Uma seqüência arrepiante

A Chapecoense começa na quinta-feira uma seqüência de jogos de muita importância. Todos os três serão fora de casa, para depois recompor as tabelas com três enfrentamentos na Arena Condá.

Na quinta-feira será contra o Vasco da Gama no Maracanã. Enfrentamento direto na corrida contra o rebaixamento. Para o Vasco uma final de Copa do Mundo, para a Chapecoense um jogo importante e que creio, deve se apresentar de forma a propor o jogo e jogar toda a responsabilidade nas costas do desesperado mandante.

No domingo será a vez de encarar o bom time do Grêmio na Arena em Porto Alegre, com os mandantes sonhando com a conquista maior, mas com o grande desafio de se manter no G4. Jogo muito complicado, mas que da mesma forma precisa ter uma Chapecoense engajada em busca de vencer e não de ter medo de ser derrotada. Será preciso propor o jogo e na medida do possível atacar com qualidade. Empate é bom resultado.

Na quinta-feira da próxima semana, no já histórico 21 de outubro, será a vez de jogar contra o River Plate no Monumental de Nuñez, na belíssima Buenos Aires, contra o time que ganhou tudo no nosso continente e que será o nosso representante no Mundial de Clubes FIFA, no Japão, ao final do ano.

Algo que exigirá da Chapecoense um empenho gigantesco, mas que certamente motiva o elenco para jogos grandes, importantes, em estádios monumentais, verdadeiros templos do futebol.

Desafios inimagináveis há poucos anos, mas que hoje representam a realidade da Chapecoense.

Força, fé e muita competência. O momento exige.

E na volta

Quando encerrar os três jogos fora, a Chapecoense volta pra casa para receber dois jogos pela Série A e a volta contra o River Plate que deverá ter uma casa lotada no jogo histórico.

Começa a caminhada contra o Avaí, novo jogo direto contra o rebaixamento, em um domingo, 25 de outubro. Não existe outro resultado que não seja a vitória. A Chapecoense terá a necessidade máxima de vitória e os visitantes vêm como franco atiradores. Srá a final de Copa do Mundo para a Chapecoense.

No meio da semana, 28 de outubro, o jogo mais espetacular dos últimos tempos, o River Plate, o campeão de tudo, o gigante continental, pisando o gramado da Arena em Chapecó. Um espetáculo para poucos.

Quando chegar o domingo 01 de novembro, será a vez de encarar o sempre complicado Atlético Paranaense. A matemática aponta que os paranaenses ainda têm condições de chegar ao G4, mas também indica que eles não se livraram do rebaixamento. Parada dura, contra time de expressão na Série A.

Afinal de contas não existe mais moleza na vida da Chapecoense. Ainda bem!

Uma seqüência de tirar o fôlego.

Um comentario para “Uma seqüência arrepiante”

  1. Moraesão disse:

    Desses jogos a Chapecoense tem que jogar tudo contra o Vasco, pra conseguir a vitória. Se vencer o Vasco pra mim já escapou. Aí contra o grêmio pode até mandar um time misto, pra jogar com tudo novamente contra o River Plate, contra o Avaí e no jogo de volta contra o River. Ganhando do Vasco e do Avaí, tchau série B.

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