Uma questão de justiça

Coluna postada em 02/04/2012 por fernando

O Figueirense é festejado como o grande clube de SC, seja pelo futebol apresentado no momento ou por sua condição de legítimo representante na Séria A do futebol brasileiro.

Merece o reconhecimento, não resta a menor dúvida. Os planos para o futuro são promissores, com a construção de uma arena e a meta de ser o terceiro clube mais importante do Sul do Brasil.

Porém, é preciso olhar atentamente a tabela de classificação geral do Campeonato Catarinense.

Lá está gravado que a liderança é do Figueirense com 34 pontos e logo em seguida está a Chapecoense com seus 30 pontos, a frente do Joinville, Criciúma e Avaí, pela ordem.

Por uma questão de justiça é preciso que se reconheça a obra bem realizada, o esforço empregado e os resultados muito positivos construídos no futebol profissional de SC a partir de Chapecó.

Quando leio ou escuto a expressão: – Se alguém achava que a Chapecoense estava morta na competição que trate de rever seus conceitos!

Somente uma pessoa mal intencionada ou mesmo desprovida de um mínimo de inteligência poderia ter a leitura de que a Chapecoense estivesse morta ou algo parecido.

A Chapecoense saiu do G4 apenas uma única vez desde o início, somente este fator já determina que mesmo com altos e baixos a Chapecoense sempre esteve presente no grupo que poderia se classificar.

É preciso que se reconheça esta virtude. É imperioso que se deixa de lado leituras ufanistas que remetam a Chapecoense a um guerreiro que trava lutas solitárias e as vence com enormes dificuldades. Assim como a criação daquela imagem de coitado e humilde que como um Don Quixote trava lutas inglórias contra os Moinhos de Vento.

Aqui se faz futebol de qualidade, com erros a acertos, mas que caminha na velocidade do desenvolvimento da cidade.

A Chapecoense nada mais é do que um espelho da sua gente, não interessando raça, credo ou potencial econômico.

A Chapecoense não é vice-líder por acaso. Chegou lá graças a muito trabalho e seriedade.

O verdadeiro Verdão mostrou sua força

Coluna postada em 02/04/2012 por fernando

 

Metropolitano 0×2 Chapecoense.

Foi um banho de bola da Chapecoense pra cima do Metropolitano em pleno Complexo Esportivo do SESI em Blumenau.

Poderia ter sido de no mínimo 4×0.

Itamar Schulle tem o mérito de ter conseguido em tempo recorde ter o domínio do elenco e desta forma deu ao time um padrão de jogo que ainda não tínhamos visto nesta temporada. Outro fator que fez a diferença foi a enorme vantagem na preparação física por parte da Chapecoense.

A equipe está jogando com seriedade e com foco naquilo que se quer.

A Chapecoense está crescendo no momento exato da competição e despachando adversários diretos.

A tabela colabora ainda mais ao passo que os dois próximos jogos serão em casa, contra Atlético de Ibirama e Criciúma, na sequência de dois domingos.

A equipe ganha moral também para o desafio frente ao Cruzeiro pela Copa do Brasil, no meio destes dois compromissos.

Quero neste espaço enaltecer a grande arbitragem de Paulo Henrique de Godoy Bezerra. Ele vive um grande momento e é disparado o melhor árbitro catarinense em atividade.

Se existia alguma preocupação em torno de um beneficiamento para a equipe da casa o árbitro e seus assistentes trataram de enterrar este medo.

O jogo de domingo frente ao Atlético de Ibirama vale uma classificação antecipada para a semifinal da competição.

Pedir a presença de um grande público se torna desnecessário frente à importância do compromisso.

O que a Chapecoense não pode é adiar esta classificação e depender do jogo frente ao Criciúma na rodada final, esta sim deverá servir apenas para melhorar ainda mais a classificação e angariar vantagem para decidir em casa seus confrontos.

Uma vitória de lavar a alma esta em cima do Metropolitano.

Caiu como uma luva de pelica

A chegada de Athos a Chapecoense está fazendo toda a diferença. Seja pela qualidade individual ou por aquilo que ele está ocasionando em ganho de rendimento aos seus companheiros. O futebol de Neném cresceu espetacularmente desde a sua chegada. Hoje existe distribuição de jogadas no meio de campo e uma chegada qualificada na área do adversário que tem gerado inúmeras oportunidades de gol. O criticado João Paulo foi outro que subiu de produção. O todo melhorou e desta forma a Chapecoense se transformou em uma equipe confiável e que tem organização tática. É a melhor fase da temporada e justamente no momento de definições. O presidente da Chapecoense resumiu bem o momento ao dizer que o grupo está alegre, está feliz.

