Arquivo para setembro, 2016

O rádio e os nossos corações

quinta-feira, setembro 29th, 2016

 

Escolhi o rádio como profissão a cerca de 30 anos.

Comecei como locutor de FM, numa noite de sábado em um mês de outubro. A primeira música que toquei foi Supertramp, Logical Song. Comecei na Amizade FM 96,7 de Ibirubá-RS, minha cidade natal. Nunca mais parei.

Quando cheguei em casa, já de madrugada, depois de uma balada com os amigos, havia um bilhete sobre meu travesseiro me parabenizando pela estreia, assinado pelo mau pai, Ernani, e minha mãe, Teresinha.

Cerca de dois anos depois, eu querida mais, queria novos desafios, pois ficar trancado no estúdio já não me motivava.

Como o grupo em que trabalhava tinha também uma emissora AM, que fazia um bom jornalismo e tinha uma bela equipe esportiva, foi para lá que pedi para ir.

Comecei na crônica esportiva como repórter de campo. Eu adorava aquilo!

Certo dia, um colega narrador se mandou para outras plagas e meu chefe me disse “tu vai narrar”. Fiquei apavorado! O desafio não me parecia ao meu alcance. Fui e lá e fiz bem mais ou menos, mas ele gostou e da cabine não saí mais.

Hoje conheço quase todos os Estados brasileiros, alguns Países, grandes e pequenos estados e ginásios e tenho a honra de cobrir uma Série A de Campeonato Brasileiro, de ponta a ponta, de estar em uma Sul-Americana, de ter passado por todas as séries do nosso futebol, de ter narrado títulos e acessos com o time da minha cidade, a Chapecoense.

Hoje, pela manhã, um senhor me procurou na Rádio Chapecó AM 1330. Me deu um abraço e disse que chorou de emoção ao ouvir minha narração da defesa de Danilo na histórica noite de quarta-feira. Minha narração foi mais uma vez para o Redação AM do SporTV, sob o comando de André Rizek, uma cara que valoriza o rádio esportivo. O programa Globo Esporte de SC, abriu e fechou sua edição com a narração da nossa equipe.

O rádio segue mexendo com a minha emoção e ainda consigo mexer com a emoção das pessoas que me ouvem.

Tenho grande colegas ao me lado. Uma equipe competente e leal.

Quando o senhor de cabelos brancos, me disse que chorou ao me ouvir narrar as antológicas defesas de Danilo, eu o abracei, lhe ofereci uma gravação, mandei outra para seu filho que mora em Recife e depois fui para um cantinho chorar sozinho. De alegria, agradecimento, ao rádio, seus ouvintes e a Chapecoense. Obrigado.

Ganhamos do Rey

quarta-feira, setembro 28th, 2016

 

 

Eu estava com um palpite muito positivo em relação ao jogo de ontem. Tinha uma certa serenidade em relação ao resultado, pois foi apenas aí que eu errei.

No tempo normal a Chapecoense já poderia ter batido o Independiente, O Rey de Copas, mas a bola teimou em bater várias vezes na trave.

O Independiente esteve muito abaixo da sua tradição. Um time amarrado, de pouco brilho e que tratou de levar a decisão para os pênaltis. Pagaram o preço que deveriam ter pago.

Nota triste foi a atuação de parcela representativa dos torcedores do Independiente que afrontaram a Polícia Militar, apanharam, paralisaram o jogo por nove minutos e fizeram espalhar gás de pimenta por toda a Arena.

Quando a decisão foi para os pênaltis uma montanha de dúvidas se apresentou.

Para piorar erramos o primeiro pênalti. E depois disso o que vimos foi uma atuação gigantesca do goleiro Danilo, na sua mais brilhante participação desde a sua chegada.

Ele simplesmente foi o ponto de desequilíbrio do jogo. Suas defesas não aconteceram por acaso, foram todas elas elaboradas na base da experiência e da superação de um goleiro que até ontem não tinha a estrala de pegador de pênaltis. Pois ele entra em um novo patamar.

