Arquivo para abril, 2016

Atuação medonha

sexta-feira, abril 15th, 2016

Chapecoense 2×0 Princesa dos Solimões

 

O time reserva da Chapecoense venceu o Princesa dos Solimões, mas jogou pouco, sofreu muita pressão, teve dois jogadores expulsos, o goleiro Marcelo Boeck foi o melhor em campo e só não perdeu porque teve mais sorte do que juízo e qualidade.

Tudo bem que o time da Chapecoense era o reserva, mas não pode ser pressionada e ter duas expulsões e necessitar de seu goleiro em grande noite para conseguir eliminar uma equipe que jogou a sua segunda partida no ano e que o técnico acertou um cachê de R$ 750,00 para os dois jogos.

O Princesa dos Solimões jogou muito mais aqui do que na sua casa. Demonstrou apego a sua camiseta e chegou a emocionar pessoas que se manifestaram pelas redes sociais.

As expulsões do zagueiro Marcelo e do ala Claudio Winck merecem além de uma reflexão por parte da comissão uma atitude de reprimenda para ambos, pois não se admite duas entradas criminosas, desnecessárias e de total falta de experiência dos dois garotos, que se desejam crescer, precisam reconhecer que foram infantis e irresponsáveis.

O placar de 2×0 para a Chapecoense foi uma mentira.

Fica claro e evidente que o time reserva da Chapecoense é exatamente isso, reserva e não vai passar disso.

Faltou a Chapecoense na noite de ontem aplicação e vontade em quase todo o tempo.

Tem jogador se achando!

Graças ao bom Deus que domingo não será esse o time que vai encarar o Joinville.

 

Lorotas no ar

quarta-feira, abril 13th, 2016

 

Cuidado com o que andam dizendo por aí e tentando criar um clima de desconfiança em cima da Chapecoense.

Tem gente tentando fazer da derrota para o Metropolitano uma catástrofe para desestabilizar o elenco.

A campanha da Chapecoense é exemplar e tem tudo para chegar na última rodada com plenas chances de ser campeão de forma direta.

Na coletiva com Hyoran ele disse: – Não tem como a gente perder a confiança. Foi uma derrota só no Catarinense inteiro. Muitas vezes ganha o primeiro turno, vai mal no segundo turno e perde a confiança para a final. A gente vai batalhar para não ter essa final. Mas se a gente for para a final, a gente vai manter a confiança. A gente só perdeu uma partida no ano. É exatamente isso!

Uma matéria no globoesporte.com tem como manchete: Turbulento. Com sequencia negativa Chape cai no ranking. Mas que porcaria de ranking é esse? E a campanha geral da Chapecoense, não vale nada?

Tem gente por aí falando em desespero. Sinceramente, as vezes dá vontade de chutar o balde mesmo.

Me coloco no lugar de um dirigente, que quando lê ou ouve uma montanha de asneiras na imprensa, explode e tem uma reação mais forte, e ainda tem de aguentar as críticas vindas da mesma turma que o esculachou sem merecer.

Tem profissionais por aí que com uma caneta ou microfone na mão são mais perigosos do que um macaco com revolver.

Bipolaridade passional

segunda-feira, abril 11th, 2016

Não pense o jogador de futebol que ele será eternamente ídolo, que será eternamente adorado por seus torcedores. Basta ele ou a sua equipe decaírem de produção em campo que o amor virá ódio em poucas horas.

A passionalidade do futebol remete a mudança brusca de sentimentos e os atletas, comissão técnica e diretoria, precisam saber lidar com todo o tipo de manifestação.

O torcedor de futebol é bipolar desde o nascimento.

A Chapecoense passa por um período de turbulência, após longa primavera com os torcedores. Tudo dentro do contexto.

O time caiou de produção, não se pode negar. Perdeu seu primeiro jogo na temporada, mas já vinha apresentando alguns problemas pontuais que acabaram se transformando em coletivos em Jaraguá do Sul.

Ainda é possível ser campeão de forma direta. Em caso de dois jogos decisivos a grande final será em Chapecó, com a vantagem de jogar por dois resultados iguais, fruto da extraordinária campanha.

