Arquivo para junho, 2016

Não poderia ser melhor

quinta-feira, junho 30th, 2016

 

A estreia de Caio Júnior teve ingredientes importantes para a formação de uma parceria duradoura e vitoriosa. É cedo, eu sei, mas quando começa bem a tendência é de uma sequência de jogos com muitos triunfos.

O técnico fez questão de deixar evidenciada sua agradável surpresa com os torcedores da Chapecoense e pela forma como ele foi acolhido e pelo comportamento antes, durante e depois do jogo.

Ficou evidente também que o time se ressentiu com a saída de Guto Ferreira, da forma como a situação foi conduzida, atingindo em cheio em seu rendimento nos jogos contra Atlético-PR e Sport.

Estabelecida a linha de comando o time voltou a render em campo e realizou a sua mais arrepiante atuação na Série A deste ano.

O zagueiro Rafael Lima (foto) deixou bem claro que ele e Guto Ferreira não se entendiam e sequer a sua família estava indo aos jogos, pois sabia que não entraria em campo. Começou na reserva e em menos de 10 minutos entrou em campo e fez do seu jogo 200 com a camiseta da Chapecoense uma atuação de luxo, sedo escolhido pela equipe de esportes da Rádio Chapecó como o melhor em campo. E sua família estava lá. Sintomático.

Um jogador tinha um desafio muito peculiar. O atacante Silvinho precisa atuar bem para referendar a sua escolha. Jogou uma enormidade, fez gol e assinou a vaga de titular com o novo técnico.

As escolhas do Caio Júnior por Arthur Maia e Kempes foram de uma felicidade ímpar. Entraram para definir o jogo.

A cobrança de falta de Arthur Maia foi de uma perfeição que a coloca entra as grandes cobranças da história.

Foi aquela bola no ângulo, que entrou exatamente no encontro da trave esquerda com o travessão e rolou por toda a rede até ser devolvida ao gramado já fora do gol. Coisa de Playstation.

A vitória sobre o Cruzeiro apagou a derrota para o Sport de forma magnífica. Todos nós estamos orgulhosos.

 

Bacana, bacana, bacana…

quarta-feira, junho 29th, 2016

Chapecoense 3×2 Cruzeiro

 

Vamos começar pelo resultado. De grande importância.

A vitória da Chapecoense foi muito além de um triunfo, representa o começo de uma nova fase.

Novamente houve um gol sofrido primeiro. Sofrência!

O empate, a virada, novo empate e o placar final.

O resgate da Arena Condá é importante.

A vitória em estreia de técnico e com afirmações individuais é ainda mais significativo.

Gostei em ver a vibração de Caio Júnior a beira do gramado. Um começo de identificação com o torcedor.

Feliz me vi ao comemorar um gol de Silvinho. Batalhador e detentor da confiança de quem manda na casa. Bom!

Feliz me vi ao comemorar aos pulos o gol fatal, determinante, de Kempes. Outro boa gente. Dois gols de pessoas que aqui chegaram carregando a faixa de rebaixados com o Joinville. Aqui foram campeões e estão sendo determinantes para a campanha afirmativa da Chapecoense.

Como é bom e importante ver e saber que a Chapecoense pode até sofrer gols, mas sabe reagir e marcar outros tantos.

Está na cara que Ananias, Gil, Josimar e Cleber Santana se completam.

É certo que a sombra dos goleiros lhes fazem bem. É correto escrever que Kempes faz bem a Bruno Rangel.

Como é bom ver Rafael Lima ser ele mesmo. O líder.

A bola parada de Arthur Maia me fez sonhar com situações futuras decisivas.

O meu time. O teu time, o nosso time, não se acomoda!

Vitória grande, contra time grande e na hora exata, na transição.

Sempre acreditei no elenco e sempre cravei que é o melhor montado até aqui.

Baita vitória!

Noite de estreia e recuperação

terça-feira, junho 28th, 2016

 

Amanhã (quarta-feira) teremos o encontro entre Chapecoense e Cruzeiro pela rodada 12, às 21 horas, na Arena Condá.

