Arquivo para outubro, 2016

Estão pedindo para se lascar

quarta-feira, outubro 5th, 2016

 

Atlético 3×1 Chapecoense

 

 

Tudo estava indo bem até os 38 minutos da segunda etapa, pois estava encaminhado um empate em 1×1.

Veio o desastre e a virada de jogo por 3×1 para os donos da casa.

Mais uma vez a defesa da Chapecoense foi um desastre. Levou o gol 50 na competição nacional.

Os problemas da Chapecoense estão se acumulando.

A defesa já não tem mais milagre que a faça jogar.

Na criação de meio de campo o Cleber Santana vive sozinho o resto é um amontoado de gente correndo atrás da bola.

As duas alas são ridículas. Não produzem absolutamente nada.

O atacante Kempes vive novamente uma fase terrível, que não consegue dominar uma bola.

E o técnico Caio Júnior entrou na pré-fase de queda, que é aquela que você começa a inventar, a utilizar vários esquemas de jogo em uma mesma partida.

A primeira etapa foi boa até o pênalti desastrado de Dener.

O Atlético estava sendo massacrado por sua torcida. O empate amenizou e na etapa final foi mais efetiva dos donos da casa.

Um time que sofre 50 gols em uma competição pede para ser rebaixado.

Tenho certeza que a competente diretoria da Chapecoense vai tomar as devidas providências e pedir explicações detalhadas para a esculhambação que este time se transformou dentro de campo.

A Chapecoense tem uma semana para se arrumar, caso contrário as coisas ficarão muito ruins.

Tenho certeza que uma derrota derruba Caio Júnior do comando.

 

Novo momento

terça-feira, outubro 4th, 2016

 

Para o jogo de quarta-feira a noite, às 19:30, na Arena da Baixada em Curitiba, a Chapecoense estará modificada por escolha do seu técnico, Caio Júnior.

Predominantemente o jeito de jogar sofrerá a mudança mais drástica da temporada. Os esquemas 4-4-2 e o 4-3-3 estão sendo deixados de lado para a volta do outrora consagrado, hoje ultrapassado, para muitos, 3-5-2.

A Chapecoense entrará em campo para encarar o Atlético no gramado sintético da Arena da baixada com: Danilo, Neto, William Thiego e Felipe Machado, Gimenez, Matheus Biteco e Gil, Cleber Santana e Dener, Tiaguinho e Kempes.

A intenção é reforçar a marcação de meio de campo e desta forma proteger mais a zaga, que esteve escancarada no último jogo e ao que parece a paciência de Caio Júnior chegou ao final com as cobranças em cima da zaga mais vazada da competição.

A presença de Gil no meio de campo pode devolver uma conexão mais afinada com os atacantes.

A volta de neto na zaga é a grande novidade da temporada nacional. Zagueiro de muita qualidade e que não teve de reposição quando de sua ausência para tratar da lesão na coluna. Já voltou e mostrou segurança.

Já no Atlético-PR o técnico Paulo Autuori tratou de ignorar a chegada do G6 e disse que o foco segue sendo o G4, aquilo que foi traçado no começo da temporada.

Provável escalação do Atlético-PR: Santos; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Nicolas; Otávio e Matheus Rossetto; Hernani, Lucho González e Lucas Fernandes; Pablo.

Desfalques para om jogo de hoje: Weverton (suspenso e na Seleção), Lucas Macanhan (contusão no joelho direito), Cleberson (lesões na face e no joelho), Sidcley (lesão na coxa direita), Deivid (transição), Luciano Cabral (entorse no tornozelo direito), Nikão (transição) e André Lima (edema no joelho esquerdo).

Estarei na Arena da Baixada em Curitiba para transmitir pela Rádio Chapecó AM 1330 e Antena 1 FM 107,1.

Já estaremos no ar à partir das 17 horas.

Apagão

domingo, outubro 2nd, 2016

 

Chapecoense 1×4 Vitória

 

Na tarde de sábado a Chapecoense jogou seu pior primeiro tempo desde que chegou a Série A.

Nada funcionou. O Vitória teve muita facilidade para envolver a Chapecoense e aos 39 minutos da etapa inicial já estavam com a equação resolvida.

Não teve nó tático, não teve esquema mirabolante armado por Argel Fucks, o que houve é que a Chapecoense simplesmente não jogou nada e foi massacrada por um adversário que parecia não ter nada a sua frente.

O torcedor ficou atordoado. Alguns abandonaram a Arena já no intervalo.

Todos falharam na primeira etapa. Do goleiro aos atacantes. Os passes errados se acumularam e deram o tom de um time nervoso e perdido em campo.

Ficou a sensação do chamado salto alto após a classificação do meio de semana na Copa Sul-Americana.

Também detectei um total falta de atenção no jogo, uma sonolência, motivada pelo pensamento coletivo de superioridade. Deu exatamente tudo errado.

Veio o segundo tempo e uma pequena melhora, mas nada que fosse capaz de virar um marcador elástico, que só não foi maior na etapa inicial, porque o Vitória errou dois gols.

Da escalação modificada fracassaram o goleiro Marcelo Boeck que agora se sabe o porquê de sempre ser reserva nas equipes que passa. No meio de campo a atuação de Rafael Bastos foi um desastre. No ataque o Lourency se mostrou perdido e ansioso. Não foram boas escolhas.

Dos de sempre, a dupla de zaga foi um desastre. As alas nada produziram e vazaram defensivamente o jogo todo.

Consequentemente a obra do conjunto foi um desastre.

Como não poderia deixar de ser houve reconhecimento por parte de todos que não jogaram nada com coisa nenhuma.

Foi uma lição dura, mas necessária para deixa claro que o objetivo ainda não foi alcançado.

Mas vamos com calma. Não se pode elevar o elenco a categoria de heróis na quarta-feira e transformá-los em bandidos no sábado.

Desastres acontecem e precisam ser avaliados com calma para evitar injustiças.