A passionalidade, somada a bipolaridade, ocasiona a explosão de teorias da conspiração, do tipo. A TV mandou perder para que as finais fossem jogadas. Não acertaram o bixo para ser campeão direto. A Chapecoense deseja jogar a final em casa para garantir uma grande renda, e por aí vai.

E toda essa torrente de sentimentos é ruim? Não, apenas é preciso compreendê-las e não levá-las ao pé da letra.

A verdade do sentimento de um torcedor, pode não ser a verdade que ocorre dentro do vestiário.

A Chapecoense precisa utilizar todas as manifestações que hoje são negativas contra seu elenco, treinador e até diretoria, como combustível.

Ganhou o campeonato, lota a Getúlio Vargas e passa o carro dos bombeiros.

E o amor? Há o amor! Ele estará nas alturas.

Terminou a invencibilidade

domingo, abril 10th, 2016


Metropolitano 2×1 Chapecoense

 

O primeiro tempo foi fraco, tecnicamente arrastado e nivelado por baixo.

Nitidamente havia uma acomodação da Chapecoense, que mais uma vez demostrou que se acha muito acima dos demais. É melhor, mas quando joga de verdade, não como jogou em Jaraguá do Sul.

O Metropolitano foi ao menos aguerrido e soube reverter uma situação negativa.

Na segunda etapa a Chapecoense marcou seu gol aos 40 segundos e pareceu que recolocaria as coisas em seu devido lugar. Não foi isso

O Metropolitano cresceu no jogo, foi para cima e merecidamente virou o jogo, na raça, na vontade e na última bola do jogo, que é sempre dramático e mostrou que a Chapecoense não é imbatível.

Defensivamente foi o pior jogo da Chapecoense na temporada. Desarrumada na maior parte do tempo, ficou devendo e muito.

Meio de campo nada. Ninguém fez o pivô e a baixa qualidade da apresentação de Cleber Santana fez a diferença. O Hyoran foi outro que pouco fez.

O Ananias exagera na hora de perder gols. Ele teve tudo para ser o grande nome do jogo, mas foi dele o gol perdido que armou a última bola do jogo. Quem não faz leva.

Não tem mais o papo de invencibilidade. Chega dessa história e agora é encarar as verdadeiras decisões da temporada. Nada está ganho. Hora de refletir.

 

Mais uma decisão

quinta-feira, abril 7th, 2016

No domingo a Chapecoense vai para mais uma decisão no Campeonato Catarinense.

O jogo contra o Metropolitano engloba interesses distantes entre as equipes, com o Metropolitano olhando a parte baixa da tabela e a Chapecoense olhando para a sua invencibilidade e para a linha de chegada.

O jogo será no João Marcatto (foto) em Jaraguá do Sul que tem seguramente o pior gramado de SC, fato que limita o jogo tecnicamente.

A decisão de jogar a Copa do Brasil com uma equipe reserva, sem nenhum titular que vai atuar no domingo, foi muito acertada. O time descansou, evitou uma longa viagem e chega inteiro para o jogo.

Esta rodada será a prévia da grande decisão antecipada que será o encontro entre Chapecoense e Joinville logo na sequência.

A tendência é de que se mantenha a vantagem do JEC, mas no futebol tudo pode acontecer.

A Chapecoense precisará neste jogo contra o Metropolitano ser o mais efetiva possível. Como o gramado é muito ruim, quando a oportunidade aparecer, ela não pode ser desperdiçada.

Com todo o respeito ao Metropolitano, mas eles já estão no terceiro técnico na competição, investiram errado e montaram uma equipe fraca. A Chapecoense tem muito mais time e precisa fazer valer a sua qualidade e maior investimento.

Vai ter jogo em Chapecó

quarta-feira, abril 6th, 2016

Princesa dos Solimões 1×2 Chapecoense

 

A vitória da Chapecoense foi de virada e não foi nada fácil.

O clima pesou para os dois lados. O calor foi infernal e chega a ser desumano realizar um jogo nesse horário (16:30).