Noite de estreia do técnico Caio Júnior, que terá a missão, além de começar bem, fazer o time reagis após a derrota vexatória por 5×1 para o Sport no Recife.

O tal de escrever certo por linhas tortas as vezes parece funcionar. Se Guto Ferreira não tivesse se afastado da Chapecoense e se mesmo assim ela tivesse levado aquela lambada que levou no Recife, ele teria entrado em rota de colisão com o torcedor e teria se desgastado com a diretoria. Uma derrota na noite de hoje com ele no comando poderia representar o começo de uma crise que ainda não havia se instalado desde a sua chegada. Suposições apenas. A Chapecoense perdeu sem comando técnico, por ele mesma em campo, sem vontade de jogar, abatida pela falta de foco e pelo desaparecimento do futebol de nomes importantes e pela lesão de outros.

Com certeza Guto Ferreira não teria sido demitido devido a derrota acachapante. Creio também que ela não aconteceria com ele no comando.

As linhas tortas entram na conversa quando o técnico pediu para sair e justamente após a maior goleada sofrida desde que a Chapecoense ingressou na Série A, estreia um novo técnico.

Parece que estava na hora de uma mudança. Parece que novos ares deveriam ser respirados. Parece que um novo rumo precisava ser escolhido.

Ele veio de uma forma diferente. Sem brigas, sem crise, sem demissão, sem caça às bruxas.

Bem por isso que Caio Júnior chega com um clima que não é de desesperança, mas de desconfiança.

Tem gente dentro da diretoria da Chapecoense assustada. Tem torcedor com dor de barriga, mas isso é normal.

Quando a Chapecoense teve uma queda de produção no Campeonato Catarinense teve gente querendo pregar o técnico na cruz e mandar mais da metade do time embora.

Noite de estreia e de retomada, Contra time grande é ainda melhor e mais poderoso. Uma derrota na noite liga a luz de alerta. Uma vitória recoloca o projeto no caminho. Eis a importância da noite. Noite de caçar a raposa, mas cuidado, trata-se de um bicho muito esperto.

E atenção! Não fiquem chateados pela foto, politicamente incorreta, pois ela é meramente ilustrativa.

Fiasco e fim de um ciclo

domingo, junho 26th, 2016

Sport 5×1 Chapecoense

 

 

O placar diz tudo. Foi uma surra de futebol que não só foi maior devido a detalhes. A Chapecoense esteve irreconhecível e com a pior atuação do goleiro Danilo em toda a sua passagem na Chapecoense.

Nada, absolutamente nada funcionou. Time lento, desatento, sem alma, desorganizado e nitidamente perdido pela falta de um técnico à beira do gramado.

A semana foi de total falta de atenção para dois jogos. Primeiro contra o Atlético-PR e ontem o fiasco que foi a atuação frente a um Sport que estava na zona do rebaixamento.

Fim de uma época. As alas da Chapecoense são uma tragédia. Começo pela tenebrosa presença de Claudio Winck em campo. Nada mais justifica a sua escalação. O Gimenez faz um jogo bom e demora para repetir. No meio de campo o Cleber Santana vive sua pior fase. A zaga segue levando gols de bola parada. No ataque Bruno Rangel vai morrer de fome. O Silvinho é um caso a ser estudado. Tudo está errado? Hoje sim. No momento sim.

O que foi feito até aqui já mostrou que o time pode mais e será preciso mudar o time com a chegada do novo técnico.

Outro erro foi escalar Emerson Cris para o comando interino neste jogo. Ele não tem culpa de nada, mas ele jamais esteve perto do elenco e com capacidade de decidir algo mais importante. O técnico deveria ter sido o Cadú Gaúcho que está na hora de se expor um pouco mais. Está muito mineirinho para o meu gosto.

A noite de ontem na Ilha do Retiro foi de envergonhar. Nem os mais fanáticos torcedores do Sport poderiam imaginar um placar tão elástico.

Houve no jogo uma conjunção de situações. O Sport jogou bem e a Chapecoense não jogou nada.

Eu duvido, mas duvido com toda a minha convicção de que a Chapecoense jamais seria goleada desta forma se Guto Ferreira estivesse à beira do gramado e com o comando na mão.

