Nova postura

Gostei muito de uma entrevista concedida ao repórter Tadeu Costa, antes do jogo contra o Corinthians, quando o preparador físico da Chapecoense disse que a Chapecoense precisaria atuar com personalidade e jogar para ganhar e não apenas ficar aguardando o surgimento da bola do jogo.

O que ele disse foi uma espécie de voz do vestiário, uma nova linha de pensamento da comissão técnica, que finalmente abandonou o excesso de humildade e adotou uma postura de competição.

Chega de dizer que jogar contra grandes fora de casa é a mesma coisa que perder.

Chega de dizer que a parte de cima da tabela não faz parte do campeonato da Chapecoense. Eu mesmo utilizei muito a expressão, mas abandonei, em nome de um novo momento, no qual a Chapecoense precisa buscar pontos fora de casa e contra os grandes sim.

Um time somente se torna imbatível se do outro lado houver um comportamento de subserviência, um amontoado de gente com medo e olhando os adversários como ídolos e não como concorrentes.

Saber dos seus limites, mas mesmo assim mostrar qualidades e alguma ousadia, só faz bem.

Contra o Grêmio, na bonita Arena deles, não pode ser diferente, pode até perder, mas lutando, brigando, jogando de verdade e não esperando por uma bola como fazem os técnicos medrosos e seus times covardes.

 

4 comentarios para “Nova postura”

  1. Moresão disse:

    Estamos na série A do Futebol Brasileiro, não tem porque temer os demais.

  2. Jr Verdão disse:

    Agora sim estamos com cara de time que veio competir, essa conversinha de jogar por uma bola estava dando no saco, assim como o time estava, mas tomara que a postura seja diferente, somos torcedores, eu não me importo de ver o verdão perder, desde que seja na peleia, assim como peleamos aqui contra o Grêmio e perdemos, mas foi caro para eles, se for para perder que venda caro a derrota, assim para nós que usamos apenas o coração para apreciar o futebol fica menos amargo.

  3. Valcir disse:

    Vamos devagar. Calma, muita calma.

  4. moraesão disse:

    O nosso problema continua sendo a força ofensiva, falta o último passe e principalmente o arremate. É aquilo que falamos desde o início do ano, falta meia-armador e atacante.

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