Quem trabalha sério merece colher bons resultados e a Chapecoense é um bom exemplo.

Desdobramentos de um linchamento

Coluna postada em 29/03/2012 por fernando

Souza, zagueiro da Chapecoense que foi afastado preventivamente devido à lesão de um atleta do Figueirense no jogo do final de semana passado, foi linchado publicamente por parte da imprensa de Florianópolis e taxado de assassino por integrantes da comissão técnica do Orlando Scarpelli.

Os desdobramentos e reações inerentes à ação eram inevitáveis. Os males estão feitos. Um atleta recupera-se de lesão e fica parado um determinado tempo e outro foi jogado no balaio dos bandidos.

Agora está em andamento uma tentativa de montar uma campanha para recuperar a simpatia perdida e ao mesmo tempo explicar a postura adotada. Quando existe a necessidade de se explicar uma determinada atitude é porque ela carrega resalvas.

Se houve exagero na entrada de Souza também houve por parte de determinados cronistas esportivos quando levantaram a bandeira da moralidade e forçaram sim o TJD de SC a tomar uma medida, mesmo que a distância.

Bom lembrar que a medida adotada pelo TJD está amparada na legalidade, porém, aconteceu apenas por pressão de parte da imprensa. Outra ala não foi levada em consideração. O TJD errou ao privilegiar um veículo de comunicação em detrimento dos demais na divulgação da pena imposta.

Outra manifestação que causou estranheza foi a de que a Chapecoense poderia perder a simpatia da imprensa da Capital, devido às reclamações do presidente Sandro Pallaoro, quanto à arbitragem e as medidas jurídicas que prejudicaram a Chapecoense, pois teria sido, segundo alguns, a imprensa de Florianópolis que guindou a Chapecoense ao posto de quinta força estadual. Quer dizer que as conquistas e os números da história e da caminhada da Chapecoense não valem nada? Quer dizer então que se parte da imprensa da Ilha resolver a Chapecoense cai de posto?

Eu sabia que eles eram fortes, mas não a este ponto.

A Chapecoense não é a quinta força mesmo! Hoje é a primeira, pois no armário da Rua Clevelândia repousa a taça de Campeão de SC.

Deu um banho

Coluna postada em 28/03/2012 por fernando

Chapecoense 4×1 Joinville.

Foi um verdadeiro baile da Chapecoense pra cima da ótima equipe do Joinville que estava a nove jogos sem saber o que era uma derrota. Foi a primeira sob o comando de Argel Fucks.

O primeiro tempo já marcou 3×0 para a Chapecoense sem deixar nenhuma dúvida sobre a superioridade da equipe verde e branca. No segundo tempo a Chapecoense tratou de administrar com muita inteligência o jogo e sempre esteve com o controle da situação.

Chegou a abrir um 4×0 para somente depois levar um. Destacando que houve ainda a perda de dois pênaltis, ou seja, foi uma aula de futebol, um verdadeiro baile para reanimar o elenco e acima de tudo dar o gás necessário para os jogos importantes que vem pela frente.

Houve uma mobilização interna importante. Primeiro foi à diretoria que chutou o pau da barraca e externou sua insatisfação relacionada aos mandos e desmandos da arbitragem e atitudes relacionadas à Federação Catarinense de Futebol.

Outra atitude inteligente foi deixar o grupo de jogadores e a comissão técnica fora destas queixas e focada no jogo. Quando houve a suspensão preventiva Souza o técnico imediatamente sacou o jogador da relação e tratou de recolocar Dema. Tudo certo. Outro fator a destacar é a de que Itamar Schulle trabalhou a equipe em jogadas ensaiadas que resultaram em gols e uma supremacia inegável pra cima de um grande time de futebol que é o Joinville. Agora existe organização tática. Que siga desta forma, não pode ser este um jogo de exceção.

Foi uma noite memorável da Chapecoense, resgatando a garra e a vontade de jogar que marcaram as melhores equipes montadas nesta cidade. Foi um banho de bola.

Efeito Athos

Todos os quatro gols marcados pela Chapecoense passaram pelos pés de Athos na noite de ontem. Ele sobrou em campo mostrando todas as qualidades que já levaram a Chapecoense a tentar sua contratação em outras duas oportunidades. Agora ele veio apenas por ter sido dispensado do Juventude de Caxias do Sul. Mas é assim mesmo no mundo da bola. Não da certo em um time e em outro o jogo vira.