Agora é com Caio Júnior e que ele encontre as suas soluções. Que fiquem as lições deste fiasco.

Guto fora

sexta-feira, junho 24th, 2016

 

A força econômica tira Guto Ferreira da Chapecoense.

Não me venham com desculpas de projeto futuro, clube de massa ou outras esfarrapadas estratégias de procuradores de profissionais da bola. Foi dinheiro e nada mais. E não existe nada de errado nisso.

Errada foi à forma como tudo foi conduzido. O técnico Guto Ferreira não soube lidar com o assunto e se atrapalhou todo. O time sentiu e dentro de campo a atuação contra o Atlético-PR foi ruim.

O presidente Sandro Pallaoro ficou muito contrariado e desejava que o assunto estivesse encerrado ainda na segunda-feira passada. Tudo se arrastou até sexta-feira.

O Departamento de Futebol agiu, mas ficou refém de um sim do Bahia, que veio.

Os valores tratados publicamente são grandes. Segundo o próprio Guto disse para os repórteres que cobrem a Chapecoense, ele pediu R$ 480 mil para toda a comissão técnica. Se o Bahia aceitou a pedida não sei, mas no mínimo ficou bem perto disso.

O profissional Guto Ferreira fez um grande trabalho aqui. No ano passado ele tirou a Chapecoense da crise após a entrada na zona de rebaixamento, retomou a campanha e manteve a Chapecoense na Série A. Realizou uma Copa Sul-americana exuberante e por muito pouco não eliminou o River Plate, na época o Campeão da América. A Chapecoense foi apontada por alguns como a campeã moral da competição.

No Campeonato Catarinense deste ano a conquista veio calcada em uma campanha impressionante. Foi muito, mas muito superior.

Entrega o time com 10 rodadas na Série A, com apenas uma derrota, com exagerados seis empates e importantes três vitórias. Está a dois pontos do G4 e a seis do Z4.

Deixa por aqui também boas amizades. Muito bom no trato pessoal, educado, inteligente, sabe tratar com a imprensa, fez amizades boas através do tênis, seu esporte nas poucas folgas e desbravou os restaurantes de Chapecó.

Fez um trabalho muito bom. Desejo a Guto Ferreira toda a sorte e que sua carreira siga na curva ascendente.

 

 

Jogo atípico, ruim e sem gols

quinta-feira, junho 23rd, 2016

Chapecoense 0×0 Atlético-PR

O jogo começou na noite de quarta-feira e terminou na tarde de quinta-feira, devido a neblina da noite anterior.

No primeiro tempo pouco jogo e a neblina que chegou chegando. O Atlético veio para pouco jogo, matou tempo e foi arrastando a conversa. A Chapecoense já apresentava dificuldades de conexão, muitos passes errados e poucas conclusões.

Veio o começou do segundo tempo e teve apenas um minuto de movimentação. Partida encerrada e a sequência apenas na tarde de ontem. O Atlético-PR jogou mais, foi mais efetivo até a entrada da área, mas errou muito na hora de concluir.

A Chapecoense teve dificuldade enormes ao longo do segundo tempo. A bola queimava no pé dos jogadores, o time não conseguia passar do meio de campo e lá na frente nada. Houve duas bolas. Uma com Lucas Gomes, pessoal, chute de fora da área que passou muito perto.

E a bola do jogo que esteve nos pés de Hyoran. Ele ficou cara a cara com o Weverton e não teve a capacidade de chutar por cima do goleiro, que é muito bom, mas foi mais erro do atacante do que méritos do goleiro.

O Atlético-PR teve uma bola também com Walter. Ele partiria livre para a área e o bandeira Esdras Albuquerque levantou a bandeira marcando impedimento. Nos pareceu da cabine que a posição era legal.

O importante é pontuar e a Chapecoense pontuou mais um, mas os números mostraram que a campanha é melhor fora do que em casa. Porque? O técnico Guto Ferreira disse que é normal em uma Série A.

E sobre a saída de Guto Ferreira o próprio disse que amanhã (sexta-feira) termina o prazo para uma resposta do Bahia.

