O vírus na rota da Chapecoense

Não bastassem todos os problemas que estão sendo enfrentados pela Chapecoense no início da caminhada da Série A, uma virose atingiu 10 atletas do elenco e colocou sobre a mesa do técnico um verdadeiro quebra-cabeça.

Para completar, Wanderson segue fora, por lesão, assim como o atacante Leandro. O zagueiro Rafael Lima está suspenso.

A única garantia de Gilmar Dal Pozzo é que o esquema tático não muda e a Chapecoense jogará contra o Atlético-PR com a mesma distribuição de sempre, mas com mudanças nominais dependendo da condição clínica dos atletas.

Muitos problemas se acumularam e a vida do técnico se transformou em um dilema.

Já o Atlético-PR está mais tranquilo no que se refere aos problemas médicos, mas jogará fora de seus domínios, em Maringá, cumprindo perda de mando de campo. A provável escalação: Weverton; Sueliton, Cleberson, Léo Pereira e Lucas Olaza; Deivid, Paulinho Dias, Natanael e Marcos Guilherme; Marcelo (Bruno Mendes ou Douglas Coutinho) e Ederson. O meia Paulinho Dias vai reencontrar amigos e fazer seu primeiro jogo contra a Chapecoense.

Esperar o que? Superação. O momento da Chapecoense exige exatamente isso. Mesmo com um time modificado e mesmo lutando contra uma virose o time precisará buscar na superação o seu ponto forte.

O jogo será realizado no Estádio Willie Davids (foto) em Maringá.

 

Um comentario para “O vírus na rota da Chapecoense”

  1. Moraesão disse:

    Na boa. Rota vírus não é desculpa, tem de vencer a partida e parar de frescura porque antes não estavam com vírus e perderam 3 seguidas, então a vitória é obrigação, com vírus ou sem vírus. Tivessem vencido pelo menos 2 das partidas anteriores que agora poderiam se dar ao “luxo” de se preservarem. Já que foram incompetentes com a saúde plena, que joguem mesmo vomitando em campo.

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