Vamos para o estouro

 

Na tarde deste sábado a Chapecoense encara mais uma vez a boa equipe do Sport Recife. Os encontros têm sido frequentes desde a Série B de 2013, quando subiram juntas e realizaram campanhas de manutenção no ano passado e na temporada 2015 os rendimentos melhoraram, ao ponto de o Sport ser líder no momento.

São duas equipes que não sabem jogar fechadas, tem boa criação de meio de campo, mas um diferencial favorável ao Sport é o ataque que marcou o dobro de gols da Chapecoense (14×7). As defesas se equivalem com sete gols sofridos cada. E justamente aí que reside o perigo. A Chapecoense precisará ser efetiva no ataque, sem desperdiçar oportunidades e terá de ter muito cuidado em sua defesa com as estocadas rápidas do time pernambucano.

A expectativa é de um jogo interessante e de muita movimentação.

A entrada de Cleber Santana na meia cancha, desde o inicio do jogo, deverá dar uma dinâmica diferente ao time, pois é um jogador que cadencia mais o jogo, tem passe longo e boa bola parada. Já a característica de Gil, que está fora devido ao terceiro amarelo, é de mais verticalidade no futebol. Com isso, Camilo deverá estar mais próximo da área para fazer a conexão.

Jogo decisivo para Edmilson, atacante que já recebeu várias oportunidades, mas que ainda não marcou, muito por culpa da falta de opções, mas também pelo desperdício de chances.

Tarde de sábado com jogo quente!

Jogar jogando

 

A Chapecoense deve jogar no mesmo estilo que jogou contra o Cruzeiro. Se conseguir repetir a intensidade do jogo, a forma como marcou e como esteve distribuída em campo, certamente alcançara o triunfo.

Sempre respeitando os adversários, mas o jeito de jogar foi encontrado e é possível de ser reprisado, pois tenho certeza que não foi uma atuação de exceção.

Projetar uma Chapecoense mais fechada é um erro. Cobram tanto mais ofensividade e presença no ataque para depois desejar um time mais contido? Não da para entender.

O negócio é jogar jogando, com intensidade, ocupando os espaços do campo, criando boas opções de passe e chutando a gol sempre que possível, sem a necessidade de mais um toque na bola que tanto atrapalhou a Chapecoense na temporada. Se o Sport é bom e atrevido a Chapecoense precisa ser mais, para vencer.

2 comentarios para “Vamos para o estouro”

  1. Venancio disse:

    Eh jogo pra vencer. O Sport eh lider mas teve una tabela muito favoravel. Eh questao de tempo pra despencar na tabela. Tem que pressionar e vencer o jogo. To esperando uma chance ao Joao Afonso.

  2. moraesão disse:

    Pra mim o Cléber Santana já ganhou a vaga de titular, pelo que jogou ontem não sai mais do time. Talvez para o segundo tempo a entrada do Wagner seja uma boa opção. Mas acho que quem vai perder a vaga ali no meio vai ser o Bruno Silva, e se isso acontecer acho que o futebol do Gil melhorará e muito. Pra mim Gil e Bruno Silva são jogadores da mesma posição e por isso juntos os dois não rendem tanto quanto deveriam. Meio Campo pra mim deveria ser Elicarlos, Gil, Cleber Santana, Camilo. Se quiser reforçar mais a marcação coloca o bruno silva e adianta o camilo para jogar como meia atacante.

    Acho que agora opções é o que não falta pro Eutrópio. Pode ser feita variação também com o wagner mais a frente no lugar do camilo ou cleber santana, o que deixaria o time mais rápido e ofensivo. Pode ser mudado inclusive o esquema tático. 3-5-2, rafael lima, Vilson e Neto, colocando o Vilson de líbero, já que ele tem boa saída de bola, já atuou inclusive como volante. Os volantes poderiam ser ou elicarlos e Gil ou Bruno Silva e Gil, no meio Apodi de ala pela direita, Cléber Santa centralizado e Camilo ou Wagner na esquerda, Na frente Ananias (ou Wagner ou Camilo, dependendo de quem jogar no meio) e Bruno Rangel ou Roger de centro-avante. Opções tem aos montes agora pro Eutrópio, veremos se ele realmente é um bom técnico.

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