Ele disse que se viajar para Recife o assunto está encerrado. Demorou muito para falar claramente sobre o assunto e acabou criando um desgaste desnecessário.

Olho agora na Ilha do Retiro para o jogo contra o Sport no começo da noite de domingo às 18:30.

Guto Ferreira na Boa Terra

segunda-feira, junho 20th, 2016

A pressão é gigantesca sobre Guto Ferreira para ele assinar contrato com o Bahia.

Quando fechava o post não havia uma decisão sobre o assunto, de forma oficial.

O fato é que envolve dinheiro e no mínimo quatro pessoas, o técnico, seus dois auxiliares e o procurador deles.

Dizem que a oferta seria de R$ 300 mil mês para o trio, o que é quase o dobro do que eles ganham na Chapecoense.

O único trunfo do Bahia na oferta é a própria soma ofertada. A Chapecoense leva vantagem por pagar em dia, estar na Série A, ter ainda capacidade de investir um pouco mais nos profissionais, ter um projeto definido e por estar muito bem na competição, na sétima colocação a dois pontos do G4 e com campanha semelhante a do São Paulo e Flamengo.

A missão do Bahia é voltar para a Série A. Missão complicada em um time instável, que já mandou técnico embora e que pode sim perfeitamente fazê-lo de novo.

O Bahia não está mal na Série B. É o quinto colocado com 17 pontos, os mesmos do que abre o G4 que é o Náutico, portanto, se eles mandam embora um técnico com uma campanha dessas, imagina em três ou quatro derrapadas na sequência o que eles farão.

O dinheiro pesa e não adianta negar, mas é preciso também pensar em estabilidade, segurança, multa rescisória e seriedade dos dirigentes.

Se Guto sair será um baque, pois o conjunto está formado e tem nele o arquiteto. Contratar outro é sempre complicado e o mercado não tem ofertas muito interessantes para o patamar financeiro da Chapecoense.

Não vejo a troca da Chapecoense pelo Bahia como um avanço na carreira, vejo apenas uma oportunidade financeira que não é nada excepcional em comparação com a realidade atual. Vamos aguardar as movimentações no tabuleiro.

A volta dos três pontos

domingo, junho 19th, 2016

 

Vitória 1×2 Chapecoense

 

As duas equipes estavam pressionadas no jogo de ontem. Próximas da zona de rebaixamento e necessitando de três pontos para criar uma distância.

O primeiro tempo foi de um 0×0 com o goleiro Danilo trabalhando muito e o Fernando do Vitória pouco. Mesmo com mais posse de bola da Chapecoense o Vitória esteve mais perto do gol, mas não carimbou a rede.

Na segunda etapa, perto da faixa dos 30 minutos o cenário mudou. O Sérgio Manoel chamou a responsabilidade, foi pra cima e marcou com a ajuda do Fernando Miguel.

Saída de bola e o gol de empate do Vitória com o voluntarioso Marinho guardando. Não deu tempo de comemorar, nem de um lado nem do outro. Escanteio e William Thiego marcou de cabeça, mostrando a sua grande fase lá na frente.

O Vitória desperdiçou muitos gols e sofreu o famoso quem não faz leva. A Chapecoense também teve sua fase de perder oportunidades, mas foi mais time ao final.

O que pegou forte antes mesmo do jogo foi o interesse do Bahia na contratação da comissão técnica da Chapecoense.

O que ouvi em Salvador foi de que a proposta seria de R$ 300 mil mensais, quase o dobro do que recebem na Chapecoense. O técnico Guto Ferreira não quis falar sobre o assunto. Foi insistentemente indagado, mas negou-se a falar sobre o assunto, demostrando total ética profissional.

Pelo que notei ele recebeu sim uma proposta, via seu agente, mas é assunto para ser tratado na segunda-feira.

A vitória veio na hora certa. Já havia a ameaça de instalação de uma crise, as reclamações estavam se acumulando e uma vitória fora de casa, contra adversário direto tem um peso ainda maior.

O jogo foi desgastante, com viagem longa, jogo ao meio dia e com 33 graus de temperatura. O grupo sentiu. E no meio de semana tem o Atlético-PR.

