Eleições x Série A

A discussão da política interna na Chapecoense aconteceu justamente em uma semana decisiva, reta final de Série A, com o time precisando buscar um ponto em seis.

A avaliação de muitos é de que o movimento político deveria ser postergado, acontecer apenas depois de encerrados os jogos. Concordo. Seria interessante rever a data. É o mais correto.

Porém, acredito que neste momento, mesmo com a data inadequada, o assunto não tirou foco do jogo de domingo contra o Cruzeiro. O vestiário está focado no que interessa. Não acredito em prejuízo algum, mesmo porque o processo eleitoral foi muito tranquilo. O que mais mexeu foi o não de Maringá, que por sinal, foi um dos que reclamou em relação à data do processo eleitoral, demonstrou preocupação e sugeriu mudanças.

Fosse um processo eleitoral com duas ou mais chapas, com oposição forte, aí sim, o ambiente seria afetado, mas com apenas a situação atuando e com poucas mudanças no quadro de comando, não existe nenhum prejuízo.

O atual presidente, Sandro Pallaoro (foto), foi corajoso, assim como seus pares, em aceitar mais este desafio, antes mesmo de a Chapecoense saber se permanece ou não na Série A. Com a permanência o orçamento subirá significativamente, porém, se houver rebaixamento, o orçamento despencará.

Mas, como a Chapecoense vai mesmo é ficar na Série A, que sejamos todos felizes e vamos, já na semana que vem começar a tratar dos planos para a próxima e eletrizante temporada.

 

Um comentario para “Eleições x Série A”

  1. Gerson Kenedy disse:

    Espero que montemos um time com ambições maiores ano que vem. Viria a calhar o título do Catarinense. E no Brasileiro uma capanha pra ficar pelo menos entre os 10. Sei que é difícil, mas não é impossível. Outra coisa é o lance da Sulamericana, acho que vale a pena abrir mão da Copa do Brasil pra disputar essa competição. Além da Conmebol pagar uma boa grana a cada fase passada, ainda tem o detalhe de ser mais fácil. Na Copa do Brasil, a partir das oitavas de final entram os times da Libertadores e fica muito difícil conseguir algo. Na Sulamericana dá pra enfrentar uns times pequenos de Bolívia, Peru, Equador, etc…e quem sabe beliscar uma semifinal ou até mesmo Final, como aconteceu com a Ponte Preta em 2013. Sei lá, é a minha opinião. A Opinião do Gersão!

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