Para ajeitar a casa

A Chapecoense é a equipe de menor expressão dentro da Série A. Qualquer vitória ganha uma proporção maior do que uma vitória na Série B. Quando a vitória não vem após sete jogos, o valor aumenta.

A vitória contra o Palmeiras teve a importância potencializada por uma série de fatores. O ápice da crise não foi quebrado com a demissão do técnico e sim com a vitória após a sua saída.

Uma derrota frente ao Palmeiras seria terrível não somente pelo aspecto da tabela, mas sim pelo fator emocional, já que o enfrentamento entre torcedores, diretoria e imprensa seria inevitável.

O jogo contra o Inter deixa a Chapecoense na posição de franco atirador. Se perder não será nada de anormal, o que não pode é levar um banho de bola para não enfraquecer o elenco. Um empate ou uma vitória seriam espetaculares.

O grande jogo antes da parada para a Copa do Mundo será contra o Bahia no próximo domingo. Uma vitória é imperiosa neste jogo para deixar a Chapecoense em situação mais confortável e fora da zona de rebaixamento.

Faz muita diferença realizar a preparação da parada da Copa do Mundo fora da zona de rebaixamento.

Jogando da forma como jogou contra o Palmeiras, com imposição e autoridade, sem se encolher e ficar tempo todo atrás da linha da bola, será possível.

6 comentarios para “Para ajeitar a casa”

  1. Fabricio ccó disse:

    Padrão FIFA, seria Celso Rodrigues um novo Guardiola. Se bem que em 2008 quando trocou de treinador, até o Ze Raimundo comeu a bola no jogo contra o Guarani de Campinas pela CB. Tomara que não tenhamos novos Ze Raimundos e o futebol de ontem seja o verdadeiro futebol do time.

  2. Roberto disse:

    Só de não ter mais que ver alguém do banco mandando os laterais não subirem já to feliz…

    Além da grande atuação do time (inclusive do Nenem, que eu já teria aposentado, e que continue queimando minha língua…) lembrar também do resgate do Nivaldo, cuja presença mesmo no banco é de muita importância, aliás ainda não dá pra engolir a vinda do Lauro, que na verdade é um grande jogador (de poquer…)

    Foi a prova de que o futebol não tem muito segredo, é só não ter alguém no banco complicando….

  3. Pedrinho manjar disse:

    No primeiro jogo sem o Dal Pozzo, tivemos mais de 60 minutos de bola rolando, algo inimaginavel caso ele estivesse no comando. Nada contra a pessoa do Gilmar, mas a maneira como ele ve o futebol eh ridicula. Armar o time pra jogar por uma bola. Um profissional assim jamais sera brilhante. Se analisarmos friamente o time do ano passado, fica claro que se nao fosse o rangel estar iluminado, jamais subiriamos.

  4. Roberto disse:

    E o “câncer” continua…
    Como se já não bastasse todas as contratações equivocadas, que só ocorreram por “força” do empresário que é muito amigo do Maringá, agora chegou a vez de contratar um técnico, e pasmem, a preferência é por algum que tenha “ligação” com o mesmo empresário…
    o nome em pauta é do Roger.. sim, Roger ! Ex jogador do GAYMIO.
    Ora, se não for pra contratar o Argel, que na minha modesta opinião seria o ideal pro momento da Chapecoense, então que fosse alguém melhor ainda, agora Roger ????????????
    Mais uma vez estamos na eminência de mais uma maracutaia…
    E nós torcedores, preocupados com o time, enquanto lá nos bastidores a preocupação é outra…

  5. marcio disse:

    mais uma seu Maringá??
    não brinquem com a paciência do povo Chapecoense!

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