Athos tem a qualidade de enxergar o jogo com antecedência. Seus passes foram precisos e desta forma a zaga adversária tem tremendas dificuldades para neutralizá-lo.

Assim como a Chapecoense eu espero que este jogo não tenha sido um fora de série do atleta e que ele tenha a capacidade de no mínimo repetir esta atuação. O bom é que dele nós podemos esperar algo de positivo.

Deu-se ao luxo de erra até pênalti para logo em seguida cobrar um escanteio que resultou em gol. Athos matou a pau.

 


 

 

A opinião do Dr. Davi

Coluna postada em 27/03/2012 por fernando

Recebi ontem um e-mail do Dr. Daví Barela Dávi, proprietário da Nostra Casa, patrocinador da Chapecoense e abnegado colabor da causa esportiva. Leia com atenção este texto maravilhosamente bem escrito pelo empresário.

A força da imprensa no esporte profissional

Na condição de patrocinador e acima de tudo fanático pela nossa Chapecoense, me arvoro no direito de emitir uma opinião sobre os assuntos pertinente a nossa representante no esporte profissional.

Há que se considerar, primeiramente, não é a finalidade ver enfraquecer ou discordar com o trabalho da imprensa, tanto falada como escrita. Em outras palavras, o que seríamos sem a imprensa?

Oportuno frisar, a imprensa de Chapecó é muito competente e goza de credibilidade, tanto é verdade que foi considerada a segunda força na comunicação no Estado de Santa Catarina.

Num enfoque mais preciso, trato sobre a conotação dada durante as partidas da Chapecoense, quando vemos um jogador não produzir aquilo que desejamos. Embora esse profissional dedique empenho, nem sempre culmina numa jogada efetiva. Por outro lado, não podemos crucificá-lo por isto. E é este o motivo da minha observação no tocante a darmos a força necessária e na hora certa.  Torcer na hora boa de vitória é muito fácil, agora no momento que todo esse conjunto, atletas, direção comunidade padece de um respaldo neste sentido, lança-se vaias e criticas desairosas contra esse atleta. Por certo, não temos dúvida, o resultado será desastroso.

De observar, que a produção naquele momento do jogo, decairá sensivelmente, não terá o mesmo ímpeto de continuar a partida cheio de entusiasmo e produzindo o seu trabalho com sucesso. Portanto, cria-se um questionamento para ser avaliado.

Analisando a questão sob a ótica da nossa imprensa, que está sempre atenta às demandas dos ouvintes e leitores, na busca de respostas satisfatórias de levar a notícia como ela verdadeiramente acontece, evidentemente, desde que não haja prejuízo no desenvolvimento do trabalho dos abnegados da Chapecoense, que se dedicam a organizar uma tarefa que quem ganha é a comunidade. No caso concreto, por ocasião das transmissões durante os jogos, incitando o torcedor a torcer fervorosamente para a Chapecoense, sem exaltar uma que outra vaia que surja na oportunidade.

Para que não haja dúbia interpretação dos meus argumentos, ofereço dois exemplos que se coadunam com a minha afirmativa.  O primeiro foi no inicio dos jogos do Toni, quase que a torcida e a imprensa o baniram. Outro fato, é do Lucas que aqui esteve há pouco tempo, hoje se tornou ídolo no Criciuma e da mesma forma foi escorchado.

De todo modo, sabemos que a cobrança é benéfica e traz resultados significativos, porém, no momento certo, com críticas pontuado os equívocos e uma criteriosa avaliação pós jogo.

Baseado nessa premissa, é que tomamos a liberdade de externar nosso sentimento de poder elevar cada vez mais o nome do clube que representa a nossa cidade.

Chapecó, 26 de março de 2012

Daví Barela Dávi.

 

Nota do Blog: Concordo plenamente com o que está acima escrito. A Crítica deve ser baseada na inteligência e não na mediocridade. Deve-se sim analisar a atuação do profissional dentro de campo e do dirigente nas ações por ele proposta, sem julgamento de valores. A crítica desprovida de critérios e bases para sua construção deve ser combatida sempre.

As palavras do Dr. Daví Barela Dávi sempre foram o norte para minha atuação profissional. Parecem ter sido tiradas de um Manual de Postura. Sinto-me muito a vontade para aplaudir o amigo pelo texto enviado.