A Chapecoense ganhou de um time que ganhou tudo o que veio pela frente na sua história.

A Chapecoense não sofreu gols em dois jogos e isso também deve ser comemorado.

Agora no sábado teremos um jogo contra o Vitória da Bahia, que é daqueles que vale uma permanência na Série A e a Chape chega inteira e reforçada psicologicamente por uma classificação que assombra o continente.

Classificou quem merece se classificar. Nenhum reparo e com uma carga de emoção daquelas de deixar o coração picando. Noite linda e inesquecível.

 

 

 

Noite para receber o Rey de Copas

terça-feira, setembro 27th, 2016

 

Quarta-feira, 28 de setembro de 2016, a Chapecoense recebe o maior campeão de todos os tempos da Copa Libertadores da América, um time que já dominou a Argentina várias vezes, que já desceu ao inferno, aliás, o diabo é seu mascote, e que já teve o mundo aos seus pés.

Está em solo chapecoense, o Rey de Copas, o Independiente, de impressionante e rica história, dono de um estádio belíssimo e de uma torcida apaixonada.

Pois este time, esta agremiação gigantesca empatou na sua casa com a Chapecoense e hoje terá, assim como o nosso time, de lutar bravamente pela vitória. Pode até empatar com gols, mas afinal de contas representará um triunfo.

O Rey de Copas vai pisar no gramado da nossa Arena Condá!

Há sete anos a Chapecoense subia da Série D para a C. Uma tarde com chuva de granizo.

Naquela época nós apenas pensávamos nos desafios da Série C e levamos três temporadas para sair de lá. Ingressamos na B e pensávamos em ficar lá os três anos em que ficamos na C. Que nada, em um ano a equação foi resolvida. Agora são três temporadas na Série A e a um passo de mais um ano na elite.

Há sete anos jamais pensaríamos em enfrentar um Libertad, um River Plate ou um Independiente. Jogar um torneio internacional não passava de uma aspiração, de um sonho ou até mesmo de um devaneio de um torcedor fanático.

Pois aí está a Chapecoense. Não apenas inserida no âmbito internacional do futebol, tendo entrado pela porta da frente e ainda respeitada pelos adversários e pela imprensa.

O embate contra o River Plate e antes a eliminação do Libertad, deram a Chapecoense uma nova aura.

De ilustre desconhecido a adversário cascudo.

Um dia Caetano Veloso escreveu para o Pasquim, lá de Londres, onde estava exilado, que o Rei havia visitado a sua casa. Escrevia sobre uma visita de Roberto Carlos que de presente lhe escreveu a música Debaixo dos caracóis dos seus cabelos, como forma de demostrar seu desejo pela breve volta do amigo.

Com o perdão da licença poética, não é todo dia que se recebe um Rei na nossa casa.

Bem-vindo, Rey de Copas! Em campo travaremos uma batalha memorável. E vencer um Rei, não tem preço.

Fechando setembro e abrindo outubro

segunda-feira, setembro 26th, 2016

 

 

Olho com apreço e dou a devida importância para o jogo de quarta-feira entre Chapecoense e Independiente da Argentina, mas olho com muito mais atenção o jogo de sábado, na véspera da eleição municipal, aqui em Chapecó, contra o Vitória.

O time da boa terra conta hoje com 32 pontos na tabela de classificação e está a dois da zona de rebaixamento. Ainda é um adversário direto a corrida pela grande meta do ano que é não ser rebaixado.

A Chapecoense tem mais time, joga em casa e carrega a obrigação máxima de vencer. O Vitória joga suas cartadas decisivas e vem para cá com a pressão do mundo nas suas costas.

A Chapecoense precisará ter cuidados com os desgastes decorrentes do jogo de quarta-feira, jogo que vale vaga e uma boa grana, em competição nacional. Mas sem exageros.

