzo. O Avaí perdeu nomes importantes, mas estreia técnico, o que pode dar uma motivada.

O que não pode é a choradeira do departamento de futebol da Chapecoense contaminar o vestiário. A hora é de mobilização total e não de encontrar desculpas. E as possíveis desculpas não precisarão ser catadas sequer após uma eventual ida para o hexagonal da morte, pois eles simplesmente não existem. Nada pode explicar a Chapecoense fora do quadrangular, ao menos neste momento da história.

Mas vamos lá, acreditar mais uma vez, crer que este grupo pode realmente chegar à última rodada vivo e em condições de reservar uma vaga entre os grandes de SC, pois, se não figurarmos entre os grandes daqui, não será entre os grandes do Brasil que estaremos.

É hora de espantar a mediocridade ou fazer dela uma marca deste inicio de temporada. O elenco da Chapecoense terá total poder de escolha.

Besteira e desânimo

quinta-feira, fevereiro 20th, 2014

Besteira é dizer que para a Chapecoense será bom disputar o hexagonal da morte, pois terá mais jogos para preparar a equipe para a Série A. Quem pensa assim, ou torce por outro time, ou necessita de remédio.

Desânimo é ouvir dirigente dizer que a Chapecoense é a grande candidata ao rebaixamento na Série A. Pode até pensar, mas dizer jamais! Uma analise com este conteúdo fica para a imprensa e para os torcedores, jamais para um dirigente, que precisa ser o animador do processo e não ficar se defendendo por antecipação de um possível desastre, sim, porque rebaixar será um desastre maior do que endividar a equipe para não cair.

Não desejo o rebaixamento e sequer o endividamento, mas rebaixar com dinheiro em caixa é o mesmo que morrer rico sem ter aproveitado o dinheiro. Caixão não tem gaveta!

Besteira é ficar se comparando com os concorrentes.

Desânimo é ouvir que as contratações não passarão de meia dúzia, quando na verdade a grama da Arena sabe que a necessidade é muito maior. Desanima-me ouvir que o planejamento está mantido. Como assim?

O planejamento está apresentando defeitos e mesmo assim será mantido?

Besteira é não rever o planejamento.

E não será a presença da Chapecoense no G4 que me fará mudar de ideia.

Antes da matemática

quinta-feira, fevereiro 20th, 2014

O momento da Chapecoense é de fazer contas e imaginar resultados. Nada mais natural para uma equipe que não fez a sua parte e que depende dos outros para alcançar uma classificação.

Em primeiro lugar a Chapecoense necessita vencer o Avaí na Ressacada, na noite de domingo. Perdendo, ou mesmo empatando, de nada adiantará fazer contas. O momento exige total mobilização.

Pensar nos resultados do passado também de nada mais adianta. O memento é de recuperação.

Para a Chapecoense, chegar ao quadrangular decisivo, representa muito mais do que a possibilidade de decidir um título ou mesmo ser campeã. Para a Chapecoense, representa o reforço necessário para um projeto que está caminhando para a participação mais importante na sua história e que não pode entrar de cabeça baixa e com discurso desanimado como tenho ouvido de alguns.

Jogar o hexagonal é um retrocesso inadmissível. Não ficar entre os quatro de SC é não cumprir uma obrigação.

O jogo contra o Avaí é muito mais do que uma decisão. É na verdade um jogo para resgatar a dignidade e para este elenco mostrar que realmente pode e que não está acomodado ou mesmo sem comprometimento para seguir no projeto.

Ou ganha ou ganha, não existe mais possibilidade de escolha.

Orçamento x qualidade

quarta-feira, fevereiro 19th, 2014

Hoje à tarde, na apresentação do lateral Ednei, ex-Internacional, o vice-presidente de futebol da Chapecoense, João Carlos Maringá, disse que ao final da temporada passada a diretoria apresentou um orçamento e foi com ele que as contratações aconteceram.

Limitações financeiras sempre existiram na Chapecoense.

Com orçamentos bem menores do que o atual, esta mesma diretoria, montou equipes de qualidade e que conquistaram títulos e acessos.

O que acontece nesta temporada é que muitas contratações ainda não deram certo e acredito que poucas poderão reverter à realidade. A mesma diretoria de futebol que acertou muito no passado errou a mão neste ano.

Errar faz parte. Reconhecer o erro é o começo do acerto.

Custa caro mandar embora, mas custa mais caro ainda se abraçar na teimosia e afundar com um elenco que tem limitações de qualidade e com alguns sem nenhum comprometimento.

A diretoria de futebol está trabalhando forte e pressionada pela diretoria executiva e conselho deliberativo.

As cobranças estão acontecendo.

Um time foi contratado e outro deve desembarcar para a Série A. Não é hora de cometer loucuras, mas também não é hora para falta de arrojo, pois a receita da Chapecoense aumentou consideravelmente e sem investimentos pesados a Chapecoense vão dançar feio na Série A.

Ouvi dizer que o orçamento inicial para a Série A já foi deixado de lado e que vão sim abrir o cofre e contratar pesado. Vamos aguardar.

Segue o tabu

domingo, fevereiro 16th, 2014

Criciúma 2×1 Chapecoense

A derrota se deu por circunstâncias bastante pontuais.

Dois erros da zaga, dois gols. Um pênalti marcado.

Dois gols perdidos por Thiago Luiz. Não faz, leva.

A Chapecoense segue inconstante e precisa urgentemente de mudanças e de contratações.

Ficou complicado, mas matematicamente existe a possibilidade de ida para o quadrangular.

O Campeonato Catarinense está escancarando algumas situações. Uma delas está na fragilidade defensiva. O que foi um paredão na temporada passada se transformou em insegurança.

O meio de campo segue sendo um grande vazio. Muita ligação direta. As alas que eram problemas se transformaram na melhor zona de produção da equipe.

Quanto ao jogo, sendo ele feito de detalhes, a derrota não pode ser creditada apenas a arbitragem, pois os pecados da Chapecoense precisam ser reconhecidos.

O técnico Gilmar Dal Pozzo está ciente dos defeitos da sua equipe e já fez muitas avaliações.

Uma derrota que fez com que o técnico não poupasse a sua equipe.

A foto do time vai mudar, podem ter certeza.