 

Segue a zica do Scarpelli

Coluna postada em 25/03/2012 por fernando

Figueirense 3×0 Chapecoense

Olhando apenas o placar pode-se chegar à conclusão de que foi uma barbada, mas não foi. O placar mente. Não foi para tanto.

O Figueirense saiu na frente após um pênalti que suscitou várias dúvidas, com comentaristas acreditando que não foi e com outros achando que houve, mas que desequilibrou o jogo em beneficio dos donos da casa. Wandenson que cometeu o suposto pênalti levou amarelo. Logo em seguida cometeu falta e levou o segundo. Ou seja, se errou no pênalti, se obrigou a errar mais uma vez na expulsão.

Apesar do placar a Chapecoense se comportou bem no jogo. Atuando de forma mais articulada na meia cancha, mas ainda com pouca criação ofensiva, que segue comprometendo na busca de resultados positivos.

Olhando sob a ótica da posse de bola e presença em campo o placar de 3×0 foi mentiroso.

Outro fator de desequilíbrio foi à preparação física muito melhor do Figueirense, pois a Chapecoense pregou no gramado logo aos 20 minutos da etapa final. Atuou grande parte do jogo com um homem a menos, mas não se pode negar esta realidade.

O Figueirense está realizando uma campanha brilhante baseada em um trabalho muito profissional, bem executado e focado na conquista do campeonato e estes mecanismos estão realmente fazendo a diferença.

A Chapecoense está melhorando desde a chegada de Itamar Schulle, mas é preciso dar alma ao ataque. Se houvesse outras opções certamente João Paulo e Jean Carlos não teriam mais espaço.

A estreia de Athos foi positiva, pois se deve levar em consideração que ele chegou e já saiu jogando.

Quarta-feira teremos uma verdadeira decisão frente ao Joinville, jogo de seis pontos, contra a equipe que mais cresceu na competição desde a chegada de Argel Fucks. Este sim será o mais importante jogo da competição até aqui. Perder em casa representará rasgar a chance de chegar a semifinal.

José Acácio da Rocha

A arbitragem foi um desastre na noite de ontem no Orlando Scarpelli. José Acácio da Rocha provou mais uma vez que é um profissional, que apesar de ostentar um escudo da CBF, tem profundas deficiências.

Como explicar o fato de que na quarta-feira, quando ele foi quarto árbitro no jogo da Copa do Brasil em Chapecó ele disse que seria o árbitro deste jogo, quando o sorteio aconteceu somente na quinta-feira?

A arbitragem de SC vive seu pior momento nos últimos anos. O departamento está envolvido em cobranças e denúncias de beneficiamentos que são de arrepiar.

A diretoria terá de tomar atitudes muito severas para que a Chapecoense não seja prejudicada em sua própria casa.

Todo cuidado é pouco. Saber pressionar dentro de campo assim como fora dele será decisivo. A imprensa já está fazendo sua parte denunciando situações muito estranhas.

Na TV aberta

Coluna postada em 22/03/2012 por fernando

Chapecoense x Cruzeiro/MG pela Copa do Brasil, jogo válido pela segunda fase da competição, está confirmado para a Arena Condá no dia 11 de abril, uma quarta-feira, as 21:50 horas e terá TV aberta.

Este jogo será transmitido pela Globo Minas e não deve ter sinal para a Região Sul.

Um ganho de visibilidade muito interessante para Chapecó e para a Chapecoense, não resta dúvida.

O jogo de volta também está marcado para o mesmo horário em TV aberta e será realizado na Arena do Jacaré no dia 18 de abril, na cidade de Sete Lagoas. Para que este jogo aconteça a Chapecoense não pode ser derrotada por dois gols ou mais de diferença. O jogo não será realizado em Belo Horizonte, devido às reformas do Mineirão para a Copa do Mundo de 2014.

Para a Chapecoense a Copa do Brasil representa além de uma fonte de renda muito positiva e uma vitrine magnífica, uma oportunidade ímpar para unir o grupo, criar identidade e na busca do entrosamento desejado.

 

Classificada

Coluna postada em 21/03/2012 por fernando

Chapecoense 3×1 São Mateus.

Em primeiro lugar o que melhorou foi à atitude da Chapecoense.

Itamar Schulle conseguiu sim mexer com os brios da equipe e em dois jogos venceu todos.