Se antes a Chapecoense jogou fora uma semana toda e reclamou uma barbaridade da distância de casa, e isso deve mesmo ser entendido, pois muda muito a programação, ainda mais com grupo grande de pessoas, não é fácil administrar, agora jogará uma semana toda em casa, sem deslocamentos, todos perto de suas casas e famílias, ou seja, o que foi ruim na semana passada, passa a ser um aliado nesta, decisiva na Sul-Americana e muito mais ainda na Série A, pois será preciso somar três pontos contra o Vitória.

Que semana terá pela frente a Chapecoense!

Poupar atletas ou não? Eis a questão.

Sinceramente sou contrário ao expediente de deixar um atleta no banco visando seu melhor aproveitamento no jogo seguinte, caso ele esteja inteiro, em boas condições físicas.

O que deve ser respeitado é o limite de cada um e hoje as comissões técnicas tem uma manancial de informações muito grande para poder avaliar com a máxima precisão possível como cada um está.

O que tem de melhor na quarta-feira e no sábado, assim deve ser, e tenho certeza que será.

Placar magro em jogo fraco

domingo, setembro 25th, 2016

Grêmio 1×0 Chapecoense

 

 

Tecnicamente o jogo foi um fracasso. As duas equipes jogaram nada com coisa nenhuma.

O Grêmio teve uma boa bola e converteu aos 10 minutos de jogo com Pedro Rocha e foi isso.

Depois disso foram longos 84 minutos de jogo e nada de algo interessante acontecer.

O Grêmio, depois de marcar seu gol, tratou de amarrar o jogo e fazer o tempo passar.

A Chapecoense não teve capacidade para se organizar e fechar o último passe com qualidade.

Para não ser injusto, não faltou vontade, mas a qualidade esteve longe dois lados do campo.

O cansaço parece ter sido um inimigo invisível da Chapecoense. O jogo na Argentina, o desgaste daquele jogo e a mudança na programação parecem ter afetado a velocidade do time. O que mais me chamou a atenção na queda de qualidade e de explosão no ataque foi Kempes, que vinha de boas apresentações.

O Grêmio em várias oportunidade amarrou o jogo para evitar as investidas da Chapecoense, demostrando que o trabalho de Renato Gaúcho no comando do time vai exigir muita mobilização. Ele chegou vencendo duas vezes, na verdade uma classificação e uma vitória, mas a realidade é que o cara teve estrela na sua largada.

Para a Chapecoense agora é recarregar as energias e tratar de escalar a melhor equipe para o jogo definitivo de quarta-feira contra o Independiente e depois olhar com muita atenção o jogo contra o Vitória, este sim o mais importante no momento.

Perder para o Grêmio por placar mínimo em Porto Alegre não existe demérito algum.

Sem exageros em relação a esta derrota. A verdade é que um empate sem gols seria o mais adequado para a falta de futebol apresentado por ambas as equipes.

Punição

quinta-feira, setembro 22nd, 2016

A Chapecoense foi punida pelo STJD com a suspensão do técnico Caio Júnior por quatro jogos e terá de jogar dois jogos em casa com portões fechados. Cabe recurso. Teve multa em dinheiro também.

Os fatos estão relacionados ao jogo contra o Palmeiras no qual a arbitragem foi temerária, errou muito, o que gerou revolta da diretoria e da comissão técnica.

Lembrando que o presidente Sandro Pallaoro também foi punido recentemente com a suspensão de suas atividades e mais uma multa. Recorreu.

O departamento jurídico da Chapecoense vai recorrer novamente.

As penas pesadas impostas a Chapecoense seriam um reflexo exatamente do que?

Técnico punido. Presidente punido, multa pesada em dinheiro, arena de portas fechadas.

Seria uma forma de atrapalhar os planos da Chapecoense em se manter na Série A? Não creio.

Seria uma retaliação a oposição do presidente da nossa Federação ao comando da CBF? Começo a acreditar que sim.

Seria a Chapecoense uma espécie de bode expiatório na parte disciplinar para mostrar aos outros como eles mandam? Pode ser também.