A qualidade do gramado também interferiu, pois é muito irregular e desta forma enterra as jogadas mais técnicas.

O time da Chapecoense, reserva, demostrou sim falta de entrosamento, o que é normal.

E claro, valorizando algumas qualidades do adversário e principalmente e entrega do elenco que foi marcante.

O jogo será realizado em Chapecó muito por força da vontade apresentada pelo Princesa dos Solimões.

A volta será na quinta-feira em Chapecó, às 21:30, com jogo transmitido pelo SporTV, fato que deve parar a cidade de Manacapuru.

O resultado mais justo seria um empate, quem sabe, mas a diferença de preparação física entre as equipes é muito grande e ela pesou sim ao final da jornada.

A cota da Chapecoense na primeira fase passa dos R$ 400 mil e na segunda fase da mesma forma, acumulando quase R$ 1 milhão, ou seja, vale o esforço.

Mas cuidado, não levem de barbada essa equipe do Princesa dos Solimões. Eles não são tolos como alguns poderiam crer.

Foi um prazer conhecer Manacapuru.

No pulmão do Brasil

terça-feira, abril 5th, 2016

Direto de Manaus

 

Amanhã (06/04) a Chapecoense joga em Manacapuru, no Estado do Amazonas, cidade distante 90 quilômetros da Capital e que tem na Ciranda a sua marca.

O futebol é representado pelo Princesa dos Solimões, que será o adversário no jogo do estádio Gilberto Mestrinho.

Está muito quente aqui em Manaus. Na tarde de hoje a temperatura chegou aos 42 graus com um umidade relativa do ar muito alta.

O jogo será às 16:30 de Brasília, com uma hora a menos aqui, certamente com um calor muito desgastante.

O jogo será nesse horário devido à falta de iluminação do estádios. Faz parte da Copa do Brasil na primeira fase.

O time da Chapecoense não será mais reserva e sim um misto. As expulsões do jogo contra o Figueirense potencializaram a escalação com Gil, William Thiego e Silvinho.

Voei na ida nos voos da Chapecoense e pude constatar o desgaste de uma viagem que atravessa do Brasil, mesmo de avião. Dentro de três aeronaves foram seis horas, mais umas quatros horas de espera, até que o trajeto Chapecó-Manaus fosse coberto.

A Chapecoense treina na tarde de hoje no estádio da Colina, no mesmo horário do jogo para que uma espécie de apresentação do clima amazônico fosse servido em amostra grátis ao time.

Tudo muito organizado, como sempre.

Expectativa + realidade = Resultado bom

domingo, abril 3rd, 2016

Figueirense 1×1 Chapecoense

 

Na bonita tarde de sábado em Florianópolis a expectativa era de um jogo muito acima da média. Algo ainda não visto no Campeonato Catarinense de 2016. E foi!

Foram quatro expulsões, três por parte da Chapecoense e uma para o lado do Figueirense.

O gol da Chapecoense teve uma irregularidade e mesmo assim foi validado.

O Figueirense saiu na frente do marcador para colocar ainda mais fogo no jogo e foi só.

Polêmicas de sobra em um encontro de duas equipes de Séria A de um mesmo Estado, mas que ainda não representam um clássico.

Jogo, futebol mesmo, de verdade, pouco.

O futebol deixou de aparecer quando houve pouco controle do jogo por parte da arbitragem. Muitos cartões, pouca administração, faltas marcadas a todo o momento que deixaram claro aos jogadores que era apenas encostar e cair que o jogo parava e com isso a velocidade que deixa o jogo bom ficou como a BR 101. O resultado foi uma arbitragem fraca, de pouco talento, para um jogo de grande importância.

As três expulsões da Chapecoense e mais a do Figueirense foram corretas sob o olhar do segundo cartão e da luta corporal e desnecessária entre Rafael Moura e Silvinho. E os primeiros cartões, os amarelos, os da intenção de impor mando, foram justos? Há controvérsias.

Fora de campo muito empenho e dentro de campo faltou talento.