O São Mateus foi um adversário muito interessante e valorizou sim esta classificação, mesmo com todas as suas limitações, mas jamais abdicou de jogar e sempre apelou para o futebol, jamais apelou para a violência ou para o anti-jogo.

Poderia ter sido um jogo mais fácil, não fosse o exagero de gols perdidos, mas ficou de bom tamanho.

A Chapecoense ganha à possibilidade de angariar recursos financeiros muito interessantes. Garante mais R$ 120 mil de cota e terá um jogo contra o Cruzeiro, em casa, que pode somar mais uns R$ 400 mil de renda. O que não pode é perder a vaga no primeiro jogo, pois desta forma entrega 60% da renda para o adversário.

A soma pode chegar à venda de Grolli.

Importante mais uma vez salientar que a Chapecoense ganhou em qualidade na distribuição tática com a chegada de Itamar Schulle. Nitidamente o técnico está dando um voto de confiança para seus comandados e não criticou nenhuma peça, apesar dos erros cometidos.

O maior teste de Itamar Schulle será no domingo frente ao Figueirense, que é disparada a melhor equipe de SC no momento. Este será o jogo para ver realmente quem tem garrafas para vender.

Athos está chegando para a meia cancha. Vem aí mais uma meia segundo a diretoria. Nomes para o ataque também estão sendo buscados.

Parece que a zica deu uma trégua. Este jogo contra o Cruzeiro representará mais uma página memorável na história da Chapecoense.

 

As escolhas de Itamar Schulle

Coluna postada em 20/03/2012 por fernando

No treino de hoje a tarde Itamar Schulle optou pela seguinte formação para o time titular que enfrenta o São mateus/ES na noite desta quarta-feira pela Copa do Brasil, e este deverá ser seu 11:

Nivaldo, Fabiano, Souza e Dema, Grillo, Vanderson, Eliomar e Neném, William, Leandrinho e João Paulo.

Entraram ainda Esquerdinha e Jean Carlos.

Itamar Schulle disse hoje no Debate Esportivo da Rádio Chapecó AM 1330 que pretende com esta escalação simplificar o máximo possível e escalar os atletas nas posições em que melhor se adaptam. Faz sentido.

Quanto a liberação do setor Oeste da Arena Condá, uma reunião amanhã as 10 horas vai avaliar a situação. A tendência é pela liberação.

E a novidade do dia ficou por conta da contratação do meia Athos, que estava no Juventude de Caxias do Sul e foi dispensado após a derrota para o Inter por 7×0. A Chapecoense já havia tentado em outras temporadas sua contratação. Sua apresentação deve acontecer antes do jogo contra o São Mateus, amanhã a noite.

 

De olho na Copa do Brasil

Coluna postada em 19/03/2012 por fernando

Para a Chapecoense chegar à conquista de uma Copa do Brasil, feito apenas alcançado pelo Criciúma em SC, é uma utopia, algo muito improvável e distante.

Porém, jogar com inteligência para ganhar visibilidade e muito dinheiro é possível e necessário.

Pois é com este olhar que a Chapecoense terá de encarar o São Mateus do Espírito Santo na noite de quarta-feira.

Hoje, no Debate Esportivo da Rádio Chapecó AM 1330, esboçamos uma escalação que consideramos adequada para o jogo e para a seqüência do calendário, ao menos para um curto espaço de tempo, antes das novas contratações serem confirmadas.

Concluímos que seria uma escalação equilibrada a seguinte formação: Nivaldo, Leonardo, Dema e Souza, Grilo, Vanderson e Diego Telles, Eliomar, Esquerdinha, Leandrinho e João Paulo. Quem começou a defender esta escalação foi o Badá. Concordei na hora.

Desta forma seriam evitadas muitas improvisações, nomes que não estão produzindo ficariam apenas como opção e outros que estão um pouco acima dos demais seriam valorizados.

Não existe motivo agora para tirar Nivaldo do gol. O trio de zagueiros é de grande experiência. Fabiano poderia atuar, mas como ficará de fora do jogo contra o Figueirense o jogo serviria para entrosar a formação. Os dois volantes é o que se tem para o momento. Eliomar merece jogar no setor do gramado que gosta de jogar e pode render mais, articulando e chegando para concluir. A dupla de atacantes é o que a Chapecoense tem de melhor para o momento.

A formação do jogo de quarta-feira terá de ser a mesma, ou muito próxima daquela que jogará no Orlando Scarpelli no jogo mais complicado do campeonato.

Você, leitor, concorda com esta formação?