O fato é que a situação está muito estranha e o peso das medidas contra a Chapecoense e as penas mais brandas aplicadas a outros clubes em situações bem semelhantes nos fazem pensar.

Dois pesos e duas medidas. O fato é que a Chapecoense precisa aprender com isso. Ficar atenta as manobras de bastidores e evitar ao máximo situações limites, mesmo quando é prejudicada impiedosamente pela incompetência dos árbitros mal preparados.

Já escrevi aqui várias vezes, que não existe no mundo alguém que tenha tanto poder imediato como um árbitro de futebol. O que ele decide na hora é lei e o que ele escreve na súmula tem uma força gigantesca.

A Chapecoense é uma entidade cumpridora dos seus deveres. Deve se defender de ações que tentam desequilibra-la e jamais aceitar a posição de injustiçada.

A associação que está mostrando ao futebol brasileiro como se administra com recursos muito menores do que os gigantes, que paga suas contas em dia, que cumpre o que promete, que não para de crescer como time e marca, não pode ser freada por perseguições, sejam elas motivas sabe-se lá por quais motivos. Aqui não!

Independiente 0×0 Chapecoense

quarta-feira, setembro 21st, 2016

Primeiro tempo

 

Gostei muito da primeira etapa da Chapecoense em Alvellaneda na Argentina. Ficou no 0×0.

O Independiente até que tentou atacar, exerceu uma certa pressão, mas sem efetividade. Terminaram a etapa inicial com os dois zagueiros pendurados com cartão amarelo.

Sustos? Nenhum. Inclusive o próprio estádio teve uma capacidade de público bem abaixo das possibilidades.

A proposta foi bem clara. E foi igual à que foi adotada pela Chapecoense contra o Fluminense.

Correu poucos riscos, mas também não se arriscou em demasia.

A Chapecoense tem sim um jeito de jogar. E ele se formou exatamente dentro das possibilidades do elenco.

A boa experiência do elenco da Chapecoense, com boa parte do elenco carregando experiências internacionais, fez a diferença na primeira etapa de jogo.

Segundo tempo

Daria para copiar o teto acima, mas vamos encontrar algumas diferenças.

A Chapecoense mudou três vezes e foi como se nada tivesse acontecido. As entradas de Sergio Manoel e Lucas Gomes não deram em nada e a chegada de Bruno Rangel ficou apenas no anúncio da sua entrada, pois afinal de contas ele sequer tocou na bola.

Na defesa a grande novidade a Chapecoense não sofreu nenhum gol e a atuação de Felipe Machado foi destacada pela equipe da Rádio Chapecó AM 1330, com boa atuação também do que William Thiego.

O resultado de 0×0 foi bom sim, pois estabelece um paridade para o jogo de Chapecó em, agora será a vez de a Chapecoense exercer seu fator local.

A Chape é time cascudo e não se amedronta com quem quer que seja.

 

 

 

Na casa do capeta

terça-feira, setembro 20th, 2016

A Chapecoense joga na noite de quarta-feira em Alvellaneda, na Grande Buenos Aires, contra o Independiente, o Rey de Copas.

Cito a casa do capeta, porque o mascote deles é simplesmente o diabo.

O estádio Libertadores da América é muito bonito. Tem capacidade para 40 mil torcedores e se parece muito com a configuração do Independência de Belo Horizonte, mas o argentino é bem maior.

A pressão que eles exercem em seu estádio é impressionante. Os torcedores, bem ao estilo argentino, não param um minuto, cantam e agitam o tempo inteiro. A figura do diabo como mascote é bem apropriada.

Olhando o time do Independiente de hoje e o comparando com o River do ano passado, creio que o adversário de hoje seja menos qualificado, mas tem uma pegada muito forte.

O Independiente passa por uma reestruturação em todos os sentidos.

As conquistas do Independiente são muito marcantes. Eles já levaram o título argentino em 16 vezes e a taça da Libertadores da América já esteve sete vezes no armário deles. A Copa Intercontinental foi deles duas vezes.

O calibre deste adversário é o maior de todos, podem ter certeza, sob o aspecto de conquistas.

