Gestão empresarial

A Chapecoense, desde a implantação desta nova fase, que começou em 2005, sempre calcou sua administração em bases sólidas e com direcionamento empresarial.

Nomes importantes do empresariado local aderiram ao projeto e com suas visões de empresários bem sucedidos, determinaram que a Chapecoense deveria ser administrada com os mesmos princípios que regem suas empresas.

O sucesso está comprovado pela ascensão no cenário nacional e acabou se transformando em exemplo que já está sendo seguido por outros clubes.

Termos distantes do futebol, como fluxo de caixa, planejamento financeiro, superávit e outros tantos, sempre estiveram presentes e seguem no vocabulário dos atuais administradores.

A Chapecoense fecha a temporada com dinheiro em caixa, algo impossível na maioria dos times de futebol do Brasil e de boa parte do mundo.

Está provado que é possível fazer futebol com controle financeiro, desde que se tenham dirigentes sérios e comprometidos com o projeto, sem nenhuma outra intenção que não seja a de fazer crescer a entidade.

Homens, empresários, com nomes a zelar, tocam a Chapecoense com transparência e com uma competência que retrata bem o que é a cidade de Chapecó, empreendedora, arrojada, forte nas crises, uma cidade que olha para frente.

No futebol temos o mesmo DNA. Uma cidade com pouco mais de 200 mil habitantes, rivalizando com Capitais e outras grandes cidades, sem nenhum sentimento de inferioridade e ainda ensinando como se faz.

Devemos nos orgulhar da nossa Chapecoense, não apenas como time, mas muito pela entidade forte em que se transformou. Parabéns a todos que tocam com esmero este projeto.

O gigante corre atrás

O São Paulo FC, um gigante do futebol mundial, vive sua grande crise financeira. Administrações irresponsáveis e temerárias aniquilaram as finanças do outrora time mais rico do nosso futebol. A água bateu na barba.

Pois o ilustre são paulino Abílio Diniz, presidente do conselho de administração da BRF, o empresário que fez do Grupo Pão de Açúcar o maior do ramo varejista do Brasil e que integra o conselho consultivo do São Paulo, tratou de colocar mão a obra. Contratou um CEO e juntou profissionais para montar o plano de gestão que pretende e certamente conseguirá tirar o São Paulo da bancarrota.

A receita que o São Paulo Corre atrás e a mesma que a Chapecoense já utiliza há quase uma década.

Não importa o tamanho do orçamento. O importante é respeitar limites e jamais gastar mais do que se arrecada e evitar sempre investir sem garantias reais.

Quem diria que o São Paulo poderia quebrar? Pois chegou bem perto.

4 comentarios para “Gestão empresarial”

  1. Fabricio ccó disse:

    Precisamos torcer pra que esses times grandes demorem bastante tempo pra se reorganizar, assim nossa chance de permanência na A é maior.

  2. Silvio SZ disse:

    Post real que gera orgulho a todos dessa cidade.

    É verdade tambem a gente como torcedor exagera nas criticas direcionadas ao futebol qdo ele nao ta bem em campo, incluindo aí o nome dos dirigentes. Sempre pelo lado do desabafo e nao pelo lado pessoal. Mas é assim mesmo, por isso que somos apenas torcedor.

  3. Gelzinho no Cabelo disse:

    O negócio é que o Nenem treinou entre os titulares, e o Gil entre os reservas. Aí não ha gestão empresarial que de jeito..

  4. Moraesão disse:

    kkkkkkkkkkkkk, ia comentar outra coisa mas depois desse comentário do Gelzinho no Cabelo só consigo rir kkkkkkkkkkk

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