Chapecoense 3×1 Figueirense.
Um jogo simplesmente espetacular. Foram dois gols da
Chapecoense em16 minutos, com João Paulo e Thiago
Cavalcanti. Os atacantes marcando, muito bom.
Veio à segunda etapa e com ela uma mudança no
panorama do jogo com o Figueirense melhorando e logo
cedo encostando no marcador. O jogo ganhou contornos
dramáticos. Mas no finalzinho, Esquerdinha fez um belo
gol e deu números finais.
Foi disparada a melhor apresentação da Chapecoense
no campeonato. Do outro lado também esteve o melhor
adversário da temporada. Todo este somatório deu a este
encontro muita qualidade e certamente quem esteve no
estádio, ouviu pelo rádio ou viu na TV foi recompensado.
Menos o torcedor do Figueirense, é claro.
Foi uma vitória com autoridade. Gilberto Pereira foi mais
técnico do que Branco, soube contornar as dificuldades e
mais, escalou muito bem a equipe.
A Chapecoense deu um passo gigantesco em direção a
vaga para a semifinal e conseqüentemente a conquista do
turno. Derrubou mais um grande que é adversário direto.
A Chapecoense está encontrando sua identidade e seu
ponto de equilíbrio, e o melhor de tudo isso é que está
empilhando cinco vitórias em seqüência.
Gilberto Pereira destacava que o futebol não era vistoso,
mas era de resultados. Pois agora ele começa a ganhar
uma forma mais vistosa e uma mecânica de jogo muito
competitiva.
O Figueirense valorizou sobremaneira esta vitória ao
passo que foi uma equipe que jamais abdicou do jogo.
Sempre esteve rondando a área da Chapecoense.
Esta vitória foi construída em cima da melhor equipe de
SC no papel, sobre o maior orçamento e sobre um clube se
Série A.
Foi uma vitória histórica, sem medo de exagerar.
Sensacional, esta é a palavra.
Personagens de um jogo
Começo por João Paulo, autor do primeiro gol. Pivô de
uma crise com a imprensa durante a semana soube pedir
desculpas e foi para o jogo de alma limpa. Além de fazer
o primeiro deu o passe para o segundo. Reaviva sua
presença no time.
Outro é Aloísio, que gosta de Chapecó e da Chapecoense.
Atuação apagada, quando conheceu com a camisa verde
os zagueiros Souza e Fabiano.
Branco esteve na casamata. Um nome histórico do futebol