A Chapecoense tem meio time que jogou no ano passado contra Libertad e River Plate e outros jogadores com passagem internacional. O grupo tem uma boa carga de experiência.

A grande segredo será segurar o adversário na tradicional pressão inicial de jogo e tentar, se possível, repassar a pressão da necessidade de resultado que eles carregam, por jogar em casa. O negócio é chegar bem vivo em casa, sem a necessidade de realizar um jogo apoteótico.

O jogo começa  às 19:15. Ouça na Rádio Chapecó AM 1330, Antena 1 FM 107,1 ou no www.radiochapeco.com.br

A vitória escapou

domingo, setembro 18th, 2016

Chapecoense 2×2 Ponte Preta

 

Mais uma vez o ponto fraco da Chapecoense foi a defesa. Duas bolas paradas e dois gols sofridos. Creio que reclamar não adianta mais, pois troca daqui, troca dali e nada muda. Sempre a zaga vaza.

O empate em 2×2 não é ruim na tabela, mas é ruim sim por ser adversário direto. A Ponte Preta tem bom time, mas a diferença se fez na falta de qualidade defensiva da Chapecoense que entregou dois gols.

A bola aérea da Chapecoense é uma catástrofe.

Quando a Chapecoense sofreu o segundo gol o baque foi grande e o time cansou. Não teve mais forças para chegar na frente com qualidade. Daí dos dois lados o jogo se resumiu a balões e chutões para frente, na base vamos ver o que vai dar.

A campanha do returno segue sendo boa e certamente será de sucesso ao final com a Chapecoense se mantendo na elite, mas se a defesa fosse mais equilibrada certamente a campanha seria surpreendente.

O grande nome do jogo foi Tiaguinho. Uma aposta de Caio Júnior que está sabendo valorizar o atleta. E ele respondeu com dois gols de qualidade. No segundo foi abraçar o técnico como forma de agradecimento. É a boa notícia do momento.

A preparação agora é para o jogo de quarta-feira na Argentina pela Copa Sul-Americana contra o Independiente.

Depois disso será a vez de enfrentar o Grêmio na Arena deles com a presença de Renato Gaúcho no comando.

O time saiu de campo ressentido com o empate com a Ponte Preta e reconhecendo falhas defensivas e a incapacidade de segurar a bola parada dos adversários.

Seguimos em frente.

 

 

 

O cliente sempre tem razão

quinta-feira, setembro 15th, 2016

 

 

Fluminense 1×2 Chapecoense

 

São seis encontros entre as duas equipes em três temporadas de Série A. Agora são cinco vitórias da Chapecoense e um empate apenas. Freguês? Sim.

Sobre o jogo é preciso dividi-lo em dois tempos distintos.

Na primeira etapa a Chapecoense tinha o objetivo de se defender para tentar algo mais na etapa final. O problema é que o gol do Fluminense aconteceu antes dos quatro minutos e desta forma parecia que o projeto de Caio Júnior poderia fracassar.

Nada disso! A Chapecoense soube se postar e desta forma começou a tomar conta do jogo. Veio a segunda etapa e a virada merecida. A entrada de Cleber Santana foi vital. Ele foi poupado na etapa inicial e seu retorno deu a dinâmica necessária para que o meio de campo pudesse realmente atuar, distribuir o jogo e ligar o ataque com mais qualidade.

E veio o gol de Dener e depois o de Lourency, uma aposta pessoal de Caio Júnior. A segunda etapa foi de controle total da Chapecoense que soube ocupar espaços, que soube enfrentar um estádio lotado e teve a personalidade necessária, a maturidade para virar um jogo em um estádio em que o adversário ainda não havia perdido na temporada.

Os três pontos conquistados dão a Chapecoense uma situação muito boa na competição dando direito de pensar em algo mais arrojado, maior até o final da temporada.

Com isso o respeito aumenta e muito em relação a imagem da Chapecoense, sua atuação dentro e fora de campo.

Vitória merecida com certeza.