Vitória de grande importância.

 

Time mais experiente

sexta-feira, junho 17th, 2016

 

As indicações são de que o técnico da Chapecoense, Guto Ferreira, vai escalar uma equipe mais experiente e forte fisicamente para o jogo contra o Vitória, em Salvador, às 11 da manhã de domingo.

A provável escalação: Danilo, Gimenez, Marcelo e William Thiego, Sergio Manoel, Josimar, Moisés, Cleber Santana e Lucas Gomes, Silvinho e Bruno Rangel.

Saem do time Hyoran e Lucas Mineiro. O primeiro mais uma vez não soube aproveitar as oportunidades e o segundo está muito verde ainda para uma Série A. Na verdade Guto Ferreira está reconhecendo erros e isso é muito bom, pois a busca pelo acerto foi deflagrada.

E com este time o técnico ainda precisa conversar com o goleiro Danilo para que ele melhore a reposição de bola e saída do gol. A zaga a dupla precisa se comunicar melhor. No meio Cleber Santana (foto) precisa voltar a jogar, pois desde a suspensão pelo terceiro amarelo seu futebol decaiu. Com esta formação é muito mais conversa e ajustes do que qualquer outra coisa.

Na Série A é preciso time com imposição física. E com tal escalação a Chapecoense estará bem mais encorpada.

Havia a possibilidade de Claudio Winck aparecer pela ala direita, com Gimenez caindo pela esquerda. O problema é que Winck se mostrou inseguro para voltar agora, devido a lesão. Ao menos foi sincero. Com Alan Ruschel o técnico ainda não pode contar.

São os desafios normais dentro de uma competição longa e complicada como a Série A do Campeonato Brasileiro.

O técnico Guto Ferreira tentou apostar em alguns nomes, pois ele sabe da importância da base, mas ainda se mostra cedo para lançar alguns nomes.

A Chapecoense precisa agora de firmar na tabela. Ela está entre a cruz e a espada, entre o G4 e a zona de rebaixamento e isso ocasiona um pressão incômoda.

Perdeu apenas um jogo, mas empatou bem mais do que ganhou e isso ocasiona apenas um rendimento médio.

Pontuar é sempre importante, mas a necessidade dos três pontos é quase uma emergência.

Um jogo espetacular

quarta-feira, junho 15th, 2016

Chapecoense 3×3 Grêmio

 

A Chapecoense e o Grêmio realizaram um jogo inesquecível, impressionante, grande, de seis gols, de muita doação, pegada, qualidade técnica, ou seja, tudo aquilo que faz de um jogo um evento memorável.

A Chapecoense saiu perdendo, virou o jogo, sofreu o empate, pulo na frente e cedeu o empate novamente.

Um jogo de muitas alternativas e elétrico do início ao fim.

Houve falhas? Sim. Mas é preciso enaltecer antes de mais nada as virtudes das duas equipes, que produziram futebol de qualidade.

Os dois técnicos saíram reclamando da bola parada defensiva nas suas equipes. Realmente elas foram decisivas, mas bola parada decide jogo, é normal.

Quem esperava um jogo modorrento, nivelado na marcação e por baixo, bem ao exemplo dos velhos jogos do Sul, quebrou a cara. O que vimos foi um jogo aberto o tempo todo, sem esquecer da marcação, mas verticalizado pela ação eficiente de muitas peças, dos dois lados.

Mais uma vez está provado que a Chapecoense cresce em jogos grandes.

Na entrevista coletiva o técnico do Grêmio, Roger Machado, ele valorizou o ponto conquistado.

Na entrevista coletiva de Guto Ferreira ele valorizou o fato de o Grêmio estar quase completo e a Chapecoense com desfalques e improvisações. Verdades.

Foi um baita jogo de futebol. Tem jogo que a gente diz que o torcedor merece receber a sua grana de volta. Ontem anoite dava para sair da Arena Condá a pagar mais uma vez.

A Chapecoense não jogou contra um qualquer, um timeco, jogou contra o Grêmio que luta pela ponta de cima da tabela e já liderou a competição.

Vou me lembrar por muito tempo deste jogo.

Resultado merecido.